28/11/2017

PSICOPEDAGOGIA CRISTÃ

(Enviado por Bispa Emilia Dias)‍

👩‍👧‍👦 *SUGESTÕES para os pais que vão a igreja prestar culto a Deus com os filhos* 👨‍👩👨‍👩👨‍👩‍‍

*1º)*  Colocar os filhos sentados ao seu lado👨‍👩‍👧👪

*2º)* Explicar o significado do culto e orientá-las a não conversar durante o culto🤐🤐

*3º)* Oferecer a Bíblia para a criança📓📓

*4º)*  Ajudá-la a localizar a leitura bíblica e incentivá-la a participar📖📖

*5º)* Procurar chegar no horário certo⌚⏰

*6º)*  Dar lápis e pedir que desenhem o que está acontecendo durante o culto: Solista, coro, pastor pregando...✏📝

*7º)* Elogiar a música, o pastor e os trabalhos da igreja. A criança que só ouve críticas não terá prazer em participar do culto🎶🎶

*8º)*  Cantar hinos e cânticos em casa para que a criança aprenda e possa cantá-los nos cultos🎤🗣

*9º)*  Levar a criança ao banheiro antes do culto começar e NÃO a deixe sair durante o culto👨‍👩‍👧‍👦👨‍👩‍👧‍👦

*10º)*  Dar uma oferta para que ela possa contribuir🗳🗳

*11º)*  Não beliscar nem castigar a criança quando ela se mexer normalmente🙇🏼🙇🏼‍♀

*12º)*  O templo não é lugar de comer. Portanto, não dê biscoitos e balas às crianças durante o culto🍪🍭🍬

*13º)*  Não é lugar de brincar, não dê brinquedos🎮📱

*14º)*  Incentivar a prática do culto doméstico no lar🏠🏡

*15º)* 👨‍👩‍👧‍👦  Instrua a criança segundo os objetivos que você tem para ela, e mesmo com o passar dos anos não se desviará deles. Pv 22.6

👨‍👩‍👧‍👦👨‍👩‍👦‍👦👨‍👩‍👧‍👧
*Família projeto de Deus! Eu e a minha casa serviremos ao SENHOR!*

Compartilhar pra aprender!

Tenho muitos PAIS E MÃES pra elogiar quanto a esses ensinamentos das crianças..
Esses PAIS jamais se arrependerão ....
Ensinaram a criança nos caminhos em que ela DEVE andar ....

Enviado pela Bispa  Emília Dias

CARTA DE DEUS PARA VOCÊ

As palavras que você está prestes a ler são verdadeiras, são palavras de Deus para você. Elas vão mudar a sua vida, se você as deixar. Porque elas vêm do próprio coração Deus. Ele te ama. E Ele é o Pai que você vem buscando por toda a sua vida. Esta é Sua carta de amor para você:

Meu filho…
Você talvez não Me conheça… (Sl 139:1)
Mas Eu sei tudo sobre você.
Eu sei quando se senta e quando se levanta (Sl 139:2)
Eu conheço todos os seus caminhos (Sl 139:3)
E até cada um dos fios dos seus cabelos são contados por Mim (Mt 10:29-31)
Porque você foi criado à Minha imagem… (Gn 1:26-27)
Em Mim, você vive, anda e existe (At 17:28)
Pois você é Minha continuidade
Eu já lhe conhecia mesmo antes de você ser concebido (Jr 1:4-5)
Porque Eu escolhi você quando planejava a criação… (Ef 1:4)
Você não é um erro.
Porque todos os seus dias estão escritos em Meu livro (Sl 139:14-16)
Eu determinei o momento exato do seu nascimento
E onde viveria (At 17:26)
Você foi feito de uma forma admirável e maravilhosa (Sl 139:14)
Eu o criei e cuidei no ventre de sua mãe (Sl 139:13)
E o tirei do ventre no dia em que você nasceu (Sl 71:6)
Eu tenho sido mal representado por aqueles que não Me conhecem (Jo 8:41-44)
Mas não Estou ausente ou zangado (I Jo 4:16)
pois sou a expressão completa de amor
E é Meu desejo derramar todo o Meu amor em você (I Jo 3:1)
simplesmente porque você é Meu filho e Eu Sou seu pai.
Eu ofereço a você mais do que seu pai terrestre poderia oferecer (Mt 7:11)
porque Eu Sou o Pai perfeito… (Mt 5:48)
Cada graça que você recebe vem de Minhas mãos, pois Eu sou seu provedor e supro todas as suas necessidades (Mt 6:31-33)
Meu plano para o seu futuro tem sido sempre cheio de esperança (Jr 31:17; Cl 1:5,27)
Porque Eu te amo com um amor eterno (Jr 31:3)
Meus pensamentos sobre você são incontáveis como a areia na praia (Sl 139:17-18)
E Eu me regozijo sobre você com cânticos (Jr 3:17)
Eu nunca vou parar de fazer o bem para você (Jr 32:40)
Porque você é Meu tesouro mais precioso (Ex 19:5)
Eu desejo te estabelecer com todo Meu coração e toda Minha alma (Jr 32:41)
E quero te mostrar coisas incríveis e maravilhosas (Jr 33:3)
Se você Me buscar com todo o seu coração, você Me encontrará. (Jr29:13)
Se deleite em Mim e Eu darei a você os desejos do seu coração (Sl 37:4)
pois fui Eu quem colocou esses desejos em você (Fp 2:13)
Eu Sou capaz de fazer mais por você do que podes imaginar (Ef 3:20) pois
Eu Sou o seu maior encorajador (2Ts 2:16-17)
Sou também o Pai que conforta você em todas as suas dificuldades (2Co 1:3)
Quando seu coração está partido Eu estou perto de você (Sl 119:28)
Como um pastor carrega um cordeiro (Is 40:11)

Eu carrego você perto do Meu coração.
Um dia Eu enxugarei todas as lágrimas dos seus olhos (Ap21:3-4) e
Afastarei de você toda a dor que tenha sofrido nesta terra...
Eu Sou o seu Pai (Jo 1:12-13) e
Eu amo você assim como ao Meu Filho Jesus. Pois em Jesus,
Meu amor por você é revelado (Jo 17:22-26)
Ele é a representação exata do que Sou (Hb 1:3)
Ele veio para demonstrar que Eu estou contigo, e não contra ti (Jo 3:17)
e também para dizer a você que Eu não estou contando os seus pecados
Jesus morreu para que você e Eu pudéssemos nos reconciliar.
Sua morte foi a expressão suprema do Meu amor por você (Jo 3:16)
Eu desisti de tudo que amava para que pudesse ganhar o seu amor e,
se você receber a Palavra do Meu Filho Jesus, você irá Me receber!
E nada poderá separar você do Meu amor outra vez…
Venha para casa e Eu vou fazer a maior festa que o céu já viu (Lc 15:7)
Eu sempre fui um Pai e sempre serei Pai…
A Minha pergunta é: você quer ser Meu filho?(Jo 1:12-13)
Eu estou esperando por você… Deus (Lc 15:20-24)

23/11/2017

Palestra vida financeira cristã VIVENDO A RESPONSABILIDADE E AS PROMESSAS DO DIZIMO


Mateus 5.17: NÃO CUIDEIS QUE VIM PARA DESTRUIR A LEI OU OS PROFETAS. NÃO VIM AB-ROGAR (ANULAR) A  LEI, MAS VIM CUMPRIR (E FAZER CUMPRIR).
- Dos 107 versiculos do sermão do monte, 22 referem-se a dinheiro e 24 das 49 parábolas de Jesus falam de dinheiro.
- A lei do dizimo é ANTERIOR `lei de Moisés, e depois foi INCORPORADA a ela.
(Abrão entregou o dizimo de TUDO ao Rei de Salém, (Melquisedeque) - Genesis 14.20b.
DIZIMO: palavra de origem hebraica, do termo ‘ASAR’ e significa UMA PARTE, e tem o sentido de FICAR RICO,  CRESCER, ACUMULAR.
Jesus não veio ab-rogar (anular) o dizimo, ele veio cumprir.

LEI MORAL E LEI CERIMONIAL
LEI CERIMONIAL: referem-se aos costumes e tradições de Israel, por exemplo, sobre saúde, alimentação, etc. Não temos obrigação com esta lei.
LEI MORAL: Referem-se a leis morais, ou mandamentos, como os dez mandamentos que faziam parte da LEI, pois  permanecem até hoje pois são princípios eternos.
DIZIMO: Lei moral de prosperidade. O principio de que Deus é dono de tudo e com o nosso reconhecimento desta propriedade, é
expressa através de nosso DIZIMO.

O DIZIMO É UMA PRATICA GENERALIZADA. Ou seja, TODOS CUMPRIAM E DEVEM CUMPRIR.

Não há nenhum mandamento para o dizimo no NOVO TESTAMENTO? Sim, veja MATEUS 23;23, transcrito abaixo:
“Ai de vós, escribas e fariseus! (religiosos) Pois dizimais a hortelã, o endro e o cominho, (pequenas e valiosas ervas usadas como condimentos) e deixais o que é mais importante da Lei, ou seja: o juízo, a misericórdia e a fé. Devieis, porém, fazer estas coisas, sem omitir aquelas.” (eles eram meticulosos a
respeito destas coisas, mas davam pouca ou nenhuma importância a coisas que realmente importavam).

Dizimar é:
- cumprir a lei (juízo).
- Ser misericordioso (misericórdia).
- Exercitar a fé.

Algumas outras referencias sobre dizimo no NOVO TESTAMENTO:
Mateus 23:23 (mencionada acima);
Lucas 11:42.
Hebreus 7 1-10 (em que Melquisedeque aparece como figura de Cristo).

FINALIDADE DO DIZIMO
A finalidade do dizimo é suprir as necessidades e despesas internas e externas da igreja que o recebe.
Em igreja que age de forma LICITA, quem recebe a própria igreja, que o aplicará de forma ordenada.
Ou seja, para a sua manutenção e para que haja ‘mantimentos’ na casa do tesouro, para suprir a necessidade da igreja e de quem
precisar.
Quem não dizima não deveria usufruir de bens adquiridos com o dizimo de outros.
Quando dizimamos, cumprimos perante Deus a sua lei, e é Ele quem simbolicamente recebe, tanto que os dízimos são consagrados
pelos oficiais da igreja. Passa a ser de Deus.
Se alguém o roubar, usa indevidamente, arruma problema sério com Deus.
Se há pastores ladrões, que roubam dos dizimos das igrejas, há ladrões que são os que não dizimam.

PARTE 2
Dentre várias bênçãos para os fiéis, expomos agora o beneficio da proteção por sermos dizimistas:
“O que deixou o gafanhoto cortador, comeu-o gafanhoto migrador; o que deixou o migrador comeu-o o gafanhoto devorador; o que deixou o devorador comeu-o o gafanhoto destruidor”. (Joel 1:4)
PENSAMENTO: O profeta Joel, ministro da época do Rei Joás, visualizou uma invasão de gafanhotos (locustas, gafanhotos,  pulgões, lagartos e insetos vorazes) profetizando uma invasão de exércitos inimigos. Esta realidade pode ser constatada atualmente nas crises
financeiras. Elas agem contra patrimônios, casa, carro, provocam acidentes, destroem famílias, casamentos e comunidades, gerando miséria,
desmoralizando, sujando nome, provocando vergonha, luta, dor, angústias... Suicídio. Vamos estudar isso com profundidade e aprender como  se livrar das suas ações.
Geralmente, quando uma família evangélica se vê em dificuldades financeiras, a primeira atitude a ser tomada é cortar o  dízimo. O compromisso com Deus acaba ficando sem importância, para segundo plano, sendo programado para voltar a ser entregue "quando
a situação melhorar". Entenda agora porque este procedimento é perigoso para quem conhece a Palavra de Deus. Veja porque Deus é fiel à Sua Palavra, a tal ponto de não poder mudar as circunstâncias financeiras da sua vida, caso você esteja retendo mais do que lhe é justo...
1. A assolação dos gafanhotos. (Jl 1:4)
a) Cortador
- Age nas lavouras, estragando os frutos. Arruína a lavoura.
b) Migrador
- Age surpreendendo em bandos, aumentando o prejuízo feito pelo cortador.
c) Devorador
- Tipo violento que leva ao prejuízo e à falência.
d) Destruidor
- Poder de extermínio (escorpião): fere o agricultor e a família.
2. Os gafanhotos têm a sua estratégia.
a) Jl 1:6 - Destroem dia e noite.
"Porque veio um povo contra a minha terra, poderoso e inumerável; os seus dentes são dentes de leão, e ele tem os queixais
de uma leoa."

3. Os gafanhotos têm uma ação específica.
a) Jl 1:7 - Comem folhas, destroçam figueiras, tiram a casca, os sarmentos tornam-se brancos, perdem as forças e ficam estéreis.
"Fez de minha vide uma assolação, destroçou a minha figueira, tirou-lhe a casca, que lançou por terra; os seus sarmentos (1) se fizeram brancos."
4. As ações dos gafanhotos deixam sérias conseqüências.
a) Jl 1:12 - Vergonha, dor, lamento, pranto, luto, assolação, tristeza.
"A vide se secou, a figueira se murchou, a romeira também, e a palmeira e a macieira; todas as árvores do campo se secaram,
e já não há alegria entre os filhos dos homens."
5. Cada tipo de gafanhoto representa forças diabólicas que agem em patrimônios, bens, salários e riquezas.
a) Cortador - Atua na vida material do desobediente, come a renda, destrói o salário. Come através do cigarro, das bebidas,
dos jogos de azar, remédios, eletrodomésticos, carro (quebram), roupas que se estragam - joga fora o dinheiro.
b) Migrador - Inconstante, age com prejuízos e despesas inesperadas.
c) Devorador - São arrasadores. Geram miséria, dor, dívidas, prejuízos, fome, insônia e desemprego. Suas vítimas têm sua
casa e bens tomados; não conseguem pagar compromissos, são envolvidos em negócios desonestos e perigosos, seus bens são levados a leilão, sofrem ameaças de morte por dívidas, ficam sem crédito, sem moral e sem valor. Tornam-se um lixo, sendo rejeitadas até pelos amigos, só contam miséria e desgraça. Portas se fecham, são despejadas, tudo que fazem é em vão e são levadas ao alcoolismo e às drogas.
d) Destruidor - Induz ao suicídio, desastres, morte, pavor, só restam cinzas.
6. Satanás rouba de quatro maneiras.
a) Jl 1:7 - Assola, destroça, tira a casa, lança por terra.
"Fez de minha vide uma assolação, destroçou a minha figueira, tirou-lhe a casca, que lançou por terra; os seus sarmentos se fizeram brancos."
7. Deus abençoa de quatro maneiras tudo o que fazem por ele ou por sua obra.
a) Lc 6:38 - Boa medida, sacudida, recalcada (2) e transbordante.
"Dai, e dar-se-vos-á; boa medida, recalcada, sacudida, transbordante, generosamente vos dará; porque com à medida que
tiverdes medido vos medirão também."
8. A sujeira deixada pelo gafanhoto.
- Comem 24 horas sem parar, defecam na mesma hora, sujando tudo. Quando agem na vida do homem, sujam seu nome,
deixando-o sem crédito, sem moral, sem honra.
9. A invasão dos gafanhotos aconteceu porque o povo parou de contribuir.
a) Jl 1:13
"Cingi-vos de pano de saco (3) e lamentai, sacerdotes; uivai, ministros do altar; vinde, ministros de meu Deus; passai a noite
vestidos de saco; porque da casa de vosso Deus foi cortada a oferta de manjares e a libação (4)."
10. Como vencer o cortador, migrador, devorador e destruidor? Qual o antídoto? Como parar a ação deles? Como proteger
nossos bens, patrimônios e salários? Qual o segredo para o cristão ter vitória sobre eles?
a) O dízimo é o antídoto de Deus - Só o dízimo repreende, impede de agir no patrimônio, em bens e em salários.
b) Há a garantia de Deus aos dizimistas - Ml 3:10, 11.
“Trazei todos os dízimos à casa do Tesouro, para que haja mantimento na minha casa; e provai-me nisto, diz o Senhor dos
Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu e não derramar sobre vós bênção sem medida”.
“Por vossa causa, repreenderei o devorador, para que não vos consuma o fruto da terra; a vossa vide (5) no campo não será
estéril, diz o Senhor dos Exércitos.”

c) Deus convida o homem a obedecer sendo fiel dizimista -
Ne 10:38, 39
“O sacerdote, filho de Arão, estaria com os levitas (6) quando estes recebessem os dízimos, e os levitas trariam os dízimos dos
dízimos à casa do nosso Deus, às câmaras da casa do tesouro”.
Porque àquelas câmaras os filhos de Israel e os filhos de Levi devem trazer ofertas do cereal, do vinho e do azeite, porquanto se acham ali os vasos do santuário, como também os sacerdotes que ministram, e os porteiros, e os cantores; e, assim, não desampararíamos a casa do nosso Deus."
d) A obediência faz abrir as janelas do céu, jogando por terra o poder dos gafanhotos - II Co 9:5.
"Portanto, julguei conveniente recomendar aos irmãos que me precedessem entre vós e preparassem de antemão a vossa
dádiva já anunciada, para que esteja pronta como expressão de generosidade e não de avareza."
Êx 23:15
"Guardarás a Festa dos Pães Asmos; sete dias comerás pães asmos, como te ordenei, ao tempo apontado no mês de abibe,
porque nele saíste do Egito; ninguém apareça de mãos vazias perante mim."
e) Só a obediência e fidelidade nos dízimos impedem o ataque - Jl 2:14
"Quem sabe se não se voltará, e se arrependerá, e deixará após si uma bênção, uma oferta de manjares e libação para o Senhor, vosso Deus?"
CONSELHO BÍBLICO: Não brinque com esses gafanhotos! Muito ou pouco, consagre seus dízimos ao Senhor. Só assim, Deus
tem um compromisso de proteger seus patrimônios, bens e salários.
SEJA DIZIMISTAS FIEL E DESFRUTE DAS BENÇÃOS DE DEUS

Dedicado aos membros da
ADEOM – ASSEMBLÉIA DE DEUS EM OBRA MISISONÁRIA

O VERBO SÊ SE FEZ CARNE

E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade; e vimos a Sua glória, como a glória do unigênito do Pai. (João 1:14)

Quem é o Verbo? Versículo 1 diz: “O Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. E no versículo 14 diz: E o Verbo se fez carne e habitou entre nós . . . e nós vimos a Sua glória “. O Verbo se fez carne, e habitou entre nós, sem renunciar nenhuma da Sua glória.

João quer que nós entendamos que Jesus é Deus em carne humana. Mateus e Lucas nos dão as características históricas e João nos dá os elementos celestiais e as características sobrenaturais. A mensagem é sobre a divindade de Cristo. 

Nestas poucas palavras “e o Verbo se fez carne”, vemos a declaração resumida da encarnação – Deus tornando-se homem. O Eterno se tornou finito. O Eterno entrou no tempo. O Invisível se tornou visível.

“O Verbo” em grego significa ‘logos’ e para a mente do grego, logos era a força mais poderosa do universo. Era poder criativo, fonte de sabedoria, conhecimento, inteligência, e João está dizendo que esta é uma pessoa e Ele se tornou um homem, Deus que veio ao mundo através do menino Jesus.

Para o Judeu, a Palavra teve até mais significação já que o Verbo ou Palavra do Senhor era muito familiar para eles. O Verbo do Senhor foi simplesmente Deus revelando-se, Sua pessoa, Sua natureza, Sua vontade, Sua sabedoria, Sua verdade. João está dizendo que a revelação de Deus e a manifestação de Deus agora está encarnado. A expressão da natureza de Deus, a vontade, a sabedoria, a verdade está personificada. É por isso que Hebreus 1 diz: “ Deus antigamente falado muitas vezes, e de muitas maneiras. . . , nestes últimos dias a nós nos falou pelo Filho.” Deus está sendo revelado em Cristo.

Ele assumiu humanidade e “esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, tornando-se semelhante aos homens” (Filipenses 2:7). “Ele participou da carne e sangue” (Hebreus 2:14). E Ele viveu entre nós por trinta e trez anos.

João não somente fala da pré-existência de Cristo, mas Ele fala da co-existência de Cristo: “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus” (João 1:1 ). Ele está com Deus e é Deus. Aqui, vemos claramente o mistério da Santíssima Trindade. Ele é distinto do Pai, tendo comunhão cara-a-cara com o Pai, e ainda é totalmente Deus como o Pai é. Como lemos em Colossenses 2:9: “Nele habita corporalmente toda a plenitude da divindade.” Ele é Deus tanto quanto Deus é Deus e nós precisamos entender que o Verbo não é um atributo de Deus. O Verbo não é uma mensagem de Deus. O Verbo não é uma emanação de Deus. O Verbo não é uma criação de Deus. O Verbo é Deus. Ele é uma pessoa com Deus e uma pessoa que é Deus. Jesus tem a mesma natureza e essência como Deus.

Quando pensamos sobre o nascimento de Jesus nos damos conta de que o próprio Deus, Deus o Filho que está eternamente com Deus existia antes de qualquer coisa, e veio a esta terra para restaurar o relacionamento que Adão rompeu no jardim. Ele era o Verbo feito carne. Ele foi a luz que veio ao mundo e Ele ilumina todo homem que O procura e O encontra.

Assim, o preexistente, coexistentes, auto-existente Deus, o Verbo se fez carne e habitou entre nós e a luz da glória de Deus estava brilhando no meio de um mundo escuro.

O Verbo não é apenas o Criador do mundo material, mas do reino espiritual. O Verbo feito carne habitou entre nós, morreu por nós e ressuscitou em nosso lugar, para fornecer o perdão dos pecados e a salvação eterna. Quando O aceitamos como nosso Salvador e Ele se torna o Senhor de nossa vida, nos tornamos Seu filho e sua nova criação, criado em Cristo Jesus para boas obras. (Efésios 2:10)

Que a verdade da Palavra de Deus capture cada coração a ponto de que nós estimemos o nome do Senhor Jesus, a plenitude de quem Ele é, e o que Ele fez para nós.

03/10/2017

Um Engano Chamado "Teologia Inclusiva" ou "Teologia Gay"

O padrão de Deus para o exercício da sexualidade humana é o relacionamento entre um homem e uma mulher no ambiente do casamento. Nesta área, a Bíblia só deixa duas opções para os cristãos: casamento heterossexual e monogâmico ou uma vida celibatária. À luz das Escrituras, relações sexuais entre pessoas do mesmo sexo são vistas não como opção ou alternativa, mas sim como abominação, pecado e erro, sendo tratada como prática contrária à natureza. Contudo, neste tempo em que vivemos, cresce na sociedade em geral, e em setores religiosos, uma valorização da homossexualidade como comportamento não apenas aceitável, mas supostamente compatível com a vida cristã. Diferentes abordagens teológicas têm sido propostas no sentido de se admitir que homossexuais masculinos e femininos possam ser aceitos como parte da Igreja e expressar livremente sua homoafetividade no ambiente cristão.


Existem muitas passagens na Bíblia que se referem ao relacionamento sexual padrão, normal, aceitável e ordenado por Deus, que é o casamento monogâmico heterossexual. Desde o Gênesis, passando pela lei e pela trajetória do povo hebreu, até os evangelhos e as epístolas do Novo Testamento, a tradição bíblica aponta no sentido de que Deus criou homem e mulher com papéis sexuais definidos e complementares do ponto de vista moral, psicológico e físico. Assim, é evidente que não é possível justificar o relacionamento homossexual a partir das Escrituras, e muito menos dar à Bíblia qualquer significado que minimize ou neutralize sua caracterização como ato pecaminoso. Em nenhum momento, a Palavra de Deus justifica ou legitima um estilo homossexual de vida, como os defensores da chamada “teologia inclusiva” têm tentado fazer. Seus argumentos têm pouca ou nenhuma sustentação exegética, teológica ou hermenêutica.

A “teologia inclusiva” é uma abordagem segundo a qual, se Deus é amor, aprovaria todas as relações humanas, sejam quais forem, desde que haja este sentimento. Essa linha de pensamento tem propiciado o surgimento de igrejas onde homossexuais, nesta condição, são admitidos como membros e a eles é ensinado que o comportamento gay não é fator impeditivo à vida cristã e à salvação. Assim, desde que haja amor genuíno entre dois homens ou duas mulheres, isso validaria seu comportamento, à luz das Escrituras. A falácia desse pensamento é que a mesma Bíblia que nos ensina que Deus é amor igualmente diz que ele é santo e que sua vontade quanto à sexualidade humana é que ela seja expressa dentro do casamento heterossexual, sendo proibidas as relações homossexuais.

Em segundo lugar, a “teologia inclusiva” defende que as condenações encontradas no Antigo Testamento, especialmente no livro de Levítico, se referem somente às relações sexuais praticadas em conexão com os cultos idolátricos e pagãos, como era o caso dos praticados pelas nações ao redor de Israel. Além disso, tais proibições se encontram ao lado de outras regras contra comer sangue ou carne de porco, que já seriam ultrapassadas e, portanto, sem validade para os cristãos. Defendem ainda que a prova de que as proibições das práticas homossexuais eram culturais e cerimoniais é que elas eram punidas com a morte – coisa que não se admite a partir da época do Novo Testamento. 

É fato que as relações homossexuais aconteciam inclusive – mas não exclusivamente – nos cultos pagãos dos cananeus. Contudo, fica evidente que a condenação da prática homossexual transcende os limites culturais e cerimoniais, pois é repetida claramente no Novo Testamento. Ela faz parte da lei moral de Deus, válida em todas as épocas e para todas as culturas. A morte de Cristo aboliu as leis cerimoniais, como a proibição de se comer determinados alimentos, mas não a lei moral, onde encontramos a vontade eterna do Criador para a sexualidade humana. Quando ao apedrejamento, basta dizer que outros pecados punidos com a morte no Antigo Testamento continuam sendo tratados como pecado no Novo, mesmo que a condenação capital para eles tenha sido abolida – como, por exemplo, o adultério e a desobediência contumaz aos pais.

PECADO E DESTRUIÇÃO
Os teólogos inclusivos gostam de dizer que Jesus Cristo nunca falou contra o homossexualismo. Em compensação, falou bastante contra a hipocrisia, o adultério, a incredulidade, a avareza e outros pecados tolerados pelos cristãos. Este é o terceiro ponto: sabe-se, todavia, que a razão pela qual Jesus não falou sobre homossexualidade é que ela não representava um problema na sociedade judaica de sua época, que já tinha como padrão o comportamento heterossexual. Não podemos dizer que não havia judeus que eram homossexuais na época de Jesus, mas é seguro afirmar que não assumiam publicamente esta conduta. Portanto, o homossexualismo não era uma realidade social na Palestina na época de Jesus. Todavia, quando a Igreja entrou em contato com o mundo gentílico – sobretudo as culturas grega e romana, onde as práticas homossexuais eram toleradas, embora não totalmente aceitas –, os autores bíblicos, como Paulo, incluíram as mesmas nas listas de pecados contra Deus. Para os cristãos, Paulo e demais autores bíblicos escreveram debaixo da inspiração do Espírito Santo enviado por Jesus Cristo. Portanto, suas palavras são igualmente determinantes para a conduta da Igreja nos dias de hoje.

O quarto ponto equivocado da abordagem que tenta fazer do comportamento gay algo normal e aceitável no âmbito do Cristianismo é a suposição de que o pecado de Sodoma e Gomorra não foi o homossexualismo, mas a falta de hospitalidade para com os hóspedes de Ló. A base dos teólogos inclusivos para esta afirmação é que no original hebraico se diz que os homens de Sodoma queriam “conhecer” os hóspedes de Ló (Gênesis 19.5) e não abusar sexualmente deles, como é traduzido em várias versões, como na Almeida atualizada. Outras versões como a Nova versão internacional e a Nova tradução na linguagem de hoje entendem que conhecer ali é conhecer sexualmente e dizem que os concidadãos de Ló queriam “ter relações” com os visitantes, enquanto a SBP é ainda mais clara: “Queremos dormir com eles”. Usando-se a regra de interpretação simples de analisar palavras em seus contextos, percebe-se que o termo hebraico usado para dizer que os homens de Sodoma queriam “conhecer” os hóspedes de Ló (yadah) é o mesmo termo que Ló usa para dizer que suas filhas, que ele oferecia como alternativa à tara daqueles homens, eram virgens: “Elas nunca conheceram (yadah) homem”, diz o versículo 8. Assim, fica evidente que “conhecer”, no contexto da passagem de Gênesis, significa ter relações sexuais. Foi esta a interpretação de Filo, autor judeu do século 1º, em sua obra sobre a vida de Abraão: segundo ele, "os homens de Sodoma se acostumaram gradativamente a ser tratados como mulheres."

Ainda sobre o pecado cometido naquelas cidades bíblicas, que acabaria acarretando sua destruição, a “teologia inclusiva” defende que o profeta Ezequiel claramente diz que o erro daquela gente foi a soberba e a falta de amparo ao pobre e ao necessitado (Ez 16.49). Contudo, muito antes de Ezequiel, o “sodomita” era colocado ao lado da prostituta na lei de Moisés: o rendimento de ambos, fruto de sua imoralidade sexual, não deveria ser recebido como oferta a Deus, conforme Deuteronômio 23.18. Além do mais, quando lemos a declaração do profeta em contexto, percebemos que a soberba e a falta de caridade era apenas um entre os muitos pecados dos sodomitas. Ezequiel menciona as “abominações” dos sodomitas, as quais foram a causa final da sua destruição: “Eis que esta foi a iniquidade de Sodoma, tua irmã: soberba, fartura de pão e próspera tranquilidade teve ela e suas filhas; mas nunca amparou o pobre e o necessitado. Foram arrogantes e fizeram abominações diante de mim; pelo que, em vendo isto, as removi dali” (Ez 16.49-50). Da mesma forma, Pedro, em sua segunda epístolas, refere-se às práticas pecaminosas dos moradores de Sodoma e Gomorra tratando-as como “procedimento libertino”.

Um quinto argumento é que haveria alguns casos de amor homossexual na Bíblia, a começar pelo rei Davi, para quem o amor de seu amigo Jônatas era excepcional, “ultrapassando o das mulheres” (II Samuel 1.26). Contudo, qualquer leitor da Bíblia sabe que o maior problema pessoal de Davi era a falta de domínio próprio quanto à sua atração por mulheres. Foi isso que o levou a casar com várias delas e, finalmente, a adulterar com Bate-Seba, a mulher de Urias. Seu amor por Jônatas era aquela amizade intensa que pode existir entre duas pessoas do mesmo sexo e sem qualquer conotação erótica. Alguns defensores da “teologia inclusiva” chegam a categorizar o relacionamento entre Jesus e João como homoafetivo, pois este, sendo o discípulo amado do Filho de Deus, numa ocasião reclinou a sua cabeça no peito do Mestre (João 13.25). Acontece que tal atitude, na cultura oriental, era uma demonstração de amizade varonil – contudo, acaba sendo interpretada como suposta evidência de um relacionamento homoafetivo. Quem pensa assim não consegue enxergar amizade pura e simples entre pessoas do mesmo sexo sem lhe atribuir uma conotação sexual.

“TORPEZA”
Há uma sexta tentativa de reinterpretar passagens bíblicas com objetivo de legitimar a homossexualidade. Os propagadores da “teologia gay” dizem que, no texto de Romanos 1.24-27, o apóstolo Paulo estaria apenas repetindo a proibição de Levítico à prática homossexual na forma da prostituição cultual, tanto de homens como de mulheres – proibição esta que não se aplicaria fora do contexto do culto idolátrico e pagão. Todavia, basta que se leia a passagem para ficar claro o que Paulo estava condenando. O apóstolo quis dizer exatamente o que o texto diz: que homens e mulheres mudaram o modo natural de suas relações íntimas por outro, contrário à natureza, e que se inflamaram mutuamente em sua sensualidade – homens com homens e mulheres com mulheres –, “cometendo torpeza” e “recebendo a merecida punição por seus erros”. E ao se referir ao lesbianismo como pecado, Paulo deixa claro que não está tratando apenas da pederastia, como alguns alegam, visto que a mesma só pode acontecer entre homens, mas a todas as relações homossexuais, quer entre homens ou mulheres.

É alegado também que, em I Coríntios 6.9, os citados efeminados e sodomitas não seriam homossexuais, mas pessoas de caráter moral fraco (malakoi, pessoa “macia” ou “suave”) e que praticam a imoralidade em geral (arsenokoites, palavra que teria sido inventada por Paulo). Todavia, se este é o sentido, o que significa as referências a impuros e adúlteros, que aparecem na mesma lista? Por que o apóstolo repetiria estes conceitos? Na verdade, efeminado se refere ao que toma a posição passiva no ato homossexual – este é o sentido que a palavra tem na literatura grega da época, em autores como Homero, Filo e Josefo – e sodomita é a referência ao homem que deseja ter coito com outro homem.

Há ainda uma sétima justificativa apresentada por aqueles que acham que a homossexualidade é compatível com a fé cristã. Segundo eles, muitas igrejas cristãs históricas, hoje, já aceitam a prática homossexual como normal – tanto que homossexuais praticantes, homens e mulheres, têm sido aceitos não somente como membros mas também como pastores e pastoras. Essas igrejas, igualmente, defendem e aceitam a união civil e o casamento entre pessoa do mesmo sexo. É o caso, por exemplo, da Igreja Presbiteriana dos Estados Unidos – que nada tem a ver com a Igreja Presbiteriana do Brasil –, da Igreja Episcopal no Canadá e de igrejas em nações européias como Suécia, Noruega e Dinamarca, entre outras confissões. Na maioria dos casos, a aceitação da homossexualidade provocou divisões nestas igrejas, e é preciso observar, também, que só aconteceu depois de um longo processo de rejeição da inspiração, infalibilidade e autoridade da Bíblia. Via de regra, essas denominações adotaram o método histórico-crítico – que, por definição, admite que as Sagradas Escrituras são condicionadas culturalmente e que refletem os erros e os preconceitos da época de seus autores. Desta forma, a aceitação da prática homossexual foi apenas um passo lógico. Outros ainda virão. Todavia, cristãos que recebem a Bíblia como a infalível e inerrante Palavra de Deus não podem aceitar a prática homossexual, a não ser como uma daquelas relações sexuais consideradas como pecaminosas pelo Senhor, como o adultério, a prostituição e a fornicação.

Contudo, é um erro pensar que a Bíblia encara a prática homossexual como sendo o pecado mais grave de todos. Na verdade, existe um pecado para o qual não há perdão, mas com certeza não se trata da prática homossexual: é a blasfêmia contra o Espírito Santo, que consiste em atribuir a Satanás o poder pelo qual Jesus Cristo realizou os seus milagres e prodígios aqui neste mundo, mencionado em Marcos 3.22-30. Consequentemente, não está correto usar a Bíblia como base para tratar homossexuais como sendo os piores pecadores dentre todos, que estariam além da possibilidade de salvação e que, portanto, seriam merecedores de ódio e desprezo. É lamentável e triste que isso tenha acontecido no passado e esteja se repetindo no presente. A mensagem da Bíblia é esta: “Todos pecaram e carecem da glória de Deus”, conforme Romanos 3.23. Todos nós precisamos nos arrepender de nossos pecados e nos submetermos a Jesus Cristo, o Salvador, pela fé, para recebermos o perdão e a vida eterna.

Lembremos ainda que os autores bíblicos sempre tratam da prática homossexual juntamente com outros pecados. O 20º capítulo de Levítico proíbe não somente as relações entre pessoas do mesmo sexo, como também o adultério, o incesto e a bestialidade. Os sodomitas e efeminados aparecem ao lado dos adúlteros, impuros, ladrões, avarentos e maldizentes, quando o apóstolo Paulo lista aqueles que não herdarão o Reino de Deus (I Coríntios 6.9-10). Porém, da mesma forma que havia nas igrejas cristãs adúlteros e prostitutas que haviam se arrependido e mudado de vida, mediante a fé em Jesus Cristo, havia também efeminados e sodomitas na lista daqueles que foram perdoados e transformados.

COMPAIXÃO
É fundamental, aqui, fazer uma importante distinção. O que a Bíblia condena é a prática homossexual, e não a tentação a esta prática. Não é pecado ser tentado ao homossexualismo, da mesma forma que não é pecado ser tentado ao adultério ou ao roubo, desde que se resista. As pessoas que sentem atração por outras do mesmo sexo devem lembrar que tal desejo é resultado da desordem moral que entrou na humanidade com a queda de Adão e que, em Cristo Jesus, o segundo Adão, podem receber graça e poder para resistir e vencer, sendo justificados diante de Deus.

Existem várias causas identificadas comumente para a atração por pessoas do mesmo sexo, como o abuso sexual sofrido na infância. Muitos gays provêm de famílias disfuncionais ou tiveram experiências negativas com pessoas do sexo oposto.  Há aqueles, também, que agem deliberadamente por promiscuidade e têm desejo de chocar os outros. Um outro fator a se levar em conta são as tendências genéticas à homossexualidade, cuja existência não está comprovada até agora e tem sido objeto de intensa polêmica. Todavia, do ponto de vista bíblico, o homossexualismo é o resultado do abandono da glória de Deus, da idolatria e da incredulidade por parte da raça humana, conforme Romanos 1.18-32. Portanto, não é possível para quem crê na Bíblia justificar as práticas homossexuais sob a alegação de compulsão incontrolável e inevitável, muito embora os que sofrem com esse tipo de impulso devam ser objeto de compaixão e ajuda da Igreja cristã.

É preciso também repudiar toda manifestação de ódio contra homossexuais, da mesma forma com que o fazemos em relação a qualquer pessoa. Isso jamais nos deveria impedir, todavia, de declarar com sinceridade e respeito nossa convicção bíblica de que a prática homossexual é pecaminosa e que não podemos concordar com ela, nem com leis que a legitimam. Diante da existência de dispositivos legais que permitem que uma pessoa deixe ou transfira seus bens a quem ele queira, ainda em vida, não há necessidade de leis legitimando a união civil de pessoas de mesmo sexo – basta a simples manifestação de vontade, registrada em cartório civil, na forma de testamento ou acordo entre as partes envolvidas. O reconhecimento dos direitos da união homoafetiva valida a prática homossexual e abre a porta para o reconhecimento de um novo conceito de família. No Brasil, o reconhecimento da união civil de pessoas do mesmo sexo para fins de herança e outros benefícios aconteceu ao arrepio do que diz a Constituição: “Para efeito da proteção do Estado, é reconhecida a união estável entre o homem e a mulher como entidade familiar, devendo a lei facilitar sua conversão em casamento” (Art. 226, § 3º).

Cristãos que recebem a Bíblia como a palavra de Deus não podem ser a favor do casamento entre pessoas do mesmo sexo, uma vez que seria a validação daquilo que as Escrituras, claramente, tratam como pecado. O casamento está no âmbito da autoridade do Estado e os cristãos são orientados pela Palavra de Deus a se submeter às autoridades constituídas; contudo, a mesma Bíblia nos ensina que nossa consciência está submissa, em última instância, à lei de Deus e não às leis humanas – “Importa antes obedecer a Deus que os homens” (Atos 5.29). Se o Estado legitimar aquilo que Deus considera ilegítimo, e vier a obrigar os cristãos a irem contra a sua consciência, eles devem estar prontos a viver, de maneira respeitosa e pacífica em oposição sincera e honesta, qualquer que seja o preço a ser pago.

11/10/2016

БОЛЬШОЙ ВРАГ: ВРЕМЯ! - UM GRANDE INIMIGO: O TEMPO!


Мы живем всегда в спешке изо дня в день, занят и не понимая, время летит.
Это неизбежно, что произойдет, но, со временем, иногда будет в нашем распоряжении, наша храбрость, мужество и приходит усталость.

Целенаправленная усилия не то же самое, значения забываются, человек потеряет ее.
На данный момент пришло время остановиться! Прекратить задуматься о своей жизни с Богом, потому что их занятия могут разрушать вас изнутри. Вы не можете быть замечать, но это может происходить.
Библия даже говорит, что: "Тот, кто думает, что он стоит позаботиться, чтобы не упасть .." и популярный я говорю вам "Умереть просто быть живым" ..
.Или ли в той или иной форме вы сильный кандидат, чтобы быть достигнуто по времени.

СОВЕТ: Посмотрите еще про внутреннюю, потому что является наиболее важным является то, что у вас есть: ПРИСУТСТВИЕ БОГА!

VK: https://vk.com/id345428341


Nós vivemos sempre na correria do dia-a-dia, atarefados e sem perceber o tempo passa voando.

É inevitável isso acontecer mas, junto com o tempo ás vezes vai a nossa disposição, a nossa bravura, coragem e vem o cansaço.


O esforço empenhado já não é o mesmo, os valores vão sendo esquecidos, a pessoa vai se perdendo.

Nesse momento é hora de parar! Parar pra refletir, sobre a sua vida com Deus, pois as suas ocupações podem estar te destruindo por dentro. Você pode nem estar percebendo, mas isso pode estar acontecendo.

A bíblia mesmo fala que : "Aquele que pensa estar de pé cuide para que não caia.." e nos popular eu te digo "Pra morrer basta estar vivo"..
.Ou seja de uma forma ou de outra você é um forte candidato ser atingido pelo TEMPO.



DICA: Olhe mais pro seu interior, pois é nele que se encontra o mais importante que você tem: A PRESENÇA DE DEUS!

DOIS ANOS DE LUTO: PASTOR WAGNER MOZART (GOVERNADOR VALADARES - MG) - SEU SANGUE PEDE JUSTIÇA!

Dois anos se passaram, e a morte do pastor Wagner Mozart ainda é mistério...
Acidente ou assassinato?
Vejam abaixo a transição da matéria publicada por mim, à dois anos, e tirem suas conclusões....
Seu perfil na rede social foi tirado do ar.;;;; POR QUE?


O nosso irmão e amigo, PASTOR WAGNER MOZART, da cidade de Governador Valadares - MG, foi encontrado morto, hoje dia 11 de outubro de 2014, pela madrugada, em circunstâncias ainda não esclarecidas.
No dia 7 de outubro, às 2h e 24 mts (horário de Brasilia), ele postou as seguintes palavras no FACEBOOK:
'PAZ DO SENHOR JESUS CRISTO IRMÃOS: PARA O BEM DE TODOS OS QUAIS TEM POSI DO CD DE VIDEO COM A REVELAÇÃO QUE ESTÁ EM DEUTERONOMIO CAP 8 VERC 17, EUA CONSELHO PARA OS QUE AINDA NÃO TEM VOCES DEVEM CRIAR UMA PAGINA NOVA E FALSA NO FACE BOOK E ADICIONE AMIGOS E DEPOIS PUBLIQUE O VIDEO  POIS A ORDEM FOI DADA EM REDE NACIONAL, CASO JÁ NÃO ESTIVE MAIS COM OS IRMÃO E QUE DEUS ABENÇOE A TODOS. PUBLIQUEM E SALVE AS ALMAS PARA O SENHOR JESUS CRISTO, AMÉM. PR WAGNER MOZART".

Ainda no dia 7 de outubro, no horário das 13hs e 9 minutos, horário de Brasilia,  ele postou o video abaixo reproduzido:

Está na cara que ele foi assassinado. todos sabemos de FALSOS PASTORES em todos os lugares e  que estão compactuados com o mal, pois perderam a visão do Evangelho, e que perseguem os verdadeiros profetas  de Deus pois estes abrem a boca para denunciar suas más obras.
Será que ninguém vai investigar isto e fazer justiça? 
O sangue do pastor WAGNER MOZART está clamando por justiça!
O corpo está sendo velado hoje na IGREJA PENTECOSTAL AGUAS VIVAS, NA RUA FLORIANOPOLIS, N] 89, BAIRRO SANTA TEREZINHA, EM GOVERNADOR VALADARES  MG.





23/07/2016

LINDA HISTÓRIA DE AMOR: Após 63 anos juntos, casal de idosos morre no mesmo dia no Sul de SC

Fernando, de 82 anos estava em casa; Delinda, de 86, morreu no hospital.'Triste, mas estamos tranquilos por terem feito a passagem juntos', diz neta.



Delinda e Fernando tiveram dez filhos

“Onde tá a mãe?”, perguntou Fernando Biz a uma das filhas logo no amanhecer da última terça (19), ao dar pela falta da mulher, Delinda, sua companheira dos últimos 63 anos na casa que dividiam em Araranguá, no Sul de Santa Catarina.

Aos 82 anos, com Alzheimer e marca-passo, Fernando foi poupado de saber que a mulher havia sido internada na noite anterior, após sentir dores no peito. “A mãe foi tomar umas vitaminas, pode dormir descansado, que daqui a pouco ela tá boa”, disseram. Fernando tomou café, pediu uma blusa e voltou para a cama.

Pouco depois das 7h, a filha foi até o quarto levar os remédios, mas Fernando já não vivia mais. Seis horas mais tarde, chegava do hospital a notícia: Delinda Biz, 86 anos, também havia morrido.

 Um não soube do outro
Já com a saúde debilitada, os dois há alguns anos viviam sob os cuidados de uma filha. A notícia da morte do casal, no mesmo dia, sem que um soubesse do outro, foi um baque para a família – são dez filhos, 23 netos, 17 bisnetos e uma tataraneta. Mesmo para quem já havia presenciado a avó dizer, mais de uma vez, que eles iriam “embora juntos”.
“Nos últimos meses a gente chegava e dizia: mas que ‘nona’ forte! E ela dizia: ‘nós estamos bons agora, mas vamos embora juntinhos”, conta uma das netas do casal, a gerente de franquias Greysian Biz, de 37 anos. “Ela era muito sensata, sensitiva, via as coisas de longe.”
Festa da igreja
Rose Biz, filha do casal, conta que eles se conheceram na roça, em uma festa da igreja que frequentavam. “O pai casou com 19 anos. Era um homem de antigamente, como se diz, um pouco fechado e sisudo. Aprendeu a ser assim. Mas era carinhoso e amável”, recorda.
De dona Delinda, Rose diz ter ficado com o exemplo da humildade e do amor. “Ela não suportava ver ninguém na família de cara virada. Sempre muito positiva, podia sentir a mais forte dor e não reclamava”, conta.
“Sempre faziam tudo juntos, se a nona saía de perto ele já perguntava onde ela estava, era um cuidado muito grande”, lembra a neta.
Para a Greysian, a perda repentina dos dois avós foi triste, mas a família se apoia agora nas lembranças. “A gente não vai ter o nono pra jogar partidas dominó e canastra, que ele gostava, sentadinho com as mãos na cadeira, mexendo os dedos pra frente pra trás. A gente chegava a qualquer hora na casa deles e tinha pão com doce de leite que ela fazia, bolo de chuva, cuca. Ninguém vai fazer igual”, diz Greysian.
Não esqueceu da nona
Nos últimos tempos, mesmo com os problemas de saúde, conta a neta, o agricultor aposentado e a dona de casa ainda mantinham o carinho que os uniu durante tanto tempo. Às vezes, a neta chegava e ele demorava um tempo para reconhecer seu nome e seu rosto. “Mas a minha nona em momento algum ele esqueceu. Ele podia esquecer de qualquer pessoa, menos dela."

O casal foi velado na mesma capela. “Apesar de tudo, estamos todos muito tranquilos por terem feito a passagem juntos.”
Casal se conheceu em festa religiosa em zona rural no Sul de SC

23/06/2016

A INQUISIÇÃO: A VERDADE QUE OS CATÓLICOS ESCONDEM,

A Inquisição da Igreja Católica Romana foi a maior desgraças que ocorrereu na história da humanidade. Em nome de Jesus Cristo, sacerdotes católicos montaram um esquema gigantesco para matar todos os "hereges" na Europa.
Como os livros de história foram em grande parte reescritos, de forma a amenizar os fatos reais, poucas pessoas conhecem os detalhes específicos de uma campanha nefanda que em 1200 anos (Doze séculos) torturou e assassinou milhares de pessoas.
A Inquisição da Igreja Católica Romana foi a maior desgraças que ocorrereu na história da humanidade. Em nome de Jesus Cristo, sacerdotes católicos montaram um esquema gigantesco para matar todos os "hereges" na Europa. A heresia era definida da forma como Roma quisesse definir; isso abrangia desde pessoas que discordavam da política oficial, aos filósofos herméticos, judeus, bruxas, e os reformadores protestantes. Em nenhum lugar nas Sagradas Escrituras Jesus matou alguém que discordasse dele, tampouco ensinou que seus seguidores fizessem isso. Nenhum dos apóstolos deu essa instrução no Novo Testamento.
Nosso precioso Salvador nunca ordenou que alguém seja morto por qualquer razão, especialmente por dureza de coração contra sua mensagem, ou por discordar dele em questões espirituais. No entanto, os católicos inquisitores regularmente partiram para a matança de seus adversários, normalmente com grande gosto e dureza de coração. Em tais matanças, o assassinato não era o bastante; antes que a vítima morresse, os pagãos gostavam de infligir a máxima dor em suas vítimas.
Os Inquisitores Católocos Romanos levavam a vítima ao ponto da morte muitas vezes, e depois paravam a tortura, de forma que a vítima revivesse e depois pudesse ser torturada novamente.
Portanto, a monstruosidade da Inquisição está diante a humanidade como a maior evidência do satanismo inerente da Igreja Católica Romana. Aqueles que tiverem a coragem para examinar esse "fruto podre" final, verão a verdade da Igreja Católica. E não pense que Roma mudou, porque a Bíblia nos diz que um leopardo não muda suas manchas (Jeremias 13:23), e Roma se orgulha de que nunca muda. Uma prova concreta desse fato é que o papa Paulo VI (1963-1978) restaurou o Ofício da Inquisição, renomeado agora como Congregação para a Doutrina da Fé. Hoje, esse nefando Ofício da Inquisição é controlado pelo cardeal Ratzinger.
Por que o papa Paulo VI reinstituiu o Ofício da Inquisição? Será se ele sabe que o Ofício logo poderá ser necessário outra vez? Com todas as profecias sobre o aparecimento do Anticristo ocorrendo quase em conjunto, exatamente como Jesus ratificou (Mateus 24:32-34), o tempo deve ter parecido apropriado para Paulo VI reinstituir esse Ofício sangüinário, pois mesmo apesar de a Inquisição original ter matado milhares em 1200 anos (Doze séculos), a profecia bíblica nos diz que o Falso Profeta matará bilhões de pessoas em três anos e meio! Visto que o papa católico romano foi escolhido como o futuro Falso Profeta, faz sentido que o Ofício de Inquisição seja reinstalado.
Verdade Arrojada Ou Camuflagem de Sensibilidade?
Lutamos com os detalhes da Inquisição que descobrimos, pois temíamos que ao escrever de forma a expor completamente a barbaridade e a natureza anticristã da Inquisição Católica Romana, poderíamos escandalizar nossos maravilhosos leitores cristãos; temíamos que precisaríamos escrever e mostrar gravuras que ofenderiam as sensibilidades cristãs, para expor completamente a terrível, e freqüentemente pornográfica, verdade. Essa era uma ação que não desejávamos tomar.
Lendo livros de 50-150 anos atrás, vemos autores cristãos lutando com essa mesma questão; eles decidiram "sanear" a verdade de forma a não ofender a sensibilidade cristã. Portanto, seus livros escondem o horror verdadeiro da Igreja Católica Romana!
Neste fim dos tempos, em que o Anticristo está aparentemente próximo, e em que o Falso Profeta já foi escolhido e é o papa, e quando as igrejas liberais estão se tornando íntimas da própria besta que matou um número estimado de até 75 milhões de protestantes, concluímos que chegou o tempo de "tirar fora as viseiras de sensibilidade". Citaremos documentos católicos exatamente como eles foram impressos, para que você possa ver a verdadeira face dessa besta que matou entre 75-100 milhões de pessoas ao longo de 1200 anos (Doze séculos); se você acha que ficará ofendido, não leia o restante deste artigo (fique seguro de que não exibiremos imoralidade grosseira, pois já filtramos isso).
Apresentamos aqui uma extensa exposição sobre a verdadeira face da prática católica romana de adoração ocultista sob a máscara de cristianismo. No fim deste artigo, você verá como é possível que os escândalos sexuais atuais de padres pedófilos puderam ocorrer e ser ocultados pela hierarquia eclesiástica. Você verá quão duro de coração um sacerdote tinha de ser para ameaçar suas paroquianas com a Inquisição se elas se recusassem a fazer sexo com ele; verdadeiramente, tal sacerdote tinha uma "consciência cauterizada por um ferro quente", e representava a maioria dos sacerdotes católicos.
Esta é a face de Roma.
As Mulheres Penitentes eram Ameaçadas
Com a Inquisição se Não Fizessem Sexo Com o Sacerdote
Os padres ameaçavam suas penitentes no confessionário que, a menos que fizessem sexo com eles, seriam entregues à Inquisição! Tão efetiva era essa ameaça que um sacerdote agonizante revelou em 1710 que "por essas persuasões diabólicas elas estavam ao nosso comando, sem medo de revelar o segredo." (pg 36, Master-Key to Popery, Padre Givens]
Visto que tão poucas pessoas hoje estudaram até mesmo os rudimentos de história, a maioria não sabe que a Inquisição foi REAL e VERDADEIRA. A maioria das pessoas hoje não tem nenhuma idéia do barbarismo flagrante e da tortura infligida sobre os infelizes habitantes da Europa durante 1200 anos! A maioria das pessoas não tem nenhuma idéia sobre como a população inteira foi consumida pelo medo, pois batidas na porta de alguém no meio da noite significavam o começo imediato de uma morte torturante nas mãos dos inquisidores.
A acusação era equivalente à culpa.
Portanto, se um sacerdote ameaçasse uma mulher dizendo que ele iria mentir sobre ela aos oficiais da "Santa" Inquisição, ela sabia o tipo de tortura e morte que a esperava. O sacerdote poderia provavelmente delatar a mulher aos inquisidores como bruxa. Como você verá em instantes, os inquisidores tratavam as mulheres acusadas de bruxaria com especial deleite, júbilo e atenção.
Neste tratado, tentamos andar em uma linha fina entre a modéstia cristã e o desejo ardente de que você conheça toda a verdade com relação à Inquisição. Visto que muitas das vítimas eram deixadas nuas e torturadas publicamente, ou deixadas nuas e estupradas privadamente, tivemos de omitir muitas gravuras que retratavam nudez; entretanto, incluímos um par de gravuras que, ainda que retratem a nudez da vítima, fazem isso de forma a não mostrar as partes sexuais do corpo. Esperamos que sua sensibilidade não fique ofendida. Se você achar que ela possa estar sendo ofendida, pare a leitura agora.
As Gravuras Contam a História da Inquisição
Muitas das vítimas eram simplesmente queimadas na estaca, como você pode ver aqui. Normalmente, essas execuções na fogueira eram realizadas em público, para que a população visse o que acontecia com aqueles que enfrentavam Roma

Muitas das vítimas eram simplesmente queimadas na estaca, como você pode ver aqui. Normalmente, essas execuções na fogueira eram realizadas em público, para que a população visse o que acontecia com aqueles que enfrentavam Roma. Entretanto, na maioria das vezes, as pessoas que eram queimadas em público, primeiro eram torturadas privadamente. Em toda a Europa, os reis e seus súditos sabiam que os torturadores do papa eram absolutamente os melhores; eles podiam forçar "confissões" por meio de técnicas de tortura hábeis e os reis sabiam que podiam contar com eles, caso seus homens não pudessem extrair as confissões.
Veja, as confissões proviam a fina fachada de responsabilidade; o rei poderia mostrar a confissão de uma vítima ao público para convencê-lo que a tortura e a morte eram justificadas.
Um historiador secular - John J. Robinson - nos dá uma rápida e singular visão neste mundo papal tenebroso da tortura e do assassinato no ano de 1310. Escrevendo em seu livro, Born In Blood: The Lost Secrets of Masonry [Nascida em Sangue: Os Segredos Perdidos da Maçonaria], Robinson revela:
"Dois anos se passaram, e os Templários interrogados sem tortura não confessaram nada, constantemente reafirmando sua inocência ... Em resposta a uma exigência papal que a tortura fosse empregada, o rei Eduardo replicou que ela nunca tinha desempenhado um papel na jurisprudência eclesiástica ou secular na Inglaterra, de modo que ele não tinha no reino nem mesmo pessoas qualificadas que soubessem como realizá-la. Exasperado, o papa Clemente V escreveu, advertindo Eduardo que ele devia considerar o destino de sua própria alma ao mofar dessa maneira das ordens diretas do vigário de Cristo na Terra, e dizendo que iria tentar somente mais uma vez, dando ao rei o benefício da dúvida. O papa estava despachando dez torturadores hábeis à Inglaterra sob a responsabilidade de dois experimentados dominicanos; agora Eduardo não teria mais desculpas .... Diz alguma coisa da resolução do papa que ele separou tempo do seu ofício sagrado na véspera do Natal de 1310, para lidar com o problema dos prisioneiros templários. O presente de Natal dele ao povo inglês foi a introdução da tortura no sistema judicial do interrogatório." [pg 148]
Embora o imperador Constantino (ano 321) tenha iniciado a política de suprimir todas as pessoas e as doutrinas que não estavam em conformidade com o dogma oficial, a maioria dos estudiosos coloca o começo da Inquisição oficial com o papa Teodoro I (642-649), que iniciou a prática de mergulhar sua pena dentro de vinho consagrado antes de assinar a sentença de morte dos hereges. [The Magic of Obelisks, de Peter Thomkins, pg 55]
No livro Lives of the Popes, ficamos sabendo que o "vinho consagrado" com o qual o papa Teodoro I assinava esses mandados de morte era o vinho da eucaristia [McBrien, pg 105]. A Inquisição foi iniciada nesse período, e foi direcionada contra as heresias dos filósofos herméticos, isto é, os praticantes de Magia Negra da Europa.
Nesta gravura, você pode ver o medo que a Inquisição gerava entre a população geral nas aldeias e nas cidades; os agentes da Inquisição entravam na cidade, armados com a bula papal que autorizava o líder das forças papais que tinham entrado na cidade. O representante principal do Vaticano caminhava até a praça central da cidade e, cercado por soldados fortemente armados, lia a declaração papal. Uma vez que a declaração tinha sido lida, os soldados começavam a prender os "hereges" - definidos como aqueles que discordam da Igreja de Roma. O dogma romano era o padrão, não a Bíblia Sagrada.
Os católicos romanos utilizaram a dor e tortura pelo puro pânico que espalham entre as pessoas. Na gravura a seguir, vemos um bispo católico tendo seus olhos arrancados para fora das órbitas por causa de alguma heresia da qual foi acusado e não se arrependeu. O vazamento dos olhos geralmente era aplicado nas pessoas cultas porque seu meio de vida e sua paixão na vida eram o estudo acadêmico.
Depois que os olhos eram perfurados ou arrancados, essas pessoas ficavam destituídas e não podiam influenciar mais ninguém com sua "heresia".
Verdadeiramente, esses aterrorizados aldeões logo descobriram que o jugo de Roma era pesado, horrível de ser carregado e terrivelmente opressor. O jugo suave do Salvador parecia uma memória distante, perdida nas névoas de muitos séculos, oculta pelo véu da Roma pagã.
Uma vez que os "hereges" eram presos e ajuntados no local escolhido para as execuções públicas, histeria pura tomava conta dos soldados do Vaticano, ao iniciarem a matança. Os ocultistas não têm nenhuma dificuldade em ver a influência pesada e penetrante das hordas demoníacas tomando esses soldados. Uma vez que começavam a matar, ficavam repentinamente fervilhando no puro poder dos demônios. O pastor Richard Wurmbrand, narrando suas observações pessoais durante as matanças comunistas na Rússia e na China escreveu:
"As revoluções não fazem o amor triunfar. Em vez disso, matar torna-se uma mania. Nas revoluções russa e chinesa, depois que os comunistas tinham assassinado dezenas de milhões de inocentes, não podiam parar de assassinar, e brutalmente matavam-se uns aos outros ... O comunismo é uma forma de possessão demoníaca coletiva." ["Marx and Satan", Richard Wurmbrand, pg 107-108)
Os praticantes de Magia Negra podem confirmar para você que o período inteiro de 1200 anos da Inquisição representou o ápice da infestação demoníaca em toda a história européia. A "Santa" Inquisição foi "possessão demoníaca coletiva", como você verá após examinar o documento católico que justificou os 1200 anos de assassinato. Fique conosco, pois assim conhecerá a verdade.
O número de mortes foi incomensurável:
"E assim foi infligido no sul da França um dos mais ferozes massacres da história. Grupos de brigadas do norte pilhavam e saqueavam. Na Catedral de Saint-Nazaire, doze mil 'hereges' foram mortos ... Aqueles que tentaram fugir foram cortados e mortos. Milhares mais foram queimados na estaca. Em Toulouse, o bispo Foulque levou à morte dez mil pessoas acusadas de heresia. Em Beziers, a população inteira de mais de vinte mil pessoas foi chacinada. Em Citeau, quando questionado sobre como os soldados deveriam distinguir os católicos dos cátaros gnósticos, o abade respondeu com seu cinismo afamado: 'Matem todos; Deus saberá quais são os seus'." [Thompkins, pg 58]
Métodos de Tortura e execução na Idade Média
Durante a atuação da Santa Inquisição em toda a Idade Média, a tortura era um recurso utilizado para extrair confissões dos acusados de pequenos delitos, até crimes mais graves. Diversos métodos de tortura foram desenvolvidos ao longo dos anos. Os métodos de tortura mais agressivos eram reservados àqueles que provavelmente seriam condenados à morte.
Além de aparelhos mais sofisticados e de alto custo, utilizava-se também instrumentos simples como tesouras, alicates, garras metálicas que destroçavam seios e mutilavam órgãos genitais, chicotes, instrumentos de carpintaria adaptados, ou apenas barras de ferro aque- cidas. Há ainda, instrumentos usados para simples imobilização da vítima. No caso específico da Santa Inquisição, os acusados eram, geralmente, torturados até que admitissem ligações com Satã e práticas obscenas. Se um acusado denunciasse outras pessoas, poderia ter uma execução menos cruel.
Além de aparelhos mais sofisticados e de alto custo, utilizava-se também instrumentos simples como tesouras, alicates, garras metálicas que destroçavam seios e mutilavam órgãos genitais, chicotes, instrumentos de carpintaria adaptados, ou apenas barras de ferro aque- cidas. Há ainda, instrumentos usados para simples imobilização da vítima. No caso específico da Santa Inquisição, os acusados eram, geralmente, torturados até que admitissem ligações com Satã e práticas obscenas. Se um acusado denunciasse outras pessoas, poderia ter uma execução menos cruel.
Os inquisidores utilizavam-se de diversos recursos para extrair confissões ou "comprovar" que o acusado era feiticeiro. Segundo registros, as vítimas mulheres eram totalmente depiladas pelos tortura- dores que procuravam um suposto sinal de Satã, que podia ser uma verruga, uma mancha na pele, mamilos excessivamente enrugados (neste caso, os mamilos re- presentariam a prova de que a bruxa "amamentava" os demônios) etc. Mas este sinal poderia ser invisível aos olhos dos torturadores. Neste caso, o "sinal" seria uma parte insensível do corpo, ou uma parte que se ferida, não verteria sangue. Assim, os torturadores espetavam todo o corpo da vítima usando pregos e lâminas, à procura do suposto sinal.
No Liber Sententiarum Inquisitionis (Livro das Sentenças da Inquisição) o padre dominicano Bernardo Guy (Bernardus Guidonis, 1261-1331) descreveu vários métodos para obter confissões dos acusados, inclusive o enfraquecimento das forças físicas do prisioneiro. Dentre os descritos na obra e utilizados comumente, encontra-se tortura física através de aparelhos, como a Virgem de Ferro e a Roda do Despedaçamento; através de humilhação pública, como as Máscaras do Escárnio, além de torturas psicológicas como obrigar a vítima a ingerir urina e excrementos.
De uma forma geral, as execuções eram realizadas em praças públicas e tornava-se um evento onde nobres e plebeus deliciavam-se com a súplica das torturas e, conseqüentemente, a execução das vítimas. Atualmente, há dispostos em diversos museus do mundo, ferramentas e aparelhos utilizados para a tortura.
Métodos de torturas
Roda de despedaçamento 
Uma roda onde o acusado é amarrado na parte externa. Abaixo da roda há uma bandeja metálica na qual ficavam depositadas a brasas. À medida que a roda se movimentava em torno do próprio eixo, o acusado era queimado pelo calor produzido pelas brasas. Por vezes, as brasas eram substituídas por agulhas metálicas.
Este método foi utilizado entre 1100 e 1700 em países como Inglaterra, Holanda e Alemanha.
Dama de Ferro
A dama de Ferro é uma espécie de sarcófago com espinhos metálicos na face interna das portas. Estes espinhos não atingiam os órgãos vitais da vítima, mas feriam gravemente. Mesmo sendo um método de tortura, era comum que as vítimas fossem deixadas lá por vários dias, até que morressem.
A primeira referência confiável de uma execução com a Dama de Ferro, data de 14 de Agosto de 1515. A vítima era um falsificador de moedas.
Berço de Judas 
Peça metálica em forma de pirâmide sustentada por hastes. A vítima, sustentada por correntes, é colocada "sentada" sobre a ponta da pirâmide. O afrouxamento gradual ou brusco da corrente manejada pelo executor fazia com que o peso do corpo pressionasse e ferisse o ânus, a vagina, cóccix ou o saco escrotal.
O Berço de Judas também é conhecido como Culla di Giuda (italiano), Judaswiege (alemão), Judas Cradle ou simplesmente Cradle (inglês) e La Veille (A Vigília, em francês).
Garfo 
Haste metálica com duas pontas em cada extremidade semelhantes a um garfo. Presa por uma tira de couro ao pescoço da vítima, o garfo pressiona e perfura a região abaixo do maxilar e acima do tórax, limitando os movimentos. Este instrumento era usado como penitência para o herege.
Garras de gato 
Uma espécie de rastelo usado para açoitar a carne dos prisioneiros.
Pêra 
Instrumento metálico em formato semelhante à fruta. O instrumento era introduzido na boca, ânus ou vagina da vítima e expandia-se gradativamente. Era usada para punir, principalmente, os condenados por adultério, homossexualismo, incesto ou "relação sexual com Satã".
Máscaras
A máscara de metal era usada para punir delitos menores. As vítimas eram obrigadas a se exporem publicamente usando as máscaras. Neste caso, o incômodo físico era menor do que a humilhação pública.
Cadeira
Uma cadeira coberta por pregos na qual a vítima era obrigada a sentar-se despida. Além do próprio peso do corpo, cintos de couro pressionavam a vítima contra os pregos intensificando o sofrimento. Em outras versões, a cadeira possuía uma bandeja na parte inferior, onde se depositava brasas. Assim, além da perfuração pelos pregos, a vítima também sofria com queimaduras provocadas pelo calor das brasas.
Cadeira das bruxas 
Uma espécie de cadeira na qual a pessoa era presa de costas no acento e as pernas voltadas para cima, no encosto. Este recurso era usado para imobilizar a vítima e intimidá-la com outros métodos de tortura.
Cavalete 
A vítima era posicionada de modo que suas costas ficassem apoiadas sobre o fio cortante do bloco. Os braços eram presos aos furos da parte superior e os pés presos às correntes da outra extremidade. O peso do corpo pressionava as costas do condenado sobre o fio cortante.
Dessa forma, o executor, através de um funil ou chifre oco introduzido na boca da vítima, obrigava-a ingerir água. O executor tapava o nariz da vítima impedindo o fluxo de ar e provocando o sufocamento. Ainda, há registros de que o executor golpeava o abdômen da vítima danificando os órgãos internos da vítima.
Esmaga cabeça 
Como um capacete, a parte superior deste mecanismo pressiona, através de uma rosca girada pelo executor, a cabeça da vítima, de encontro a uma base na qual encaixa-se o maxilar. Apesar de ser um instrumento de tortura, há registros de vítimas fatais que tiveram os crânios, literalmente, esmagados por este processo. Neste caso, o maxilar, por ser menos resistente, é destruído primeiro; logo após, o crânio rompe-se deixando fluir a massa cerebral.
Quebrador de joelhos 
Aparelho simples composto por placas paralelas de madeira unidas por duas roscas. À medida que as roscas eram apertadas pelo executor, as placas, que podiam conter pequenos cones metálicos pontiagudos, pressionavam os joelhos progressivamente, até esmagar a carne, músculos e ossos.
Esse tipo de tortura era usualmente feito por sessões. Após algumas horas, a vítima, já com os joelhos bastante debilitados, era submetida a novas sessões.
Mesa de evisceração 
O condenado era preso sobre a mesa de modo que mãos e pés ficassem imobilizados. O carrasco, manualmente, produzia um corte sobre o abdômen da vítima. Através desta incisão, era inserido um pequeno gancho, preso a uma corrente no eixo. O gancho (como um anzol) extraía, aos poucos, os órgãos internos da vítima à medida que o carrasco girava o eixo.
Pêndulo 
Um dos mecanismos mais simples e comuns na Idade Média. A vítima, com os braços para traz, tinha seus pulsos amarrados (como algemas) por uma corda que se estendia até uma roldana e um eixo. A corda puxada violentamente pelo torturador, através deste eixo, deslocava os ombros e provocava diversos ferimentos nas costas e braços do condenado.
Também era comum que o carrasco elevasse a vítima a certa altura e soltasse repentina- mente, interrompendo a queda logo em seguida.

Deste modo, o impacto produzido provocava ruptura das articulações e fraturas de ossos. Ainda, para que o suplício fosse intensificado, algumas vezes, amarrava-se pesos às pernas do condenado, provocando ferimentos também nos membros inferiores. O pêndulo era usado como uma "pré-tortura", antes do julgamento.
Potro 
Uma espécie de mesa com orifícios laterais. A vítima era deitada sobre a mesa e seus membros, (partes mais resistentes das pernas e braços, como panturrilha e antebraço), presos por cordas através dos orifícios. As cordas eram giradas como uma manivela, produzindo um efeito como um torniquete, pressionando progressivamente os membros do condenado.
Na legislação espanhola, por exemplo, havia uma lei que regulamentava um número máximo de cinco voltas na manivela; para que caso a vítima fosse considerada inocente, não sofresse seqüelas irreversíveis.
Mesmo assim, era comum que os carrascos, incitados pelos interro- gadores, excedessem muito esse limite e a vítima tivesse a carne e os ossos esmagados.
Métodos de Execução
Guilhotina 
Inventada por Ignace Guillotine, a guilhotina é um dos mecanismos mais conhecidos e usados para execuções. A lâmina, presa por uma corda e apoiada entre dois troncos verticais, descia violentamente decapitando o condenado.
O Serrote
Usada principalmente para punir homossexuais, o serrote era uma das formas mais cruéis de execução.
Dois executores, cada um e uma extremidade do serrote, literalmente, partiam ao meio o condenado, que preso pelos pés com as pernas entreabertas e de cabeça para baixo, não tinha a menor possibilidade de reação. Devido à posição invertida que garantia a oxigenação do cérebro e continha o sangramento, era comum que a vítima perdesse a consciência apenas quando a lâmina atingia a altura do umbigo.
Espada, machado e cepo 
As decapitações eram a forma mais comum de execução medieval. A decapitação pela espada, por exigir uma técnica apurada do executor e ser mais suave que outros métodos, era, geralmente, reservada aos nobres. O executor, que apurava sua técnica em animais e espantalhos, ceifava a cabeça da vítima num único golpe horizontal atingindo o pescoço do condenado.
O machado era usado apenas em conjunto com o cepo. A vítima era posta ajoelhada com a coluna curvada para frente e a cabeça apoiada no cepo. O executor, num único golpe de machado, atingia o pescoço da vítima decepando-a.
Garrote 
Um tronco de madeira com uma tira de couro e um acento. A vítima era posicionada sentada na tábua horizontal de modo que sua coluna fique ereta em contato com o tronco. A tira de couro ficava na altura do pescoço e, à medida que era torcida pelo carrasco, asfixiava a vítima. Há ainda uma variação na qual, preso ao tronco na altura da nuca da vítima, encontrava-se uma punção de ferro. Esta punção perfurava as vértebras da vítima à medida que a faixa de couro era apertada. O condenado podia falecer tanto pela perfuração produzida pela punção quanto pela asfixia.
Gaiolas suspensas 
Eram gaiolas pouco maiores que a própria vítima. Nela, o condenado, nu ou seminu, era confinado e a gaiola suspensa em postes de vias públicas. O condenado passava dias naquela condição e morria de inanição, ou frio em tempos de inverno. O cadáver ficava exposto até que se desintegrasse.
Submersão
A submersão podia ser usada como uma técnica de interrogatório, tortura ou execução. Neste método, a vítima é amarrada pelos braços e suspensa por uma roldana sobre um caldeirão que continha água ou óleo fervente. O executor soltava a corda gradativamente e a vítima ia submergindo no líquido fervente.
Empalação 
Este método foi amplamente utilizado pelo célebre Vlad Tepes. A empalação consistia em inserir uma estaca no ânus, umbigo ou vagina da vítima, a golpes de marreta.
Neste método, a vítima podia ser posta "sentada" sobre a estaca ou com a cabeça para baixo, de modo que a estaca penetrasse nas entranhas da vítima e, com o peso do próprio corpo, fosse lentamente perfurando os órgãos internos. Neste caso, dependendo da resistência física do condenado e do comprimento da estaca, a agonia se estendia por horas.
Cremação 
Este é um dos métodos de execução mais conhecidos e utilizados durante a inquisição. Os condenados por bruxaria ou afronta à igreja católica eram amarrados em um tronco e queimados vivos. Para garantir que morresse queimada e não asfixiada pela fumaça, a vítima era vestida com uma camisola embebida em enxofre.
Estiramento 
A vítima era posicionada na mesa horizontal e seus membros presos às correntes que se fixavam num eixo. À medida que o eixo era girado, a corrente esticava os membros e os ossos e músculos do condenado desprendiam-se. Muitas vezes, a vítima agonizava por várias horas antes de morrer.


FONTE:
Extraído de:
Ad Tenebras
Mistérios Antigos
Occult Portal Medieval and Mythological Area 

Adaptado por Spectrum

http://www.pistissophiah.org/a_verdadeira_historia_igreja.htm  

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