01/06/2020

O que a Bíblia diz sobre a besta?


Sabe quem é a «besta» mencionada em Apocalipse 13, e sua importância nos últimos tempos.

Apocalipse 13 descreve dois animais que se levantarão e tomarão o poder nos últimos tempos. O primeiro animal, a Bíblia chama de “a besta” é um poder político que governará a terra nos últimos tempos. O segundo é o Anticristo.

Apocalipse 17,8-12 contém uma descrição mais detalhada do animal. É claro que o animal vai ser uma espécie de união de diferentes nações e poderes políticos que funcionam como um só. O seu objetivo vai ser de governar a terra de forma independente, completamente livre de Deus.

A besta e da prostituta

A besta trabalha juntamente com a prostituta, um poder espiritual que trabalha para destruir o evangelho e desviar as pessoas da verdade. A prostituta mistura cristianismo com o mundo e anuncia que as pessoas podem viver, ao mesmo tempo, tanto para com Deus e para si mesmos. Isso representa todas as falsas igrejas do mundo. A relação entre a besta e a prostituta é mutuamente de benéfico mutuo, mas também se odeiam. A prostituta dá aos povos do mundo uma religião agradavél e ajuda a acalmá-los e mantê-los na linha. Em troca, a besta dá dinheiro a prostituta e apoio do governo.

A besta e o  Anticristo

A besta também trabalha em estreita colaboração com o Anticristo (o animal da terra, Apocalipse 13,11-12). O Anticristo detém a autoridade da besta e seu objetivo é fazer com que todos os povos da terra adorem a besta.

Ambos os espíritos estão trabalhando em nosso tempo presente. (1 João 2:18) No entanto, nenhum deles atingiu a força plena. Enquanto a noiva de Cristo está trabalhando na terra e vai limitar o desenvolvimento dos servos de Satanás.

O sentir da noiva de Cristo é o caminho da humildade; servir a Deus em todas as coisas, em vez de fazer a sua própria vontade. (Filipenses 2.5-8) O sentir da besta e do anticristo é exaltar a si mesmo; servem apenas os seus próprios interesses e resistem a Deus. (2 Tessalonicenses 2,3-4) Quando a noiva vai ser arrebatada, então o Espírito Santo, que trabalha para parar a besta e o Anticristo, também vai deixar a terra. (2 Tessalonicenses 2,6-8) Isso dará a besta e o anticristo a oportunidade que precisavam para tomar o poder absoluto na terra.

Nos anos antes do arrebatamento a besta vai cada vez mais se desenvolver e crescer no poder. Aparentemente, vai resolver muitos dos problemas do mundo e mostrar às pessoas que «não precisamos de Deus.»

«Há paz e segurança, então lhes sobrevirá repentina destruição, como as dores de parto àquela que está grávida, e de modo nenhum escaparão.» 1 Tessalonicenses 5.3. Vai parecer que a besta vai resolver muitos dos problemas do mundo, mas ao final, a destruição virá sobre eles.

Após o Arrebatamento

Após a noiva de Cristo é arrebatados para o céu a besta vai ver sua chance de tomar o poder completo. Não haverá nada para impedi-lo descartar a prostituta e todas as formas de religião uma vez por todas, e compreender o mundo a si próprio. (Apocalipse 14,8 Apocalipse 17.16) falará “arrogâncias e blasfêmias” contra Deus, e pode fazê-lo por três anos e meio. Ao longo do Anticristo ele vai declarar-se como o governante do mundo e forçar todos a se curvar a ele. (Ver Apocalipse 13-14).

Agora é quando o animal vai mostrar sua verdadeira face e destruição virá sobre o povo. A besta será uma superpotência aparentemente benevolente e qualificado para uma ditadura global. Persegurá e lutará abertamente contra os servos de Deus na terra, e receberá total autoridade sobre toda a terra. (Apocalipse 13,7 Apocalipse 17,15-17)

A besta obrigará a todos a rejeitar a Deus e adorá-Lo. Os que aceitam esta exigência vai receber um sinal na mão ou na testa para mostrar a sua decisão. Sem esta marca ninguém pode comprar ou vender. (Apocalipse 13,16-17) Será um tempo terrível e difícil para todos os que anseiam servir a tempo de Deus. Sua maior esperança de salvação vai morrer como mártires. (Apocalipse 14:13)

Os ideais da besta

Os cristãos serão perseguidos e pressionados a abandonar Deus. Os ideais que a besta prega para as massas são o mundanismo completo e absoluta.

A «religião» do dia é adorar o homem e, portanto, a própria besta. (2 Tessalonicenses 2: 3-4) O objetivo é a gratificação instantânea de desejos e instintos humanos básicos. Quando Deus criou o homem, ele criou o corpo da terra, mas o espírito foi infundida no corpo por Deus. Havia duas coisas distintas, e como o corpo terrestre precisa de alimento para viver, o espírito precisa de alimento espiritual.

Está escrito que “não só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que sai da boca de Deus.” Mateus 4.4. No entanto, a besta está ocupada apenas de pão e não de alimento espiritual. Todos os pensamentos de Deus se esquece ou nega. O objetivo da besta é mostrar que a humanidade não precisa de um deus; assim eles podem lidar sozinhos.

A queda da Besta

A besta reinará sobre a terra por três anos e meio. (Apocalipse 13,5) Mas quando o tempo passa, será suficiente. Jesus voltará à Terra com os exércitos do céu e derrubar o regime da besta. Tanto a besta e do anticristo serão lançados vivos no lago de fogo eterno. Seus seguidores serão mortos com a espada de Jesus. (Apocalipse 19,20-21) Satanás, o Senhor da besta, será capturado e acorrentado no abismo por mil anos.

Isto irá marcar o início de uma nova era de paz e prosperidade chamado o reino de mil anos.

Preparação para o final

Não é difícil ver que as condições do mundo cresce e estão a piorar com o passar do tempo. Governos ao redor do mundo também estão cada vez mais unidos. Enquanto isso em si não é necessariamente uma coisa ruim, o espírito desta “unidade” será o que finalmente vai fazer as pessoas se juntam e levar sozinho, sem Deus. Isto significa que seguir seus próprios desejos, e, portanto, na realidade, levar a cabo o propósito e a vontade de Satanás. Vai ser um grande espírito de orgulho ateu.

Que este é realmente um despertar para nós! O mundo está à beira de impiedade absoluta, mas ainda estamos em liberdade condicional. Ainda temos tempo para servir a Deus e viver de acordo com suas leis, enquanto nós temos a chance.

A vida sob o reinado da besta será uma experiência terrível, e o melhor que um servo de Deus pode ser esperar nesse momento e que vai morrer como um mártir. É realmente um prêmio de consolação terrível se nós pensamos que a oferta temos agora! Sendo um servo fiel de Cristo, prepare-se como sua noiva e ser arrebatados aqui para estar com Jesus!

11/02/2020

DE QUEM É A POLITICA?

A maioria dos cristãos ainda mantém aquele preconceito e falta de conhecimento ao afirmar que POLITICA É DO DIABO.
Eu digo:A politica não é do Diabo. Quem criou ou inventou a politica como sistema de governo e o entregou ao homem foi Deus; Ao criar o homem e dizer ao mesmo " frutificai  e multiplicai-vos, e enchei a terra, e SUJEITAI-A;E DOMINAI sobre os peixes do mar e as aves do céu, e SOBRE TODO SER VIVENTE QUE SE MOVE SOBRE A TERRA".(GN 1.27 E 28)
O termo politica tem o sentido de CIÊNCIA DE GOVERNAR. E GOVERNAR, neste contexto, tem o sentido de SUJEITAR E DOMINAR, encontrado no versiculo mencionado acima.
O que ocorre é que muitos ultilizam da politica de forma DESONESTA, CORRUPTA. Mas MUITOS nao sIgnifica TODOS.
E por causa destes MUITOS nao podemos julgar e condenar a todos.
Há, por exemplo, MUITOS PASTORES ORDINARIOS. Mas seria justo condenar a todos PASTORES por causa destes muitos?
Aqui no grupo nao se fala de politica no sentido de propagar alguma candidatura. Mas falamos de politica no sentido de INFORMAR FATOS E ORIENTAR.
Lembrando que Deus sempre se ultilizou de POLITICOS no contexto biblico para fazer seus fins.
Um dos casos mais célebres foi é o de José no Egito, que para chegar aonde Deus queria colocar ele, foi vendido como escravo pelos seus irmaos, acabando indo servir na casa de Potifar, sendo caluniado por rejeitar a se deitar com a prostituta, passando anos na prisao e sendo elevado  a GOVERNADOR DO EGITO,  e ai sendo usado por Deus para cumprir um grande.proposito que trouxe livramento a Israel.
Lembremos-nos tambem de Davi, que de pastor de Ovelhas foi a Rei de Israel. 
Que dizer de Daniel, que tambem foi GOVERNADOR NA BABILONIA?
E José de Arimateia e Nicodemos, senadores que foram ate Jesus, e foram uteis ao Senhor? 
E se politica é tão do Diabo assim, por que muitas igrejas tem em suas AGOs, eleicao para cargos na diretoria? Eleição não seria politica?
Entao, meus amigos, precisamos entender que SOMOS CONTRARIOS A CORRUPCAO EM QUALQUER MEIO, OK?
POLITICA CORRUPTA É DE SATANAS.
MAS ESTE ANO TEMOS ELEIÇÕES MUNICIPAIS.
EU NAO SOU CANDIDATO, E NAO ESTOU PROPAGANDO CANDIDATO ALGUM AQUI.
Porem, repito:VAMOS PESQUISAR SOBRE  AS OPCOES QUE SURGIRAO, ANTES DE VOTAR EM A OU B.
Candidato que se alia a partidos contrarios aos valores  cristaos e morais da familia, sao servos do Diabo.
Candidatos que compram seu voto com cesta basica ou pagamento de seu talao de luz, estes mesmos farao leis malignas para destruir seus valores e se venderao aos corruptos.
Por que eleger pai de santo e traficante se podemos eleger uma pessoa crista, de bom testemunho, o qual sabemos que defenderá nossos principios e valores morais e cristaos?
Eu sempre me pergunto:
E se nao houvesse estes piucos cristaos que temos nos cenários politicos municpal, estadual e nacional?
Quem nos defenderia de projetos como por exemplo, levar kit gay para as escolas e nossas crianças serem ensinadas a serem HOMOSSEXUAIS?
Quem teria defendido os direitos que as igrejas cristãs e seus lideres tem hoje?
Cuidado com quem voce vai ajudar a ser eleito.
A Biblia diz:
"FAZEI O BEM A TODOS, MAS PRINCIPALMENTE AOS DOMESTICOS DA FÉ."

05/01/2020

Gogue e Magogue - A PROFECIA DO FIM

  



Quem é Gogue de Magogue?
Ezequiel 38:1 profetizou sobre a vinda de um terrível rei, Gogue, da terra de Magogue, para opor o povo restaurado de Deus. Os capítulos 38 e 39 descrevem a preparação dos exércitos que apoiaram Gogue, o seu ataque contra o povo de Deus e a sua repentina derrota por Deus.  As nações que iam participar com Gogue na batalha representam diversos povos gentios. É interessante notar que a maioria desses nomes vem de Gênesis 10, das listas de descendentes de Jafé e Cam. Nenhum deles se encontra na lista dos descendentes de Sem.

A linhagem da promessa é traçada através de Sem. Abraão, Davi e Jesus são descendentes de Sem. Jafé e Cam, por sua vez, eram antepassados de muitas nações ímpias, conhecidas geralmente como gentios. Essas informações esclarecem para nós a simbologia de Ezequiel 38 e 39. Os exércitos de Gogue de Magogue representam os inimigos do povo de Deus tentando derrubar Israel restaurado.

Nada no contexto (um livro que usa um estilo apocalíptico) sugere que Gogue seria uma determinada pessoa histórica. Capítulo 37 é simbólico (ele fala da ressurreição de pessoas num vale cheio de ossos secos). Capítulos 40-48, também, são simbólicos (falam de uma cidade especial e um templo figurado que representam a presença de Deus no meio de seu povo redimido). No mesmo estilo, o profeta usa Gogue para representar a ameaça dos ímpios que tentariam derrotar o reino de Deus.

Numa profecia menos detalhada, Gogue e Magogue reaparecem em Apocalipse 20:8-10. Esta vez, Satanás é visto como o líder verdadeiro deles. O resultado é o mesmo: a súbita e decisiva vitória das forças de Deus. Como foi o caso em Ezequiel, o contexto no Apocalipse usa linguagem figurada, e não sugere uma pessoa específica e histórica.

Há muitas teorias e especulações fantásticas sobre passagens como estas, que deixam muitas pessoas tentando interpretar sinais sobre os fins dos tempos. Um dos grandes perigos desse tipo de interpretação é que as pessoas ficam olhando para ameaças externas e esquecem do inimigo maior: as tentações da carne que levam muitos a perdição (veja Tiago 1:14-15; Gálatas 5:19-21).

A mensagem da Bíblia para nós ensina que cada pessoa deve se preparar para sua própria morte, ou para a volta de Jesus, que será como ladrão da noite (2 Pedro 3:10). Naquele dia, ele nos julgará (João 5:27-29).



Gogue e Magogue é uma expressão que aparece no livro do Apocalipse como uma referência ao conflito final entre as forças satânicas e Cristo e Seu povo. Há muitas interpretações e teorias acerca desse evento, o que acaba gerando ainda mais curiosidade entre as pessoas acerca dessa expressão.

Gogue e Magogue no Antigo Testamento

Gogue e Magogue são citados em passagens do Antigo Testamento. No livro de Gênesis, Magogue é mencionado como um descendente de Jafé (Gn 10:2; 1Cr 1:5). Já Gogue, é citado como um rubenita, filho de Semaías (1Cr 5:4).
Apesar dessas referências iniciais, a passagem mais importante sobre Gogue e Magogue encontra-se no livro do Profeta Ezequiel (caps. 38 e 39). Gogue aparece como príncipe de Meseque e Tubal, e Magogue como sendo um povo, ou seja, a “Terra de Magogue”. Logo, a narrativa de Ezequiel apresenta Gogue da Terra de Magogue.

Gogue e Magogue no Apocalipse

Como já dissemos, a expressão “Gogue e Magogue” aparece no livro do Apocalipse para descrever uma última batalha que precederá o Juízo Final (Ap 20:7-10).
O Apóstolo João relata que acabado o Milênio, Satanás será solto por um pouco de tempo, “e saíra para enganar as nações que estão nos quatro cantos da terra, Gogue e Magogue, a fim de reuni-las para a batalha. Seu número é como a areia do mar” (Ap 20:8).
João continua a narrativa dizendo que as nações, persuadidas por Satanás, cercarão “o acampamento dos santos, a cidade amada“, porém um fogo descerá do céu e as devorará, resultando ainda na condenação eterna de Satanás no “lago de fogo que arde como enxofre“. Depois disso, João começa a descrever em detalhes a cena do Juízo Final.

Gogue e Magogue e as diferentes correntes escatológicas

Sabemos que existem diferentes correntes escatológicas, e cada uma delas possui uma visão específica acerca desse assunto.
Aqueles que defendem um futuro reinado milenar e literal de Cristo na terra após a Sua segunda vinda, afirmam que essa batalha de Gogue e Magogue ocorrerá ao término desse período, quando Satanás for literalmente solto novamente para enganar as nações. Vale dizer também que alguns pré-milenistas defendem que essa batalha ocorrerá antes do Milênio, porém creio que essa afirmação seja uma contradição com o próprio pensamento que eles defendem.
Portanto, seguindo esse raciocínio haverá então duas grandes batalhas finais: a batalha do Armagedom antes do Milênio e descrita no capítulo 19 do Apocalipse, e a batalha de Gogue e Magogue após o Milênio e descrita no capítulo 20 do Apocalipse.
Entre os defensores dessa posição há muitas divergências acerca desse evento, de modo que seria impossível citar cada uma delas. As mais comuns entendem que essa batalha de Gogue e Magogue se refere ao ajuntamento de várias nações para atacarem Israel no futuro.
As teorias sobre isso são tão específicas que até mesmo nomes de nações já foram sugeridos, entre elas: Rússia, Irã, China, Japão e Índia.
Já quem não defende um futuro reinado literal de Cristo na terra, entendendo que o Milênio precede a segunda vinda de Cristo, geralmente afirma que essa batalha é a mesma já descrita no capítulo 19, isto é, o Armagedom.

Como interpretar Gogue e Magogue?

Como vimos, a interpretação acerca dessa batalha dependerá da maneira com que interpretamos e entendemos o livro do Apocalipse e alguns eventos escatológicos descritos nele, sobretudo o Milênio.
Antes de falarmos sobre o Apocalipse, precisamos voltar ao livro do Profeta Ezequiel. Primeiro, é necessário compreender que o livro de Ezequiel possui um intenso uso de elementos simbólicos em suas profecias, num tipo de linguagem apocalíptica.
Os capítulos 38 e 39 do livro de Ezequiel, que nitidamente são proféticos, realmente apresentam algumas dificuldades de interpretação. Os estudiosos se dividem em diferentes opiniões. Como já mencionamos, muitos especulam até mesmo sobre nomes de nações contemporâneas dentro destes capítulos.
Talvez uma das teorias mais conhecidas seja aquela que identifica Meseque e Tubal como as cidades russas de Moscou e Tobolsk, e o “príncipe de Rôs” citado no versículo 2, como o “príncipe da Rússia”, ou seja, Gogue seria o comandante russo que atacará Israel no futuro.
Não precisamos nem dizer que esse tipo de interpretação não encontra qualquer fundamentação bíblica. Outros identificam Gogue com sendo Guigues, um rei da Líbia, conhecido nos textos acadianos do século 7 a.C. como um vassalo dos assírios.
Uma boa interpretação sobre assunto sugere que a profecia de Ezequiel se refere ao poder dos selêucidas, especialmente com Antíoco Epifanes, inimigo terrível do povo judeu, cujo centro do seu reino ficava localizado no norte da Síria.
Ao norte, o domínio dos selêucidas incluía Meseque e Tubal, distritos da Ásia Menor. De acordo com essa interpretação, a perseguição imposta por Gogue de Magogue, refere-se, em Ezequiel, à dura perseguição imposta pelo governador da Síria, Antíoco Epifanes, sob o povo de Deus.
Como disse, considero essa uma boa interpretação, entretanto não creio que a profecia de Ezequiel se esgote nesse período da História. Penso que Ezequiel também se refere, de forma geral, a batalha final contra o povo de Deus, de maneira que o ocorrido com Antíoco Epifanes tipifica uma perseguição ainda maior.
É interessante o uso específico de “Meseque e Tubal”. Sempre que as ameaças a Israel são descritas no Antigo Testamento, tais ameaças vêm do norte, geralmente referindo-se a Assíria, Babilônia e Pérsia. Quando Ezequiel fez referência a “Meseque e Tubal” ele utilizou tribos que viviam nos limites dos reinos do norte, no sentido de mostrar que haveria uma oposição ainda mais difundida contra o povo de Deus.
Portanto, creio que a profecia de Ezequiel se cumpriu em Antíoco Epifanes, mas também se cumpre em todos os poderes orquestrados contra o povo de Deus.
Voltando agora ao Apocalipse, podemos compreender que João tinha em mente esse terrível período de dor e aflição quando usou a expressão “Gogue e Magogue”. A grande opressão que o povo de Deus suportou na antiga dispensação, serve de símbolo para a maior opressão que o povo de Deus precisará suportar na nova dispensação.
Logo, a expressão Gogue e Magogue se refere ao ataque final das forças anticristãs lideradas por Satanás contra a Igreja de Cristo. João identifica Gogue e Magogue como “as nações que há nos quatro cantos da terra“, ou seja, não se trata de uma nação específica, mas a totalidade do mundo, isto é, a perseguição do mundo iníquo contra a Igreja.
João ressalta que o exército dessa batalha é muito numeroso, tanto como a areia do mar. Nos dias do governo de Antíoco Epifanes, o povo de Israel parecia indefeso diante do poder do exército sírio. Da mesma forma, nos últimos dias que precedem a volta de Cristo, a opressão será tão grande que a Igreja parecerá indefesa diante do poder perseguidor do mundo.
Outro fato interessante é que, apesar de intenso e severo, o domínio de Antíoco Epifanes teve breve duração, tal como será o curto período de tempo de grande tribulação sobre a terra, conforme Jesus alertou em seu sermão escatológico (Mc 13:20; cf. Ap 11:11).
Também vale ressaltar que a derrota das forças da Síria foi surpreendentemente inesperada, ou seja, foi uma interferência direta de Deus. Da mesma forma ocorrerá nos momentos finais da presente era com o retorno de Cristo.
Portanto, o capítulo 20 do Apocalipse não descreve um conflito entre nações, mas um conflito entre a Igreja e o mundo. Esse conflito de Gogue e Magogue é o mesmo já citado em outras partes do próprio Apocalipse (cf. Ap 16:12ss; 19:19).
Note que em Apocalipse 16:14 lemos a expressão “a fim de reuni-los para a batalha do grande dia do Deus todo-poderoso“. Já em Apocalipse 19:19, a expressão é a seguinte: “para batalharem contra aquele que estava assentado sobre o cavalo, e ao seu exército”.
Finalmente em Apocalipse 20:8, somos informados de que Satanás sairá “a enganar as nações que estão sobre os quatro cantos da terra, Gogue e Magogue, cujo número é como a areia do mar, para as ajuntar em batalha“. No original, lemos em todos estes casos a expressão “a peleja“.
A descrição que João faz acerca da batalha do Armagedom (Ap 19:17-21) é uma clara evidencia de que se trata da mesma batalha do capítulo 20 do Apocalipse. Perceba que no capítulo 19, João também faz referência a mesma passagem do livro de Ezequiel (Ez 39:17-20). Em ambas as passagens as aves do céu se fartam da carne e do sangue dos poderosos da terra.
Devemos nos lembrar de que o livro do Apocalipse está organizado em sete seções paralelas e progressivas, ou seja, a mesma história é contada e recontada com perspectivas diferentes, de modo que a narrativa vai se tornando mais intensa e detalhada conforme avançamos para o final do livro.
O detalhe particular do capítulo 20 acerca dessa mesma batalha já mencionada e que as outras referências ainda não haviam esclarecido, fica por conta da descrição do que acontece com Satanás, ou seja, nas outras referências João já havia descrito a queda dos ímpios e a queda dos aliados do dragão (a besta, o falso profeta e a grande Babilônia). Faltava apenas ele descrever a queda do dragão.
Como Satanás é o maior oponente de Cristo, naturalmente sua queda é narrada por último. Isso é exatamente o que ocorre no capítulo 20. Para saber mais sobre isso leia os textos: “Como Estudar o Livro do Apocalipse” e “Leitura de Recapitulação ou Sucessão em Apocalipse“.
Gogue e Magogue é o Armagedom, é o pouco tempo de Satanás, é a grande tribulação, é o período mais terrível da História, onde o dragão e seus aliados perseguirão duramente o povo de Deus.
Todavia, o livro do Apocalipse nos mostra que todos estes inimigos de Cristo e de Sua Igreja caem juntos, ao mesmo tempo, em um único evento, em uma única batalha. Todos são destruídos na segunda vinda de Cristo, onde o Cordeiro virá para livrar o Seu povo, onde a cólera de Deus será derramada, onde o juízo de Deus estará completo. Esse dia será maravilhoso para uns e aterrorizante para outros.
Para concluir, quero dizer que embora existam diferentes opiniões sobre o assunto, o importante é que todas elas concordam que nessa batalha Satanás será condenado eternamente no lago de fogo e enxofre, e de dia e de noite, juntamente com seus aliados, será atormentado.

Política atual do Oriente Médio está formando Gogue e Magogue, afirma estudioso

Joel Rosenberg aponta para “sinais inegáveis” ​​que estamos no fim dos tempos


Desde que Jesus começou seu ministério na terra, há dois mil anos, a igreja debate questões sobre o “fim dos tempos”. Um dos autores mais profícuos sobre esse tema na atualidade é o norte-americano Joel Rosenberg, 51 anos, que tem 15 livros no currículo que juntos já venderam mais de 5 milhões de cópias. Ele é um dos responsáveis pela percepção crescente de como o islamismo se encaixa no cenário profético, algo que por séculos foi ignorado pelos teólogos.
Rosenberg formou-se na Universidade de Tel Aviv, em Israel, e pela Faculdade Syracuse, nos Estados Unidos. Além da formação teológica, especializou-se em Oriente Médio e vem discutindo com frequência em seus textos como algumas profecias bíblicas estão sendo cumpridas em nossos dias.
Em seu novo livro, The Kremlin Conspiracy [Conspiração do Kremlin], ainda inédito em português, ele procura mostrar o papel da Rússia nesse cenário, ao lado de seus maiores aliados políticos no momento: Turquia e Irã.
Durante uma recente aparição no programa cristão Pure Talk, ele revelou por que acredita que a humanidade entrou “tecnicamente” nos últimos dias, dado o momento em que as relações internacionais e alianças militares desenham o quadro descrito pelo profeta Ezequiel quando falou sobre a guerra de Gogue e Magogue.
Embora Rosenberg lembre que não é prudente definir uma data para os eventos, defendeu que há muitos sinais indicando que a humanidade está vendo muitos sinais do cumprimento da profecia bíblica.
“Eu não sei quando será, mas se você olhar para todas as profecias… Temos um grande caos global. Mais cristãos foram massacrados no século passado do que em qualquer outro momento da história humana. Tudo isso é significativo”, assegura.
Para o estudioso, o renascimento de Israel em 1948, concretizou uma das “principais profecias” no Antigo Testamento. Ele acredita que estamos vivendo o que o texto de Ezequiel 36-39 previu, com a tentativa de se exterminar os judeus no Holocausto, a ressurreição do Estado judeu após quase dois mil anos deixando de ser nomeada entre as nações. O próximo evento, considerando a ordem cronológica das revelações seria a invasão de Israel na guerra de Gogue e Magogue.
Rosenberg diz ter convicção que isso será liderado pela Rússia. Ele ofereceu uma interpretação dos eventos à luz do que está acontecendo no mundo agora. “Um líder da Rússia irá formar uma aliança com o Irã, a Turquia e alguns outros países para cercar e atacar Israel nos últimos dias”, destaca, embora não queira afirmar que isso ocorrerá com os atuais líderes dessas nações.
Mesmo assim, o teólogo acredita que as atividades da Rússia na Síria e suas relações com outros países que se antagonizam a Israel, como Irã e Coréia do Norte não podem ser ignoradas. “Só sei que o que temos hoje não é bom”, disse ele. “Vladimir Putin é mais perigoso que o islamismo radical, embora a maioria das pessoas [nos EUA] não percebam”, insiste.
Lembra ainda que existem tratados militares sendo assinados pela Rússia e pela Turquia com vários países na África, que estão nas regiões citadas pela profecia. O versículo de Ezequiel 38:5 diz “Pérsia, Cuche, e os de Pute”. Eles seriam o atual Irã, o Sudão e a Líbia respectivamente. Com todos esses essa relação já está formalizada.
Independentemente do que aconteça, Rosenberg disse que é essencial que os cristãos orem pela paz em Jerusalém. Ele também encorajou os cristãos a interceder e, quando possível, ajudar a fornecer ajuda humanitária aos afetados pela carnificina que atualmente ocorre contra as minorias cristãs em grande parte do Oriente Médio. Com informações Christian Post


 Vejamos o que nos diz a WIKPÉDIA:   Gogue e Magogue


Pintura Persa do século XVI que ilustra a construção de um muro

Gogue e Magogue (hebraico: גּוֹג וּמָגוֹג; árabe: يَأْجُوج وَ مَأْجُوج) aparecem no livro de Gênesis, nos livros de Ezequiel, Apocalipse e no Alcorão. São muitas vezes apresentados como o nome de um príncipe, ou de um líder, ou ainda de um povo que habitava em uma região denominada Meseque e Tubal. Eles também aparecem na mitologia e no folclore.

Referências bíblicas

Magogue ou Magog é citado na Tábua das Nações em Gênesis 10:2 como o epônimo antecessor de uma pessoa ou nação: "Os filhos de Jafé são: Gomer, Magogue, Madai, Javã, Tubal, Meseque e Tiras." Gogue ou Gog é citado como descendente de Rúben (filho mais velho do patriarca Jacó) em 1 Crônicas 5: 3 e 4. Gogue e Magogue aparecem juntos no livro de Ezequiel no capítulo 38, versículos 2 e 3:
2. "Filho do homem, dirige o teu rosto contra Gogue, terra de Magogue, príncipe e chefe de Meseque, e Tubal, e profetiza contra ele." 3. "E dize: Assim diz o Senhor DEUS: Eis que eu sou contra ti, ó Gogue, príncipe e chefe de Meseque e de Tubal."

Identificações

No judaísmo

Para as turmas dos teiros Gogue, o príncipe, é explicado por Rashi, Radak (David Kimhi) e outros como o rei da nação de Magogue, descendente de Magogue, filho de Jafé, que é filho de Noé. Não há nação particular associada com eles, nem nenhum território particular além do norte de Israel. No livro Antiguidades Judaicas, o historiador judeu, Flávio Josefo identifica Magogue com os citas, nome que era usado na antiguidade para definir um número de pessoas provenientes do norte do Mar Negro. O Talmude e o Midrash também tratam da localização de Magogue, e usa os nomes Gytia (גיתיא) e Germânia (גרמניא), identificados por alguns estudiosos como Carmânia e Sattagydia, regiões atualmente localizadas no leste do Irã e Baluchistão, que é também chamado de Sakastan, que significa "casa dos citas" (nome que Flávio Josefo dava aos Magogues).

No cristianismo

Magogue foi o neto de Noé (Gênesis 10:2). Os descendentes de Magogue provêm do lado extremo a Israel, provavelmente da Europa e Norte da Ásia (Ezequiel 38:2). Magogue parece ser usado para referir-se aos "bárbaros do norte" em geral, mas pode também ser a conexão de Magogue a uma pessoa. O povo de Magogue é descrito como um povo guerreiro (Ezequiel 38:15; 39:3-9). Gogue e Magogue são descritos em Ezequiel 38-39 e em Apocalipse 20:7-8. Enquanto essas duas instâncias carregam ou sustentam o mesmo nome, um estudo mais claro das escrituras mostra evidentemente que eles não se referem à mesma pessoa ou eventos. Na profecia de Ezequiel, Gogue seria um líder de um grande exército que ataca a terra de Israel. Gogue é descrito como "da terra de Magogue, príncipe de Meseque e Tubal" (Ezequiel 38:2-3). Em Ezequiel, a batalha de Gogue e Magogue ocorre no período da tribulação. A evidência mais forte nesse conceito é que o ataque pode ter acontecido quando Israel estava em paz (Ezequiel 38:8, 11). De acordo com Ezequiel, essa era uma nação que tinha segurança e pôs à prova suas defesas. Quando Israel pactuou com a Besta ou Anticristo, em efeito do começo da Profecia das 70 Semanas (também conhecido com 7 anos de tribulação, Daniel 9:27ª), Israel poderia estar em paz. Possivelmente a batalha ocorreria na metade do período de sete anos. De acordo com Ezequiel, Gogue foi derrotado por Deus nas montanhas de Israel. O abate seria tão grande que levaria sete meses para enterrar todos os mortos (Ezequiel 39:11-12). Gogue e Magogue são mencionados novamente em Apocalipse 20:7-8. O uso duplicado dos nomes Gogue e Magogue em Apocalipse é para mostrar que aquelas pessoas demonstraram a mesma rebelião contra Deus e antagonismo para com Ele assim como em Ezequiel 38-39. O livro de Apocalipse usa a profecia de Ezequiel sobre Magogue para mostrar os últimos tempos, o ataque final à nação de Israel (Apocalipse 20:8-9). O resultado final dessa batalha é que tudo será destruído, e Satanás será lançado no lago de fogo e enxofre (Apocalipse 20:10).

No islamismo

Gogue e Magogue aparecem no Alcorão sura Al-Kahf (A caverna), 18:83-98, como Yajuj e Majuj (Ya'jūj e Ma'jūj ou يَأْجُوج وَ مَأْجُوج, em Árabe).
De acordo com a tradição islâmica, Gogue e Magogue são “filhos de Adão” Sahih al-Bukhari e seres humanos, que podem ser soltos quando uma pessoa retorna a uma cidade que foi destruída e eles são banidos de lá. Alguns estudiosos acreditam que essa cidade seja Jerusalém. Eles teriam grandes poderes e quando liberados poderiam causar a corrupção na sociedade. Alguns estudiosos muçulmanos alegam que o Gogue de Ezequiel, versículo 38:2, deve ser lido Yajuj (há uma maqaph (מקף) ou hífen imediatamente antes de Gogue na versão hebraica, que em algumas impressões parece a letra hebraica "yod", ou "Y") Segundo alguns intérpretes desses versículos corânicos, Dhul-Qarnayn (aquele com dois chifres ou duas idades - quem impacta em duas épocas), viajou o mundo em três direções, até que encontrou uma tribo ameaçada por Gogue e Magogue, que eram de uma "natureza má e destrutiva" e "causou grande corrupção sobre a terra". O povo ofereceu tributo em troca de proteção. Dhul-Qarnayn concordou em ajudá-los, mas recusou a homenagem. Ele construiu uma grande muralha que as nações hostis eram incapazes de penetrar. Eles vão ficar presos lá até o doomsday, e sua saída será um sinal do fim. A conta do Alcorão de Dhul-Qarnayn segue de muito perto a Portas de Alexandre, história do romance de Alexandre, uma compilação cuidadosamente enfeitada de Alexandre, o Grande.

Gogue Testemunha e Magogue na Grã-Bretanha

Gigantes

Gogue e Magogue, figuras baseadas na Mitologia britânica, localizados na Arcada Real, em Melbourne
Gogue e Magogue são descritos como gigantes, e suas imagens são carregadas em uma procissão tradicional no Lord Mayor’s Show para o Lord Mayor of London (Nobre Prefeito de Londres). De acordo com a tradição, os gigantes Gogue e Magogue são guardiões da Cidade de Londres, e as suas imagens são carregadas no Lord Mayor’s Show desde os dias do Rei Henrique V. A procissão começa no segundo sábado do mês de Novembro. Uma conexão mais antiga de Gogue e Magogue aparece em Geoffrey de Monmouth, na obra Historia Regum Britanniae, que mostra Goemagot, um gigante, que foi morto pelo herói homônimo Cornish Corin ou Corineus. Corineus é suposto de ter matado o gigante, jogando-o para o mar, perto de Plymouth. Robert Wace (Roman de Brut), Layamon (Brut Layamon) (que chama o gigante de Goemagog) e outros cronistas recontam a história, que foi apanhada mais tarde por poetas e romancistas.

Montes Gogue e Magogue

Os Montes Gogue e Magogue (English: Gog Magog Hills ou Gog Magog Downs) estão a três milhas do sul de Cambridge, e é dito ser a metamorfose do gigante depois de ter sido rejeitado pela ninfa Granta. O vidente Thomas Charles Lethbridge afirma ter visto um grupo de três esculturas escondidas nos Montes Gogue e Magogue. Ele os cita em seu livro Gogmagog: The Buried Gods (Gogue Magogue: Os Deuses Enterrados). Por causa disso os montes foram batizados com esse nome.

Gogue e Magogue na Irlanda

Obras da mitologia irlandesa, incluindo Lebor Gabála Érenn (O livro das invasões), falam que Magogue (com uma história parecida em Gênesis) é filho de Jafé, que o fez ancestral da Irlanda. Seus três filhos foram: Baath, Jobhath e Fathochta. Magogue é considerado o pai da raça irlandesa e progenitor dos citas, assim como numerosas outras raças ao redor da Europa e da Ásia Central. Partholón, líder do primeiro grupo que colonizou a Irlanda, depois do Dilúvio, foi um descendente de Magogue. Os Milesianos, ou pessoas da 5ª Invasão da Irlanda, também foram descendentes de Magogue.

Veja também

Referências

  • Bíblia Sagrada Edição ARA - Almeida Revista e Atualizada, SBB
  • 1. Gênesis 10:2
  • 2. Ezequiel 38:2-11
  • 3. Ezequiel 39:3-9
  • 4. Apocalipse 20:7-9
  • 5. Sabbag, David C. (2007). Dicionário Bíblico. [S.l.]: DCL
  • 6. Josefo, Flávio (1930). Antiguidades Judaicas. Boston: Harvard University Press
  • 7. Scafi, Alessandro (2006). Mapeando o Paraíso. A História do Paraíso na terra. London: British Library. pp. 201,208
  • 8. Scafi, Alessandro (2006). Mapeando o Paraíso. A História do Paraíso na terra. London: British Library. pp. 201,208
  • 9. Block, Daniel I. (1997). Gog & Magog em Ezequiel's Visão Escatológica. Estudos Evangélicos no alvorecer do novo milênio. London: InterVarsity Press

Ligações externas

29/08/2019

AO AMIGO FALSO...


Infelizmente, muitas vezes percebemos que não deveríamos ter depositado tanta confiança em certas pessoas que considerávamos amigos, pois elas acabam tomando atitudes que nos decepcionam e mostram que não eram verdadeiras conosco.
Amigos falsos desaparecem quando surge a primeira dificuldade.
De repente a decepção vem de onde menos esperamos e nos revela a verdadeira identidade das pessoas em quem confiamos.
Confiei, troquei abraços e acreditei na palavra de pessoas que achavam que eram amigas, mas foi é apenas falsidade e desilusão!
De vez em quando precisamos sacudir a árvore das amizades para caírem as podres.
Um amigo falso e maldoso é mais temível que um animal selvagem; o anim
al pode ferir seu corpo, mas um falso amigo irá ferir sua alma.
Às vezes uma nova amizade é tudo que precisamos para esquecer a decepção com um amigo falso.
Não tenha medo do inimigo que te ataca, mas sim do amigo falso que te abraça.
Os inimigos não traem, apenas causam decepções. Só os amigos traem!

Aprenda: certas pessoas permanecerão no seu coração, mas não na sua vida!
Amigos são como metais, uns são preciosos e outros não passam de imitações baratas!
As pessoas não mudam, elas apenas nunca foram o que você pensou.
Quando for fazer uma lista de amigos, faça a lápis.
Um amigo que me desilude será sempre alguém que não merecerá minha confiança de novo.
O amor morre na verdade, a amizade na mentira e o respeito na decepção.
A decepção me ensinou a enxergar as pessoas como exatamente são e não mais com os olhos do coração.
Depois de algumas decepções descobri que amigos vão me acompanhar o resto vida.
Não foi a falsidade que me decepcionou, mas sim a confiança cega que depositei no tal amigo achando que seria uma verdadeiro amigo.
Quando um amigo nos decepciona sentimos como se tivéssemos levado um soco no estômago, mas onde vai doer bastante é no coração.

TEGOTAE ZOLI
DEDICADO A UM "AMIGO" ...


26/07/2019

Fundamentos da Unidade Cristã


 Texto Básico: Efésios 4.4-6
“Há um só corpo e um só Espírito, assim como a esperança para a qual vocês foram chamados é uma só; há um só Senhor, uma só fé, um só batismo, um só Deus e Pai de todos, que é sobre todos, por meio de todos e em todos”. Efésios 4.4-6
O Apóstolo Paulo faz um apelo à unidade, ele mostra a unidade divina e a unidade cristã. Mas a unidade cristã não implica necessariamente em uniformidade, ação que só tem uma forma, falta de variedade. O ensino das Escrituras é que vivenciemos a unidade na diversidade e na pluralidade de dons e chamados. Reconhecer a importância da diversidade, nos leva a uma obra mais excelente. As nossas diferentes habilidades e capacidades cooperam para um melhor serviço. Elas somam e não dividem quando há unidade espiritual.
“São todos apóstolos? São todos profetas? São todos mestres? Tem todos o dom de realizar milagres? Tem todos dons de curar? Falam todos em línguas? Todos interpretam?” (1 Co 12.29-30)
A unidade é do Espírito, mas também, é algo que não se realiza sem a nossa cooperação. Ao ensinar sobre o tema da unidade, o apóstolo Paulo, em Efésios 4.4-6 expôs o que é unidade, ao descrever sete aspectos dela:

I. Unidade do corpo: “…um só corpo…”

A figura do corpo aqui se refere à Igreja e explica que ela é um organismo vivo e indivisível. É a figura que melhor expressa como devem ser nossos relacionamentos no contexto da igreja local. Todos os salvos formam “um corpo”, o corpo místico de Cristo. Somos “um só corpo” independente das diferentes denominações evangélicas, com exceção das pseudas igrejas, pois temos uma só cabeça espiritual – Cristo.
A Igreja como Corpo é uma unidade espiritual – onde todos os nascidos de novo estão unidos em Cristo. Mas esta unidade tem que se manifestar na horizontal, numa união onde judeus e gentios, homens e mulheres, escravos e livres, são um “em Cristo”.
Nossa posição “em Cristo” presente nos escritos Paulinos indica nossa união espiritual com Jesus, nos dá poder para ser mais “santos” e “fiéis” a Ele neste mundo. É por esta razão que uma das armas principais de Satanás – e das mais utilizadas contra a Igreja é a divisão e a desunião entre os cristãos. Mas se somos “santos” e “fiéis” a Cristo, podemos superar as sutilezas do tentador.
Comumente gostamos muito de estar com aqueles que gostam das mesmas coisas que nós, mas nos afastamos daqueles que são contrários aos nossos gostos. Supervalorizamos nossas habilidades e desvalorizamos as dos outros. Quando não há entendimento de que somos um corpo, a diversidade gerará divisão e não cooperação mútua. Um corpo saudável é constituído por vários membros e órgãos que trabalham em harmonia. Cada membro desempenhando sua função com excelência, coopera para o crescimento do corpo. Se algo não está bem em algum órgão, isto provocará uma má disposição em todo o organismo. As minhas atitudes e desempenhos individuais refletirão no coletivo. O meu relacionamento com os demais membros do corpo definirá a saúde dele.
Conta-se uma história de uma reunião que houve entre as ferramentas de uma marcenaria: a lixa solicitou a exclusão do martelo, pois o mesmo ficava batendo em tudo e fazia muito barulho. O martelo concordou, mas disse que a lixa era muito áspera e grossa. O parafuso foi acusado de ficar dando muitas volta para chegar ao seu propósito. Logo então falaram da régua que se achava certinha e se julgava no direito de medir tudo. No meio desta discussão apareceu o Senhor Marceneiro que reuniu todas as ferramentas e com habilidade utilizou cada uma e fez um móvel maravilhoso e perfeito.

II. Unidade de Espírito: “…um só espírito…”

O Espírito Santo é a terceira Pessoa da trindade divina. A “unidade do Espírito” é afirmada na unidade da trindade. A trindade é o melhor exemplo de unidade. “O termo em si é uma combinação do prefixo ‘tri’ com a palavra ‘unidade’, e se refere ao fato de que Deus é tanto três quanto um: na unidade dessa Divindade há três Pessoas, uma só em substância, poder e eternidade, o Pai, o Filho e o Espírito”.
Ricardo Barbosa diz que “para melhor entendermos o mistério da Trindade e sua relação com a vida, a fé, a espiritualidade e a unidade da igreja, precisamos refletir mais sobre a natureza do Deus bíblico e as implicações desta revelação sobre a nossa prática espiritual. É preciso cristianizar nossa compreensão de Deus. Deus é sempre a comunhão das três divinas pessoas. Deus-Pai nunca está sem Deus-Filho e o Deus-Espírito Santo. Não é suficiente confessar que Jesus é Deus. Importa dizer que Ele é o Deus-Filho do Pai junto com o Espírito Santo. Não podemos falar de uma Pessoa sem falar também das outras duas”.
A igreja é composta por pessoas, mas a sua dinâmica é espiritual. O Espírito Santo opera, dinamizando a Igreja para cumprir sua missão na terra. Portanto, para experimentar e expressar a unidade do Espírito é necessário estar sintonizado com o Espírito Santo, pois Ele é quem produz a unidade na Igreja.
Não é difícil perceber quando a obra é do Espírito ou da carne. Os resultados falam por si. Não há como dissimular: é a obra do Espírito que garante a unidade; são as obras da carne que geram divisão e partidarismo na igreja.
O Espírito Santo é o unificador. Ele nos liga a todos e nos faz ser um. Logo, onde o Espírito opera não há espaço para sentimentos de dissensões e divisões.

III. Unidade de Propósito: “…uma só esperança…”

A esperança nasce da vocação de Deus para nós. A nossa fé baseia-se na esperança. Quando Deus nos chamou para a salvação tornou possível nosso futuro em Cristo. A obra redentora de Cristo proporcionou a esperança da glória. Em relação ao presente, indica que aceitamos a obra de Cristo em nossos corações, cancelando os nossos pecados. Em relação ao futuro, esta esperança aponta para a volta de Cristo, a redenção plena da Igreja.
“Peço a Deus que abra a mente de vocês para que vejam a luz dEle e conheçam a esperança para a qual Ele os chamou. E também para que saibam como são maravilhosas as bênçãos que Ele prometeu ao Seu povo” (Efésios 1.18).
A nossa bendita esperança é a volta de Jesus Cristo, este é o nosso objetivo final, mas a nossa caminhada e o nosso trabalho aqui na terra precisam ser relevantes. Precisamos crescer, frutificar, brilhar e ser instrumentos para que reflitam a glória de Deus a este mundo.
Conhecer os propósitos de Deus para a nossa vida é fundamental! Por isso, precisamos, antes de tudo, conhecer o Criador e sua natureza. Deus não faz nada sem propósitos, tudo quanto Ele fez foi com propósito. Que Deus abra a nossa mente para descobrirmos a vocação de nosso chamado, afim de vivermos para o propósito de nossa criação.
Deus nos criou para sermos o Louvor de Sua Glória e nos deu habilidades para isso. Assim como, quando concluía cada obra de Sua criação e via que “era bom”, Deus possa olhar para nós e para cada realização nossa e dizer: “É muito bom”!
A Bíblia ensina que não é relevante ser judeu ou gentio, homem ou mulher, escravo ou livre. Não importa nossa posição social, as riquezas e habilidades, pois estas distinções, revelam nosso velho homem. Agora, como povo de Deus, temos que olhar para frente, para a “esperança da nossa vocação”.
A igreja fica dividida em função dos nossos títulos e posições, que são coisas periféricas. O caminho para conservar a unidade do Espírito na Igreja é olhar para as coisas que são de cima, não para as coisas que são da terra.

IV. Unidade de Autoridade: “…um só Senhor…”

Quem é o Senhor da Igreja? Jesus Cristo é o Senhor da Igreja! (Ef 1.22-23). O senhorio de Cristo não é um princípio, e sim a base dos princípios do Reino de Deus. Jesus é o Senhor absoluto de todas as coisas, inclusive das nossas vidas. Toda autoridade da Igreja está na Pessoa de Jesus Cristo. O senhorio de Cristo é sobre todos, sem exceção. Quando nos desvinculamos ou saímos da subordinação do senhorio de Cristo e colocamos um outro senhor qualquer que seja no altar da nossa existência, cometemos “adultério espiritual” e morremos. Não há como recebermos a Jesus, trocarmos de reino, entrarmos em um novo reino, reino da luz, e vivermos em constante rebelião aos princípios deste novo reino e, ainda, querermos os benefícios deste reino sem nos sujeitar ao senhorio deste novo reino. O plano de Deus é fazer tudo convergir ao Senhorio de Jesus.
Agora, não podemos dominar sobre ninguém e ninguém deve dominar sobre nós. Pois há “um só Senhor!” Nesta perspectiva, todos os cristãos estão num só nível diante de um único Senhor. Somente Ele tem posse e autoridade sobre nós. Estamos todos entrelaçados nEle e Ele entrelaçado em nós.
Quando nós entendermos o verdadeiro significado da expressão “um só Senhor” nosso conceito de liderança terá uma profunda reviravolta. Nossas brigas por posição deixarão de existir e nosso sentimento de “posse” será extinto. Quando esse dia chegar, nada mais importará, exceto o viver para a glória de Jesus!
Só, então, poderemos experimentar e expressar o verdadeiro significado da unidade espiritual!

V. Unidade de Fé: “…uma só fé…”

Esta fé é o mesmo que crença, ou sistema de doutrina: conjunto de princípios absolutos que une todos os cristãos e que consiste na essência do Evangelho. É isto que significa dizer que a igreja segue e vive a mesma fé. Existe fé para a salvação; fé como fruto do Espírito Santo; fé como dom sobrenatural e fé como esta que diz respeito ao que cremos.
A Igreja de Cristo segue e obedece a uma só fé, ou seja, o conjunto de princípios divinos.
Esta fé está fundamentada em Cristo e em sua palavra. Nossas opiniões pessoais ou sentimentos, que podem nos dividir, convergem em Deus e Sua palavra.
A fé não é um fim em si mesma e sim um meio para nos levar a alcançarmos um objetivo.
“Até que cheguemos à unidade da fé, e ao conhecimento do Filho de Deus, a homem perfeito, à medida da estatura completa de Cristo”. (Ef 4:13).
Estamos vendo tantos sendo motivados a fazer uso da fé, só para receber bênçãos, e não para crescer em Deus. Tendo um comportamento de meninos, pois envolvem em competições para realizações miraculosas e disputas que resultam em decepções e traumas. Vemos de um lado perdedores e de outro ganhadores – frustrados e orgulhosos, numa busca incansável de “ter”, esquecem- se de buscar o “ser”. Que a igreja esteja unida na mesma fé e busque maturidade. Ou seja: ser igual a Cristo em sua mais perfeita e completa forma.

VI. Unidade no Batismo: “…um só batismo…”

Batismo significa: imergir, mergulhar, refere-se ao ato de imergir algo em alguma coisa, ser colocado ou colocar-se dentro de…
Fomos imersos, colocados, mergulhados, no mesmo corpo. Este batismo é o sinal físico e simbólico da nossa entrada no Corpo de Cristo, a Igreja. É o símbolo da regeneração operada pelo Espírito Santo em nossas vidas. É a prova do arrependimento, que consiste num ato exterior da nossa fé no Senhor Jesus.
O que significa, na prática, a expressão “um só batismo”? Quando alguém recebe Jesus como Salvador, o próximo passo é confessar publicamente sua fé através do batismo, como um ato de entrada à vida da Igreja como Corpo de Cristo.
Morremos para nós e passamos a viver para Deus. Não é mais a minha vontade, ou, a vontade de outro que prevalece, mas sim, a vontade de Deus. Estamos inseridos neste Corpo que é indivisível e passamos a fazer parte de sua natureza.

VII. Unidade Familiar: “…um só Deus e Pai de todos…”

Deus é soberano! Deus é a fonte fundamental da unidade espiritual. O texto acima nos revela que:
– Deus está acima de tudo e de todos; “Pois todas as coisas foram criadas por Ele, e tudo existe por meio Dele e para Ele…” (Rm 11:36).
– Deus age por meio de todos, protegendo e provendo nossas necessidades; é o pai que sabe dar boas dádivas aos seus filhos; é a autoridade de onde flui tudo o que necessitamos.
– Deus habita em nós, dinamizando-nos com Sua presença contínua. Jesus é o Emanuel, que escolheu habitar no meio do Seu povo. Este Deus e Pai quer ter comunhão com Seus filhos; quer nos envolver com Seu amor.
Adão convivia naturalmente com Deus e todos os Seus atributos. Bem como Sua a Santidade e sem medo.
Deus o pai, era um com o homem e a mulher, havia um relacionamento transparente e feliz, não tinham falta de nada, até que o pecado quebrou esta unidade. Adão lança a culpa sobre sua companheira e estes se escondem de Deus. O homem agora tem vergonha de sua nudez e medo de Deus.
Deus permite Seu próprio filho ser exposto à vergonha, humilhação e morte, e morte de cruz, para nos resgatar e restaurar a comunhão conosco.
Este Deus único quer relacionar-se conosco como um pai. Somos filhos do mesmo pai, somos todos irmãos, somos membros da mesma família e nesta família todos são iguais e tem os mesmos direitos e deveres. O diabo quer destruir esta família, promovendo disputas e partidarismo. Por isto, temos a responsabilidade de lutar pela preservação e unidade desta família.

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