13/09/2009

UMA PALAVRA PROFÉTICA PARA VOCÊ

Quando se deparou diante de um grande obstáculo, Moisés clama a Deus, que ordena que o povo de Israel continuassem em sua marcha. Eles não deviam parar,e sim, prosseguir em frente; E foi mediante a obediência a essa ordem divina que acontece algo que ninguém ali esperava: Deus abre caminho em seco para o povo de Deus passar em meio ao MAR VERMELHO!




Pode se aprender algumas lições:


1- Deus não quer que você pare diante dos obstáculos, é para seguir em frente, é para continuar lutando, indo em busca de seu sonho! Deus não tem prazer com os covardes que desistem de seus ideais, de suas metas diante dos obstáculos. É para marchar em frente! Continue lutando, continue insistindo, siga em frente, lute, lute, não desanime...


2- A chave da vitória é a obediência. O povo teve de atender a ordem de Deus, teve de marchar antes de verem o grande livramento. Deus não havia dito o que ia fazer, não promete nada, apenas diz: "Diga ao povo que marche..." Sem obediência não há vitória. Faça tudo aquilo que Deus está te mandando fazer....


3- O exército de Faraó ousou em entrar também no caminho que Deus preparou para Israel. Mas o caminho em meio ao mar era para os israelitas, e não par aos egipcios.O mar se fecha sobre os soldados e os sepulta no fundo do mar. A bênção de Deus é para os seus filhos, os inimigos não podem se aproveitar da benção que é do servo de Deus. O que é benção para você será a desgraça e a ruína de teu adversário. O que é porta de vitória para ti será sepultura para teu inimigo. Não importa o que tentem fazer, os seus adversários não terão sucessos sobre a tua vida, Deus te guarda, e a sua vitória esta escondida em Deus. Nada e nem ninguém poderá impedir a tua vitória!
Mas ima lição aqui... Seja sempre guerreiro, seja soldado de Deus... deus disse: “diga ao povo que MARCHE...” Quem marcha é soldado, é guerreiro... povo que marcha não é povinho qualquer, povo que marcha é exército de guerreiros prontos para a peleja!



E para ser guerreiro tem de ser corajoso. Até para receber a vitória de Dseus tem de ser corajoso... deus não tem pacto com covardes, covardes são derrotados no primeiro round da briga... Seja corajoso para ser vitorioso...

A CEIA DO SENHOR


A Ceia do Senhor é o exercicio máximo da omunhão com Deus e com nossos Irmãos!
Quase todas as igrejas que proclamam seguir a Cristo observam a Ceia do Senhor. O pão e o fruto da videira são elementos comuns nas assembléias de adoração de vários grupos religiosos. Mas há diferenças no entendimento a respeito desta comemoração. Neste artigo, examinaremos o que a Bíblia ensina sobre a Ceia do Senhor para aprender como devemos participar dela hoje em dia.
A Primeira Ceia: O Exemplo de Jesus
Quatro textos registram os pormenores da primeira "Ceia do Senhor". Três destes relatos estão nos evangelhos (Mateus 26:26-29; Marcos 14:22-25 e Lucas 22:19-20) e o outro está em 1 Coríntios 11:23-26. Podemos aprender como Jesus e os apóstolos celebraram a ceia comparando estes relatos. Por favor, pare uns poucos minutos para ler cada uma destas quatro passagens, antes de continuar este estudo. Observe as minúcias:
O propósito:
"Fazei isto em memória de mim" (Lucas 22:19). A Ceia do Senhor é nossa oportunidade para lembrar o sacrifício que Jesus fez na cruz, pelo qual ele nos oferece a esperança da vida eterna: "Porque todas as vezes que comerdes este pão e beberdes o cálice, anunciais a morte do Senhor, até que ele venha" (1 Coríntios 11:26). A Ceia do Senhor não pretende ser um memorial do nascimento, da vida ou da ressurreição de Cristo. É um momento especial no qual os cristãos refletem sobre o Salvador sofredor para serem lembrados do alto preço que ele pagou por nossos pecados. Precisamos manter este tema central do evangelho (1 Coríntios 2:1-2) em nossas mentes.
Os símbolos:
Jesus usou dois símbolos para representar seu corpo e seu sangue. É claro que ele não ofereceu literalmente seu corpo (que ainda estava inteiro) nem seu sangue (que ainda estava correndo através de suas veias). Ele deu aos discípulos pão sem fermento para representar seu corpo e o fruto da videira (suco de uva) para representar o sangue que estava para ser derramado na cruz. Ele não deixou dúvida sobre a relação deste sacrifício com nossa salvação: "Porque isto é o meu sangue, o sangue da nova aliança, derramado em favor de muitos, para remissão dos pecados" (Mateus 26:28).
A ordem:
Quando comparamos estes quatro relatos, podemos também ver a ordem na qual a ceia foi observada. Jesus primeiro orou para agradecer a Deus pelo pão e então todos o partilharam. Ele orou de novo para agradecer ao Senhor pelo cálice, e todos beberam dele. Deste modo, ele chamou especial atenção para cada elemento da ceia.
A Ceia do Senhor na Igreja Primitiva
O livro de Atos e as cartas escritas às igrejas nos ajudam a aprender um pouco mais sobre a Ceia do Senhor. Os discípulos se reuniam no primeiro dia da semana para participarem da ceia (Atos 20:7). Esta ceia era entendida como um ato de comunhão com o Senhor (1 Coríntios 10:14-22). Era tomada quando toda a congregação se reunia, como um ato de fraternidade entre os irmãos (1 Coríntios 11:17-20). Cada cristão era obrigado a examinar-se para ter certeza de que estava participando da ceia de um modo digno (1 Coríntios 11:27-29).
Observações sobre a Ceia do Senhor
Ainda que o ensinamento da Bíblia sobre a Ceia do Senhor não seja complicado, muitas diferenças de entendimento apareceram depois do tempo do Novo Testamento. O único modo de sabermos que estamos seguindo o Senhor é estudar as instruções e imitar os exemplos que encontramos no Novo Testamento. Nunca estamos livres para ir além do que o Senhor revelou na Bíblia (veja Colossenses 3:17; 1 Coríntios 4:6 e 2 João 9). Consideremos o que a Bíblia diz em resposta a algumas questões sobre a Ceia do Senhor.
Porque pão sem fermento? Jesus instituiu a ceia do Senhor durante os dias judaicos dos pães asmos, uma festa anual na qual somente pão sem fermento era permitido entre os judeus (veja Lucas 22:15; Êxodo 12:18-21). Podemos apreciar mais claramente o significado do pão sem fermento quando consideramos o significado simbólico do fermento na Bíblia. Não era permitido fermento nos sacrifícios oferecidos a Deus, no Velho Testamento (Levítico 2:11). A idéia de impureza ou pecado é claramente associada com fermento em vários textos. Por exemplo, Jesus usou fermento para falar simbolicamente de falsas doutrinas (Mateus 16:11-12). Paulo usou fermento para representar falsa doutrina e corrupção moral (Gálatas 5:7-9,13,16; 1 Coríntios 5:6-9). É plenamente adequado, então, que o sacrifico perfeito e sem pecado do próprio Filho de Deus seja representado por pão sem fermento: "Lançai fora o velho fermento, para que sejais nova massa, como sois, de fato, sem fermento. Pois também Cristo, nosso Cordeiro pascal, foi imolado. Por isso, celebramos a festa não com o velho fermento, nem com o fermento da maldade e da malícia, e sim com os asmos da sinceridade e da verdade" (1 Coríntios 5:7-8).
Quando devemos observar a Ceia do Senhor?
Jesus mostrou aos seus discípulos como participar deste memorial, mas não especificou quando. Aprendemos quando os primeiros cristãos observaram a ceia pelo exemplo dos discípulos em Trôade: "No primeiro dia da semana, estando nós reunidos com o fim de partir o pão. . ." (Atos 20:7). Quando seguimos este exemplo e participamos da Ceia do Senhor todos os domingos, relembramos freqüentemente o sacrifício que Jesus fez por causa de nossos pecados. Quando meditamos sobre o Salvador sofredor no domingo, é mais fácil resistir a tentações durante o resto da semana. Quando entendemos o alto preço que Jesus pagou por nossos pecados, esforçamo-nos para evitar qualquer coisa que possa magoá-lo e tornar vão seu sacrifício (veja Hebreus 10:24-31).
Onde devemos participar da Ceia?
A Ceia do Senhor é um ato de comunhão entre cada cristão e o Senhor, e é também um ato de comunhão entre cristãos. Em Atos 20:7, os discípulos se reuniam para partir o pão. 1 Coríntios 11:20-22 distingue entre a Ceia do Senhor, que era o propósito de sua reunião como uma congregação, e as refeições comuns, que eram tomadas nas casas de cristãos. Não encontramos nenhuma autoridade na Bíblia para participar da Ceia do Senhor a sós ou fora da assembléia da igreja.
Quem tem o direito de tomar a Ceia do Senhor?
A Ceia do Senhor é um ato espiritual partilhado pelo Senhor com aqueles que estão em fraternidade com ele. Jesus não ofereceu o pão e o cálice a todos, mas aos seus discípulos (Mateus 26:26). Aqueles que estão servindo ao Diabo não têm o direito de partilhar desta refeição com o Senhor (1 Coríntios 10:16-22). João conta-nos que somos aptos a participar com Deus na comunhão espiritual somente se andarmos na luz do seu caminho: "Ora, a mensagem que, da parte dele, temos ouvido e vos anunciamos é esta: que Deus é luz, e não há nele treva nenhuma. Se dissermos que mantemos comunhão com ele e andarmos nas trevas, mentimos e não praticamos a verdade. Se, porém, andarmos na luz, como ele está na luz, mantemos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus, seu Filho, nos purifica de todo pecado" (1 João 1:5-7). Somente aqueles que já foram batizados para a remissão dos pecados para entrar no corpo de Cristo devem participar da Ceia do Senhor (Atos 2:38; Gálatas 3:26-28).
O que significa participar "indignamente"?
Cada um que participa da Ceia do Senhor deverá examinar-se para estar certo de que está participando de maneira correta, discernindo o verdadeiro significado do memorial. "Por isso, aquele que comer o pão ou beber o cálice do Senhor, indignamente, será réu do corpo e do sangue do Senhor. Examine-se, pois, o homem a si mesmo, e assim, coma do pão e beba do cálice; pois quem come e bebe sem discernir o corpo, come e bebe juízo para si" (1 Coríntios 11:27-29). A palavra "indignamente" é freqüentemente mal entendida. Ela não descreve a dignidade da pessoa (ninguém é verdadeiramente digno de comunhão com Cristo). Esta palavra descreve o modo de participar. A pessoa que não leva a sério esta comemoração está brincando com o sacrifício de Cristo e está se condenando por não discernir o corpo de Cristo. Por esta razão, devemos ser muito cuidadosos cada vez que participarmos da Ceia do Senhor. É imperativo que esqueçamos as preocupações mundanas e prestemos atenção exclusivamente à morte de Cristo. Se tratarmos a Ceia do Senhor como um mero ritual, ou se a tomarmos levianamente e deixarmos de meditar no seu significado, condenamo-nos diante de Deus.
A Ceia do Senhor: Passado, Presente e Futuro
Os discípulos de Cristo são privilegiados ao participarem com ele todas as semanas da Ceia do Senhor. Deste modo, ligamos o passado, o presente e o futuro.
Passado: Olhamos para trás, para o sacrifício que Jesus fez na cruz. Entendemos isto como sendo o fundamento e o centro de nossa salvação.
Presente: Quando meditamos no terrível preço que Jesus pagou para nos redimir de nosso pecado, nossa decisão de resistir à tentação é fortalecida.
Futuro: Entendemos que a morte de Jesus é a base de nossa esperança, e assim proclamamos nossa fé nele quando olhamos em frente para a volta do Senhor e para nossa salvação eterna.
Não podemos esquecer nunca o dia negro no Calvário em que Jesus deu sua vida para salvar a nossa.
ANÁLIE DOUTRINÁRIA SOBRE A SANTA CEIA DO SENHOR
Mt 26.16-30; I Co 11.23-31
A forma como Paulo explica aos coríntios o significado e a ordem da Santa Ceia do Senhor, é digna de considerar-se cada vez que se celebra este ato e Ordenança Divina. Consideremos o que Paulo ensina.
I. “ EU RECEBÍ DO SENHOR....” – ( v. 23 ).
1. O Apóstolo Paulo havia sido instruído diretamente pelo Senhor no que concerne à Santa Ceia do Senhor.
2. GÁLATAS 1. 1 e 2 diz; “ Mas os faço saber, irmãos, que o Evangelho anunciado por mim, não é segundo homem, pois eu nem o recebi nem o aprendi de homem algum, mas por revelação de Jesus Cristo “.
3. O Senhor Jesus Cristo explicou aos Apóstolos o significado da Santa Ceia do Senhor na noite em que foi traído, porém, a Paulo, o explicou por revelação.
II. “..NA NOITE EM QUE FOI TRAÍDO...” – ( v.23).
1. Nos versículos anteriores o Apóstolos Paulo havia estado repreendendo aos coríntios pelas desordens em uma noite da Ceia do Senhor, (v. 17-22).
2. Que contraste! Cometiam estas desordens em uma noite que se suponha comemorar a traição e juízo do Senhor.
III. “...ESTE É O MEU CORPO QUE POR VÓS É PARTIDO...” – ( v.24).
1. Todo este sofrimento era em cumprimento à Isaías 53. 5 “ Mas Ele foi ferido pelas nossas rebeliões (transgressões), e moído pelos nossos pecados (iniqüidades)...”.
2. JOÃO BATISTA predice o sofrimento de Cristo, quando exclamou: “ Eis aqui o Cordeiro de Deus, que quita ( tira) o pecado do mundo “ – (Jo 1.29).
IV. “...ESTE CÁLICE É O NOVO TESTAMENTO (ALIANÇA) NO MEU SANGUE...” (V. 25).
1. Quando Deus fez o pacto com o povo de Israel, comprometendo-se a ser como um Pai para eles, Moisés sacrificou um Cordeiro de cujo sangue passou no povo, dizendo: “ Eis aqui o sangue do pacto que Jeová tem feito convosco...” (Ex 24.8).
2. Segundo JEREMIAS 31.31-33, Israel, com sua desobediência, invalidou o pacto; DEUS, então, prometeu fazer um NOVO PACTO.
3. Este NOVO PACTO é SUPERIOR ao Antigo: “ Mas agora alcançou Ele ministério tanto mais excelente, quanto é Mediador de um melhor concerto, que está confirmado em melhores promessas “, Hebreus 8.6.
4. HEBREUS 7.22, diz; “ Portanto, Jesus é feito fiador de um melhor pacto (concerto) - (17-28).
1- Melhor – Porque o Sacerdote não foi Moisés – Mas Cristo.
2- Melhor – Porque não foi Ratificado com Sangue de animais, cordeiro – Mas PELO SANGUE DE CRISTO.
3- Melhor – Porque não foi para o benefício exclusivo de uma Nação – Mas para o Mundo Inteiro.
4- Melhor – Porque é ETERNO e não temporal, como o pacto sinaítico.
V. “... NA MORTE DO SENHOR ANUNCIAIS...” – ( v. 26).
1. A Santa Ceia do Senhor é uma recordação – Memória da humilhação e dos sofrimentos de Cristo.
2. O Crente deve participar da Santa Ceia do Senhor com disposição de identificar-se com a humilhação de Cristo.
3. Quem toma a Ceia do Senhor deve ter a disposição de morrer para si mesmo, para que Cristo viva nele, (Gl 2.20).
4. Quem participa da Santa Ceia do Senhor deve faze-lo com júbilo de alegria .
VI. BENEFÍCIOS DA SANTA CEIA DO SENHOR
1- É uma ordenança divina – Obediência.
2- É feita em memória do Senhor – Lembrança.
3- É uma forma de anunciar a Vida de Jesus – Evangelho.
4- Participamos do sofrimento e humilhação de Cristo.
5- Sentimos, também, Sua liberdade, glória, alegria e Paz.
6- Vivemos e anunciamos a volta do Senhor, até que venha.
7- Celebramos com júbilo, louvando, exaltando e adorando ao Senhor.
CONCLUSÃO
Duas coisas são importantes concernentes à Santa Ceia do Senhor, elas são; ENTENDER MUITO BEM O SEU SIGNIFICADO e PARTICIPAR COM A ATITUDE CERTA E DEVIDA. Sabendo que as Duas Ordenanças do Senhor são: O Batismo nas Águas e a Santa Ceia do Senhor. Não é uma opção! É uma ordenança! Somos batizados nas águas? Então, com que atitude tomamos a Santa Ceia do Senhor? Certamente dizendo “ MARANATA ORA VEM SENHOR JESUS! “.

04/09/2009

FIDELIDADE E VITÓRIA!

“Os quais por meio da fé venceram reinos...”(Hb 11.33a)
Nem um de nós deseja ser um derrotado.
Todos queremos obter vitórias em nossas lutas, em qualquer área que seja.
Ainda que a situação de conflito ou desafio seja simples todos desejamos ser declarados: vencedores.


É exatamente isso que nos declara a Palavra em Romanos 8.33 a 39: Em Cristo somos mais que vencedores em todas as situações, mesmo aquelas que parecem ter nos derrotado.
Sabemos, porém que uma vitória não virá por acaso. Toda vitória para ser verdadeiramente sentida como tal precisa ser resultado de uma luta, e de um Precisamos vencer alguns tipos de reinos, chamados na Bíblia de “reinos deste mundo”. O inimigo, na tentação do deserto, levou Jesus para um monte muito alto e lhe mostrou os reinos deste mundo (M4.8) e a sua glória para provocar um nível de dúvida em Jesus.
O reino do qual Jesus nos possibilita participar, através da Sua vida derramada na cruz, para nos restaurar dos nossos fracassos, é chamado na Palavra de reino de Deus, reino dos céus, reino do Filho, reino eterno, etc, ou seja, este Reino está acima dos reinos deste mundo.

Isso significa que quando entrarmos plenamente na dimensão metafísica (a dimensão que está além do que é físico) já estamos destinados a reinar com o nosso Senhor Deus Pai, Filho e Espírito Santo.

Este é o primeiro e mais importante nível de vitória que a fé em Jesus Cristo nos concede.
Há, entretanto, outras revelações sobre conquistas espirituais ainda nesta vida.
Leia Apocalipse capítulo 5, versos de 8 a 16.
Neste texto vemos que os seres celestiais se juntam com os dois grupos de 12 anciãos e se prostram diante do Cordeiro tendo o testemunho precioso da adoração e da intercessão, através dos instrumentos de prosperidade (taças de ouro) cheios da ação da fé que são as orações dos que já estão separados do pecado para serem feitos vencedores.

Este mesmo grupo celestial e vitorioso adora o Senhor declarando que:
1 - Jesus comprou com Seu sangue homens de todas as tribos, línguas, povos e nações, logo todos os homens podem participar da Sua prosperidade e da Sua herança plena, pois Jesus sendo homem nos concede a legalidade terrena e sendo Deus nos concede a legalidade espiritual;

2 – Ele os fez reino, isto é, governo. É interessante que aqui não se restringe ao governo espiritual ou governo terreno, a Palavra simplesmente diz: reino. Isso abre a possibilidade do governo ser pleno, conforme veremos.


3 – Todos os participantes deste reino são sacerdotes, ou seja, são intercessores para conduzir à Jesus e ao reino espiritual os homens que ainda não podem se declarar povo sacerdotal.

4 – Todos os participantes do governo de Deus reinarão sobre a terra, num tempo de Deus, que não sabemos exatamente quando começa. A promessa de reinar sobre a terra não é apenas para os dois grupos de doze que estavam diante do trono é para todos que se fizerem sacerdotes do Altíssimo.


 – A multiplicação, fruto do governo, só poderá ser vista para os que vêem com os olhos da fidelidade e da fé, como João, o discípulo amado. Ele pode ver as multidões de miríades (incontáveis) e milhares (contáveis).


6 – A voz da multidão não era uma voz voltada para os homens era uma voz voltada para o Cordeiro (aquele que obedeceu até a morte). A dignidade do Cordeiro foi reconhecida e exaltada como sendo merecedora de receber:
- o poder, a capacidade de governar;
- a riqueza, a prosperidade e o fruto do trabalho;
- a sabedoria, unção da Palavra;
- a força, a capacidade de realizar o sonho de Deus;
- a honra, o reconhecimento dos homens;
- a glória, o reconhecimento de Deus;
- o louvor, a alegria e a celebração.


7 – A publicidade que se dará ao governo de Deus já plenamente estabelecido será tão eficaz que todas as criaturas no céus (os anjos), na terra (os homens) e embaixo da terra (os mortos e decaídos) terão que repetir os mesmo atributos já mencionados. Com o Amém dos grupos de doze que estarão diante do trono do Cordeiro.
Finalmente temos que reafirmar: A nossa fé e fidelidade geram diante do Deus Todo Poderoso o cumprimento das promessas e profecias, expressas na Palavra, conforme Apocalipse 11.15 que declara que o “reino deste mundo passou a ser de nosso Senhor e do seu Cristo”, e isso quer dizer que no tempo profético da Palavra, mesmo os reinos terrenos, deste mundo, passam, por direito da cruz, a ser propriedade dos vitoriosos da fé, da visão da esperança e da fidelidade do amor.

23/08/2009

Amando o nosso próximo

Cada um de nós é especial para Deus...
Muitas pessoas sentem que são um fracasso. Elas podem não ter progredido em sua educação, podem ter dificuldades em manter suas famílias, podem ter falta de confiança por falta de conhecimento externo. Quando outros pedem a sua opinião, elas podem sentir que não têm nada para compartilhar. Esta falta de autoconfiança é algo que vai contra os ensinamentos bíblicos.
Leia Mateus 10:29 e Salmos 139:13-16.
Vemos aqui quanto valor Deus dá a cada um de nós. Nenhum de nós é imprestável aos olhos de Deus. Para Ele, todos nós somos especiais e temos valor.
Leia Lucas 15:1-2
Jesus estava disposto a se relacionar com todo tipo de pessoa – não importava o que os outros pensavam delas. Isto mostra a disposição de Deus em aceitar todas as pessoas e a nossa condição igualitária diante de Deus. Jesus só condenava as pessoas, se elas se considerassem melhores do que o seu próximo (Lucas 18:9-14). Em nosso trabalho com pessoas e comunidades, precisamos trabalhar com o pobre e o oprimido – e não por eles. Precisamos valorizar cada pessoa e ajudá-las a se sentirem mais positivas sobre si mesmas. Precisamos desenvolver a nossa capacidade de ouvir e compreender.
Quão bom você é em ouvir as preocupações de outras pessoas? Você realmente ouve e incentiva as pessoas a compartilharem as suas preocupações, ajudando-as a descobrir o que devem fazer? Ou você só fica esperando uma pausa na conversa para dar-lhes o seu conselho?
O que você gostaria que fosse diferente em sua vida? O que você está disposto a fazer para que mudanças aconteçam? Você precisa de ajuda e apoio de outros? Ou de Deus?
O que você acha de si próprio? Você acha que o seu conhecimento e treinamento foram alcançados por esforço e trabalho árduos? Ou você considera as suas capacidades um presente de Deus – para serem compartilhadas livremente com os outros?
Pense sobre como você trata as pessoas com quem trabalha.
Elas são pessoas com potencial – ou pessoas com problemas enormes? Como Deus as considera? Ore para que possamos sempre ver as pessoas como Deus as vê.
O bom samaritano
Muitas vezes, na Bíblia, somos chamados a amar nosso próximo. Conforme mostra este estudo bíblico, nosso próximo não é apenas a pessoa ao lado, e talvez nem mesmo alguém do mesmo país.
Leia Levítico 19:18, Mateus 19:19, Marcos 12:28-34 e Romanos 13:9
O que todos estes versículos têm em comum?
A parábola do bom samaritano explica o mandamento “amarás o teu próximo”.
Leia Lucas 10:25-37
Jesus ensina que nos devemos amar uns aos outros sem nos limitarmos pelas fronteiras culturais e sociais. Quando o advogado pergunta a Jesus “Quem é o meu próximo?”, ele talvez estivesse esperando que Jesus respondesse “Os outros judeus”. Porém Jesus responde de forma diferente. Não nos é dito nada sobre o homem que é atacado na parábola, embora os que estavam ouvindo fossem judeus e provavelmente tenham presumido que ele era judeu. Entretanto, um sacerdote e um levita, que eram ambos membros da elite religiosa de Israel na época, passaram pelo homem ferido. Na época de Jesus, os samaritanos eram desprezados pelos judeus. Entretanto, na parábola, é um samaritano viajante quem vê o homem ferido e sente compaixão por ele.
Quem é o seu próximo?
Pense nas vezes em que você achou difícil amar o próximo. Por que você achou difícil?
De que forma a sua atitude em relação aos outros mudará à luz desta passagem?
Deficiência: conhecendo nosso valor
Infelizmente a sociedade, muitas vezes, não vê o valor que Deus deu às pessoas com deficiências. Nos nossos planos e trabalho, freqüentemente deixamos de levar em consideração a contribuição enorme que as pessoas com deficiências podem dar.
Leia Efésios 2:10 e 1 Coríntios 12:7
Todos nós fomos feitos à imagem de Deus – as pessoas com deficiências e as sem deficiências. Todos nós fomos criados para um propósito, com algo valioso para oferecer. Todos nós. Deus não discrimina. As pessoas podem discriminar, mas Deus não. As pessoas com deficiências têm muito para oferecer às suas comunidades, mas, assim como todos, elas precisam de uma abertura.

Na nossa igreja, no nosso trabalho, na nossa vida diária, como podemos incentivar as pessoas com deficiências a usarem os dons que Deus deu?
Nós, às vezes, discriminamos sem realmente ter a intenção de fazê-lo?
Que coisas, na nossa sociedade e na nossa cultura, dificultam para que as pessoas com deficiências alcancem o seu potencial completo? O que poderíamos fazer para melhorar a situação?
Leia Romanos 5:1-11, 8:12-17
Jesus Cristo morreu na cruz, para que pudéssemos ser reconciliados com Deus e conhecer a Sua paz perfeita, seja qual for a nossa condição física. Em Jesus Cristo, todas as pessoas podem conhecer o seu verdadeiro valor como filhos e filhas do nosso Deus Vivo.
O ministério de Dorcas
Neste estudo bíblico, vemos o valor de uma mulher em particular no serviço de Deus – Dorcas.
Leia Atos 9:36-39
Dorcas tinha um grande amor por Deus. Ela dedicava tempo à oração e ao estudo da Bíblia. Do seu amor a Deus, veio um grande amor por outras pessoas. Repare que ela sempre ajudou os pobres, não apenas quando tinha tempo e recursos, mas sempre.
Deus nos chamou para fazer o quê?
Quem se beneficia com o nosso trabalho? Nós mesmos, nosso orgulho ou outras pessoas?
Leia Atos 9:40-42
Deus levantou Dorcas dos mortos porque Ele teve compaixão pelas pessoas que lamentavam a sua morte. Seus amigos, especialmente os pobres e as viúvas, sentiam muita falta dela.
Quando sairmos da nossa região para um novo trabalho, as pessoas ficarão felizes ou tristes?
Quem vai chorar, se morrermos?
Ore a oração de Paulo, em 1 Tessalonicenses 1:2-3, por todos aqueles que servem os pobres.
Mostrando graça para com nossos inimigos
Muitas vezes é duro mostrar compaixão às pessoas que não conhecemos ou achamos difíceis. É ainda mais duro quando somos odiados ou ameaçados pelas pessoas a quem podemos ajudar. O ensinamento da Bíblia sobre como abordar nossos inimigos é bastante claro.
Leia Mateus 5:43-48
Jesus pede a seus ouvintes que amem seus inimigos. Ele usa o exemplo de Deus, que faz com que o sol se levante e a chuva desça igualmente sobre justos e injustos. A maior mostra de amor incondicional é a graça de Deus através de Jesus Cristo. Ele nos ama apesar do nosso pecado.
O que Jesus nos desafia a fazer no versículo 46?
O que ele também nos desafia a fazer no versículo 47?
Que implicações isto tem para nossas relações com as pessoas que nos ferem?
O versículo 48 incentiva-nos a procurar a perfeição ou a integralidade – uma idéia que está bem próxima da plenitude da paz. Embora nunca venhamos a ser perfeitos nesta terra, devemos procurar seguir o exemplo de Deus, mostrando graça para com nossos inimigos e indo até eles.
Veja também :
Romanos 12:4-8 Um corpo, muitos membros
1 Coríntios 12:12-31 Um corpo, muitos membros
1 Tessalonicenses 2:9 Trabalhamos noite e dia
Tiago 1:12 Bem-aventurado o varão que perseverar.

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MARIO LORETI E MILTON RABAYOLI
Quero aqui homenagear um amigo que, demonstrando um cristianismo de coração (e não de aparência, como muitos hoje fazem, inclusive certos lpideres evangélicos, que na verdade só sugam a lã das ovelhas e nada oferecem a elas quando estas estão carentes), tornou-se exemplo digno de um bom samaritano, uma pessoa que não vive para sí aoenas,ams que busca viver para o próximo. Esse exemplo, que vive na cidade de Vitória, ES,Brasil, atende pelo nome de Mário Loreti, e eu tenho prazer enorme de ser amigo desse swamaritano,que tanto tem a ensinar a nós todos! Aos pastores e todos os demais cristãos que acessam esse blog, aprendam a seguinte lição: Deus chamou a cada um de vocÇes para que vocÇes venham viver pelo próximo, principalmente por aqueles que se colocam debaixo de sua autoridade pastoral. Mário Loreti não é pastor (mas deveria ser) e já vive assim. Dedico esse estudo acima a meu amigo Mário Loreti!

22/08/2009

A ALIANÇA NO CASAMENTO


Gen. 41.42 “E Faraó tirou da mão o seu [anel]-sinete e pô-lo na mão de José, vestiu-o de traje de linho fino, e lhe pôs ao pescoço um colar de ouro”.
Ester 3.10, 12 “Então o rei tirou do seu dedo o [anel], e o deu a Hamã, filho de Hamedata, o agagita, o inimigo dos judeus;
12 Então foram chamados os secretários do rei no primeiro mês, no dia treze do mesmo e, conforme tudo, quando Hamã ordenou, se escreveu aos sátrapas do rei, e aos governadores que havia sobre todas as províncias, e aos príncipes de todos os povos; a cada província segundo o seu modo de escrever, e a cada povo segundo a sua língua; em nome do rei Assuero se escreveu, e com o [anel] do rei se selou”.
Daniel 6.17 “E uma pedra foi trazida e posta sobre a boca da cova; e o rei a selou com o seu [anel] e com o [anel] dos seus grandes, para que no tocante a Daniel nada se mudasse:
Lucas 15.22 Mas o pai disse aos seus servos: Trazei depressa a melhor roupa, e vesti-lha, e ponde-lhe um [anel] no dedo e alparcas nos pés;”
- Nos tempos bíblicos anel (vou chama-lo de aliança) representava a assinatura de uma pessoa ou família. Conforme os textos bíblicos acima.
- O anel ou afiança (utilizado na mão esquerda no dedo médio, ao lado do mindinho) representa o compromisso, aliança, contrato, testemunho, etc, de que o seu usuário tam para com outra pessoa, ou até mesmo debaixo de um juramento.
Li um artigo a algum tempo, onde um cientista explicava que o dedo onde a aliança é colocada, possui um nervo especifico que em contato com o ouro da aliança, transmite constantemente uma informação ao cérebro para que seu usuário sempre sinta que utilizada um anel e conseqüentemente o seu compromisso.
- Em suma, o uso ou não da aliança no casamento, pode também nada representar se o seu usuário não valoriza o seu testemunho.
- Em alguns paises utilizam apenas um anel, que pode ser de prata, ouro ou até mesmo cobre.
- Esse pequeno instrumento serve apenas para que o usuário se lembre de que ele fez um voto, juramento, compromisso, etc., diante de Deus, dos homens, anjos, demônios, etc. de que ele é uma pessoa compromissada.
Precisa falar mais alguma coisa?

15/08/2009

JONAS, O PROFETA MISSIONÁRIO


Ao estudar o livro de Jonas, percebemos que fora escrito com o propósito de lembrar o alto valor da pregação missionária. Deus não quer que ninguém se perca, mas deseja que todos venham ao arrependimento, II Pd 3: 9.

O nome Jonas significa “pomba”. Nasceu em Gate-Hefer, perto de Nazaré. Portanto, Jonas era galileu, bem como Naum, Malaquias e Jesus. Profetizou no Reino do Norte durante a época de Jeroboão II, rei de Israel, no séc. VIII a.C. Predisse a expansão territorial conseguida por esse soberano, II Rs 14: 25-27.

A historicidade do livro de Jonas se comprova com II Rs 14: 25 e pela referência a Jonas feita pelo próprio Jesus em Mt 12: 39-41. Pelas características, o livro é de autoria do próprio Jonas que, à semelhança de Moisés, relata os acontecimentos com minúcias, procurando a glória de Deus e não a sua. Seu livro difere consideravelmente dos outros livros proféticos do A.T., visto que é inteiramente composto de narrativa.

Jonas foi chamado para pregar a Palavra de Deus em Nínive. Mas, a princípio fugiu. A fuga de Jonas não é diferente da atitude de muitos hoje. Israel tinha se afastado muito de seu chamado missionário original, pois deveria estar sendo uma luz de redenção para os povos, Gn 12: 1-3; Is 49: 6. Este livro é um sério apelo para a ação evangelística e missionária da Igreja, que foi chamada para proclamar a palavra.

I - O MUNDO CLAMA POR PROFETAS, 1: 1-2: 10
Nossa cidade, nosso país e o mundo clamam por pessoas que estejam dispostas a anunciar a Palavra e Deus quer levantar pregadores. Foi isso que ocorreu com Jonas.

a) O chamado - 1: 1-2 - O livro começa com um veemente chamado a Jonas e uma clara ordem para levar a Palavra à cidade de Nínive: “Levanta-te”. Nínive era uma grande cidade, capital da Assíria, às margens do rio Tigre, com uma população de mais de 120 mil pessoas, Jn 4: 11, conhecida pela sua corrupção, 1: 2.

O que desagradou o Deus de toda terra foi a “malícia que subiu” até Ele, 1: 2. Essa maldade incluía a idolatria e a extrema brutalidade contra prisioneiros de guerra além de forte imoralidade.

b) Um missionário desobediente, 1: 3 - Desobedecendo ao chamado, em vez de ir a Nínive, Jonas fugiu em direção a Társis. Como pode um homem imaginar poder escapulir dos planos do Senhor que tudo vê? Hb 4: 13.

c) Conseqüências da desobediência, 1: 4-17 - Obviamente a atitude de Jonas não ficaria sem retribuição: Causou pavor e desespero aos marinheiros, 1: 4-11; provocou uma situação suicida, 1: 12-16; e ainda produziu o estranho acontecimento do grande peixe, 1: 17.

d) O clamor durante a calamidade, 2: 1-9 - A eficácia da oração tem sido comprovada nas mais diversas situações e Deus tem respondido a homens e mulheres que têm clamado dos mais variados lugares na face da terra, mesmo dentro do “ventre de um peixe”’, 2: 1. Deus miraculosamente manteve Jonas vivo por três dias no estômago do peixe. Por ser um fato verídico Jesus, usou o incidente do peixe que engoliu Jonas para ilustrar sua própria morte, sepultamento e ressurreição, Mt 12: 39-41.

e) O arrependimento de Jonas, 2: 10 - Jonas viu que estava fazendo tudo errado, v. 9. Arrependeu-se, percebeu que agia como um idólatra (ou ateu) e retomou o caminho da obediência, I Sm 15: 23.

II - UM MUNDO CLAMANDO POR MISSÕES
A segunda parte do livro mostra um novo Jonas, arrependido e disposto a cumprir o mandado missionário.

a) O novo chamado, 3: 1-2 - Pela segunda vez o Senhor diz a Jonas “levanta-te”. Ele estava na praia, por certo ainda meio confuso com tudo que ocorrera, mas percebendo que não adianta fugir da obrigação de entregar mensagens duras. Os pregadores do Evangelho são semelhantemente convocados a proclamar todo o conselho de Deus, At 20: 27; II Tm 4: 2. Devem pregar tanto a misericórdia quanto a ira de Deus; ou seja, o perdão e a condenação. Devem pregar de tal forma que as pessoas se voltem de seus pecados.

b) O missionário obediente, 3: 3-4 - Nínive era importante por abrigar mais de 120 mil almas; essa era a preocupação e o seu valor para Deus, 4: 11. A submissão de Jonas pode ser vista por expressões significativas, tais como: “Levantou-se, ... e foi” , 3: 3; “começou Jonas a percorrer a cidade... e pregava”, 3: 4.

c) Conseqüências da obediência, 3: 5-10 - A pregação de Jonas produziu resultados e os moradores de Nínive arrependeram-se de seus pecados. Houve, por um certo período, um retorno ao monoteísmo.

Nessa fase aconteceram duas grandes pragas, nos anos 765 e 759 a.C., e um eclipse solar, em 763 a.C. Esses acontecimentos podem ter sido interpretados como sinais de julgamento divino e, portanto, preparado a cidade para receber a mensagem profética de Jonas. Como expressão visível de seu verdadeiro arrependimento, “eles jejuaram, vestiram-se de pano de saco”, 3: 5.

d) Lição e censura a Jonas, 4: 4-11 - Quando Deus agiu, salvando ninivitas, Jonas ficou contrariado, v. 8, porque pensou na segurança política de Israel. É como se o pregador colocasse seus interesses pessoais à frente dos interesses do reino de Deus. Foi preciso que Deus o levasse a sentir o valor de uma alma. Se Jonas creu ser razoável irar-se por uma planta com a qual não contribuiu em nada para sua existência, como não dar lado para compreender o tão grande e poderoso amor de um Deus-Criador, que fízera com carinho e doçura cada criatura que estava naquela metrópole?

e) Deus expressa seu amor por Nínive:

1) O amor do Criador por seus filhos, embora tenham eles vivido em pecado e rebelião contra suas Leis, vai além de qualquer amor ou sentimento humano, Rm 5: 8.

2) O amor de Deus pela humanidade estende-se para além de qualquer fronteira, até às pessoas perdidas em qualquer lugar. Esta verdade foi plenamente vista:

a) quando Deus enviou seu Filho Jesus para morrer por todas as pessoas, Jo 3: 16; e

b) quando Jesus enviou os discípulos a todo o mundo para pregar o Evangelho e fazer discípulos de todas as nações, Mt 28: 18-20.

A vocação da igreja é
missionária.
Propósitos missionários é um dos selos da igreja que é genuínamente biblica!

10/08/2009

HOMENAGEM AO MEU SAUDOSO PAI

Pensei que fosse fácil fazer-te um poema, papai.
Mas vejo que tua vida é um poema difícil,
que a gente não pode escrever.

Vejo os calos das mãos que contam histórias de enxadas,
caminhando pelos campos; e histórias de chinelos,
falando uma linguagem, que os filhos não entendem.

Vejo os calos dos joelhos, que contam histórias humildes de horas silenciosas, conversadas com Deus.
Vejo as rugas da fronte que falam das rugas da alma como sulcos da terra que as chuvas abriram.

Vejo os pés cansados, rasgados por espinhos, que a gente não vê.
Vejo o calor brilhante do coração que sempre nos ama, quando ainda não sabíamos amar.
Eu me lembro de um pai, que dorme de olhos abertos pensando no filho, que não abre os olhos.

Lembro-me de um pai,
Que varre o lixo das ruas,
Pensando no lixo das casas,
Que não pode varrer.

Lembro-me de um pai,
Que bebe suas mágoas na garrafa,
Pensando matar as mágoas da vida.

Lembro-me de papai:
É difícil fazer um poema para ti,
Que vives o poema mais lindo.

onde estiveres, saiba, se puderes,

que em todos os meus momentos de vida sempre

te trarei na minha lembrança

pois em mim o seu amor é permanente

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(Homenagem a memória de meu pai)
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Assista ao video abaixo! Clique no player!





04/08/2009

o homem do tanque de Betesda



Especialmente para você que está na espera de uma determinada bênção, mas que não está crendo que ela virá, te chamo a atenção para o evangelho de João, no capitulo 5, onde lemos de um fato muito curioso...
É dito ai que em tempos em tempos, um anjo descia a um tanque próximo de Jerusalém, e mexia as águas do mesmo, e o primeiro que ali descia apos o movimento dessas águas, era curado de qualquer mal. De forma que estavam sempre por ali vários doentes. Imagino que o tal anjo não tinha uma data especifica para as suas visitas, assim, os doentes tinham de permanecer ali durante todo o tempo...
Dentre as pessoas ali presentes, tinha um homem que há trinta e dito anos "se achava" doente...
E um dia Jesus, passando por ali, encontra esse homem e o tal tanque... Jesus olha para esse homem e o vê deitado, e sabendo que estava assim havia muito tempo, lhe pergunta se ele queria ser curado, ficar são... e a resposta é revoltante...
"Senhor, como posso ser curado se não tenho quem me ajude? E quando eu tento ir ao tanque, outro vai antes de mim, em minha frente, chega lá primeiro do que eu...!"
Jesus então lhe da uma palavra de despertamento, e aquele homem de repente se vê curado...

Quero chamar a sua atenção para algumas coisas curiosas nesse relato:
1- As pessoas que estavam à beira do tanque estavam esperando por um anjo, e não por Jesus, tanto que quando Jesus chega ali, eles nem se dão conta de sua presença... Eles queriam o anjo, queriam a criatura, e não o criador... As vezes nos mesmos estamos assim, esperando pela criatura, sendo que devemos apenas esperar e confiar em Deus, o criador... A criatura nada pode fazer por nós, mas Deus tudo pode fazer... E quer fazer... E vai fazer... Basta confiar e esperar por ele... Se ele vai mandar algum anjo ou pessoa até nós para nos ajudar, isso é outra história, mas devemos confiar apenas Nele... Em Deus... Maldito é o homem que confia e espera pelo homem...

As pessoas estavam à beira do tanque, em volta do mesmo, o tanque de Betesta, que em grego significa Misericórdia... Mas as curas só aconteciam dentro do tanque e não próximo dele ou em volta dele... Temos de nos apropriar da MISERICORDIA de Deus a nosso favor e nos mantermos dentro dela, pois é por meio dela e por causa dela que deus faz as suas obras nas nossas vidas... Não merecemos nada de Deus, mas o que Ele faz é por misericórdia, ou seja, favor imerecido de Deus... Eu e você não merecemos, mas Ele faz assim mesmo, pois nos ama... Estar próximo à misericórdia, ou seja, sabermos dela, conhecermos a Palavra de Deus e não nos envolvermos com ela não ajuda muito...

Ao ser questionado se queria ou não ser curado, ficar são, o homem reclama ao invés de dizer o que queria... Muitos de nós perdemos tempo com reclamações e não vamos direto ao assunto com deus e não recebemos a benção... Deus não quer as nossas reclamações. Ele quer as nossas petições para nos dar respostas... O que nos adianta reclamar da vida e dos problemas? Isso não nos traz a solução de problemas...

O homem culpa os outros pela sua enorme espera... Não tenho quem me ajude... Ou seja, ele demonstra estar se pondo na dependência de outras pessoas, sendo que devemos apenas depender de Deus... É aquele tipo de gente que se faz de coitadinho, porque ninguém o ajuda... Sempre arruma meio de culpar os outros... A falta de fé e atitude eram dele mesmo, mas ele culpa os outros...

O homem se descreve como fracassado, incompetente, pois quando ele tentava ir ao interior do tanque, já havia indo outro na frente dele... Ele se menospreza, não tem auto confiança, não se garante... Gente que se acha medíocre demais, fraco demais, se acha pior do que os outros... Ah, eu não consigo, eu não agüento, isso não é pra mim, quem sou eu para realizar ou ter isso?...
Gente que por falta de fpe na palavra de Deus não conhece o segreda de podermos tudo e todas as coisas naquele que nos fortalece e sustenta... Gente que não se apropria das promessas de Deus e fica ai remoendo derrotas... Gente que acha que a benção é para o vizinho, e para ele é apenas o corretivo a maldição...


A Palavra que Jesus dá ao homem é curiosa... “Levanta” (seria por que ele esta deitado, representando aqueles que estão acomodados, sem esperanças, sem fé, sem atitude?), "toma a tua cama" (a cama representava o fardo daquele homem, pois era nela que ele estava deitado há tanto tempo... mas Jesus não quer que o homem abandone o teu fardo, ao invés disso, o homem precisa entender que ele é mais forte do que o fardo, tanto é que ele pode tomar ela nas mãos, ou seja, não deixa o fardo te controlar, mas você pode tomar o controle dele nas tuas mãos), "e anda", ou seja, você pode prosseguir em frente, que nada e nem ninguém vai parar você... O homem estava ali esperando um anjo, parado, estacionado e Deus nos quer CAMINHANDO!!!!

Ai é dito que, que o homem, após ouvir a palavra de Jesus, IMEDIATAMENTE levantou e andou, levando consigo o seu leito!

O MILAGRE NAO VAI DEMORAR A ACONTCER SE VOCÊ ENTENDER E SEGUIR ESSES PASSOS... CREIA E VERÁS A GLÓRIA DE DEUS SOBRE A TUA VIDA!
MUITAS DAS VEZES ACHAMAOS QUE ESTA DEMORANDO, MAS NA VERDADE, JÁ ERA ATÉ PARA DEUS TER CUMPRIDO A PROMESA DA BENÇÃO... MAS NOSSA FALTA DE ATITUDE NOS ATRASA...

25/07/2009

DEUS CUIDA DE SEU POVO... E DE VOCÊ TAMBÉM!!!

Nunca houve em toda a história de Israel um livramento tão expetacular e maravilhoso quanto o livramento dado por Deus à Israel no deserto, a beira do Mar Vermelho, quando Israel estava sendo perseguido por Faraó. O desespero toma conta dos milhares que ali estavam, pois saíram do Egito e agora iriam perecer ali mesmo naquele dserto. Mas dentre os milhares que ali estavam, apenas um homem parece saber exatamente o que deveria ser feito! Assim, Moisés clama a deus e este o responde! Assista o vídeo abaixo e veja a ilustração do grande livramento de Deus para com seu povo! E saiba que da mesma forma que Deus cuidou de Israel, Ele cuida de ti na Terra, e nenhuma ferramenta maligna e inimiga terá sucesso contra tua vida, seus inimigos serão confundidos, e uma grande mesa será preparada para ti, na presença de teus adversários, para que eles vejam a celebração da tua vitória!!! Nenhum mal te atingirá e tudo oq eu você por as mçãos para fazer será abençoado!!! Apenas creia no Deus de Israel!!!Assista o video abaixo e veja a ilustração do grande livramento de Deus em favor de israel que estava passando por graves perigos no deserto!!!

Clique no botão do player e aumente seu volume!!!

24/07/2009

REFLEXÃO: O VERDADEIROCONCEITO SOBRE OS SANTOS

Ora, se os "santos" atendem de fato as orações de seus milhares de devotos,isto implicaria que eles possuem o atributo da onisciência,coisa que é impossível ao ser humano VIVO OU MORTO, pois só Deus a possui.
Só Deus pode atender várias orações ao mesmo tempo, pois isto é intrínseco à sua divindade. Entretanto, algo que nos chama a atenção é que estes santos, enquanto vivos não realizavam milagres, mas, depois de mortos, disparam a conceder graças de todos os tipos. Isto não é no mínimo curioso?
O conceito de santidade não pode ser modificado ao nosso bel prazer. Santos são todos aqueles que entregaram suas vidas a Jesus Cristo e agora participam de sua santidade.
Não depende da autorização de nenhuma instituição religiosa.

17/07/2009

LOBOS E PASTORES


“Lobo com pele de ovelha” nós conhecemos muito bem esta expressão, mas, eu gostaria de chamar sua atenção para um outro tipo de lobo que tem surgido na pós-modernidade. É o “lobo com pele de pastor” É muito fácil identificar o lobo com pele de ovelha e muito difícil identificar o lobo com pele de pastor gostaria de dar algumas semelhanças e diferença para que ovelhas e pastores pudessem identificá-los:

1. Pastores querem o bem das ovelhas. Lobos os bens delas.
2. Pastores vivem à sombra da cruz. Lobos sobre holofotes.
3. Pastores têm fraquezas. Lobo muito poder.
4. Pastores ensinam à verdade. Lobos são donos dela.
5. Pastores têm discípulos. Lobos admiradores.
6. Pastores vivem de sustento, Lobos de investimentos.
7. Pastores alimentam as ovelhas, Lobos se alimentam delas.
8. Pastores são humildes. Lobos vaidosos.
9. Pastores dirigem igrejas. Lobos empresas.
10. Pastores são perseguidos. Lobos são processados.
11. Pastores pregam atrás dos púlpitos. Lobos na frente das câmeras.
12. Pastores não têm ouro nem prata. Lobos têm muitos dólares.
13. Pastores implantam novas igrejas. Lobos "tomam" a direção das igrejas dos pastores.
14. Pastores são facilmente encontrados por suas ovelhas, as conhecem uma por uma e delas são conhecidos. Lobos não conhecem suas ovelhas (vitimas), e destas são desconhecido, e tem de se marcar na agenda para poder trocar duas ou tres palavras com eles.
15. Pastores se preocupam com suas ovelhas, dão a vida por elas, ajudam cuidam, saram suas feridas. Lobos causam feridas, machucam, maltratam e ignoram suas ovelhas, só se lembram delas quando estão precisando de alguma coisa.
16, Pastores pregam a verdade. Lobos fogem dela e ainda criticam os que a pregam.
17. Pastores gostam de orar pelas pessoas. Lobos fazem hora com a cara delas.
18. Pastores são convertidos. Lobos são convencidos.

19. Pastores se apropriam da graça de Deus por meio de nossos Senhor Jesus Cristo e a ensinam ao povo! Lobos impõe legalismo, escravizando a todos com regras, sendo que eles mesmos não seguem as suas próprias regras e tropeçam na lei!
20. Pastores dedicam a Deus toda a honra e glória, dedicando a Deus todo o sucesso de seus trabalhos... Lobos se apodram do sucesso, gloriam a sí mesmos pelos seus feitos, batem no peito e dizem "eu sou o melhor"...


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Acrescente você mesmo esta lista e identifique os lobos pós-modernos!

04/07/2009

Você sabe o que é o amor?

Vamos entender melhor o significado da palavra “amor” na Bíblia, e compará-la com seu uso habitual. Temos basicamente 4 palavras gregas para se traduzir como amor. São elas: Eros (físico, sexual), Storge (familiar), Philos (amizade) e Ágape (amor incondicional).

1. EROS (físico, sexual):
Chamaremos eros de “amor bolo de morangos”. Eu quero o bolo. Eu o quero tanto, que se o conseguir irei consumí-lo sem ao menos pensar em como o bolo se sente. É exatamente assim que algumas pessoas tratam seus semelhantes.
Eros é um amor que toma.
Expressões que caracterizam o amor eros:
• Você me faz bem;
• Você é meu/minha;
• Você é lindo(a);
• Você me pertence;
• Teu corpo é perfeito;
• Eu amo você porque você me faz feliz.
• “O amor é cego”
Por exemplo, eros está representado no livro de Cantares (onde Salomão deleitava-se com a beleza de sua amada) e na tradução de Provérbios 7:18, onde uma prostituta faz o seguinte apelo: “Vem,embriaguemo-nos com as delícias do amor, até pela manhã”. Nesse versículo, “amor” é uma representação para eros.
A primeira palavra grega é eros. Aparece com freqüência na literatura grega secular, mas não na Bíblia. Eros é o amor totalmente humano, carnal, voltado para o sexo. Daí a nossa palavra ERÓTICO.
Esse tipo de amor pode até incluir algum sentimento verdadeiro, mas é, basicamente, atração física, desejo sexual e expectativa de satisfação pessoal. O eros apresenta-se como amor pelo outro mas é amor por si próprio.
Sua melhor declaração é “Eu amo você porque você me faz feliz”. Ou “Eu me sinto fortemente atraído por sua amabilidade (você me amará), por seu temperamento alegre (você me diverte), por sua beleza e sensualidade (você me dará prazer), por seu talento (eu me orgulho de você)!” Porém, quando uma ou mais destas características desaparecem, o amor morre. Esse tipo de amor só quer receber. O pouco que ele dá, é com o intuito de receber algo em troca.
Infelizmente, muitos jovens escolhem o namorado ou a namorada, que poderá ser o companheiro ou companheira para toda a vida, com base apenas no eros. As relações físicas são antecipadas; a intensidade do eros prejudica o amor genuíno. Os namorados, mesmo não sabendo quase nada um do outro, pensam que esse tipo de amor os manterá juntos. Mas isto geralmente não acontece. Seu amor não é o verdadeiro amor.
A ênfase exagerada no eros é alimentada por uma filosofia playboy. Esta filosofia estimula em extremo a sensualidade, tanto da mulher como do homem; a mulher desnuda-se e exibe-se pelo prazer da sedução e do sexo; o homem cobiça e apropria-se pelo prazer do machismo e do sexo; a mulher é mero objeto sexual, um brinquedo (perigoso) para o homem (criança) egoísta. Nessa filosofia, relação sexual é sinônimo de “fazer amor”.
Casamentos construídos apenas sobre bases físicas e eróticas não duram muito... Antes do pleno envolvimento físico, os pretendentes precisam se conhecer nas áreas mais importantes da alma e do espírito. Para tanto, têm que namorar e noivar, por algum tempo, antes de se entregarem um ao outro, definitivamente, no casamento. O relacionamento sexual após o casamento será a coroação de um relacionamento
• consolidado,
• comprometido e
• crescente.
Se você cometeu o erro de se casar (formal ou informalmente) na base do eros, apenas, aqui está uma boa notícia para você: O AMOR PODE CRESCER. Não crescerá automaticamente, mas na medida em que você o cultivar. Portanto, a única esperança para o seu casamento é ascensão aos níveis mais altos do amor.

2. PHILOS (amizade):
Chamaremos esse tipo de amor de “amor time de boliche”. Ele usa essa designação porque há uma troca mútua, um compartilhar. Em geral, baseia-se numa apreciação recíproca que pode ser destruída se um ou outro não for recíproco. Por exemplo: digamos que você é um bom jogador de boliche, eu sou um bom jogador de boliche e nós dois somos ótimos jogadores. Gostamos de estar no mesmo time de boliche.
Mas você começa a beber demais e só lança bolas na canaleta. Resultado: você é tirado do time de boliche. Por mais caloroso que seja o amor philos, ele tem suas deficiências.
Relaciona-se com a alma, mais do que com o corpo. Lida com a personalidade humana – o intelecto, as emoções e a vontade. Envolve compartilhamento mútuo. Em português, a palavra mais próxima é amizade. A forma nominal é usada apenas uma vez no Novo Testamento (Tg 4.4), mas o verbo “amar”, no sentido de “gostar”, e o adjetivo “amável” são usados muitas vezes. Este é o grau de afeição que Pedro disse ter por Jesus quando este lhe perguntou, “Simão, filho de João, tu me amas?”. O pescador respondeu: “Sim, Senhor, tu sabes que te amo”. No original grego, o sentido é: “Sim, Senhor, tu sabes que gosto de ti, que sou teu amigo” (Jo 21. 15,16).
Neste nível, o amor é menos egoísta, mas ainda contempla o prazer, a realização e os interesses pessoais. Não deveria, mas... Normalmente, desenvolvemos amizades com pessoas cujas características nos agradam, cujos interesses intelectuais e gostos compartilhamos. Desejamos e esperamos que estes relacionamentos sejam agradáveis e nos beneficiem de algum modo. Damos, sim, amizade, atenção e ajuda, mas com alguma motivação egoísta. Mesmo assim, philos é um nível de amor mais elevado do que eros. Nesse nível, “nossa” felicidade é mais importante do que “minha” felicidade.
Muitos casamentos comparativamente felizes são construídos nesse nível. É muito bom quando marido e mulher são amigos. Alguns maridos e esposas dizem que se amam, mas, no dia a dia, nem amigos eles são. Prova disto é que não têm sequer prazer e empolgação com a companhia, os interesses e assuntos um do outro.
Um casamento não pode sobreviver a menos que cresça pelo menos até ao nível do philos. Se você é jovem e está pensando em se casar, você deve tomar tempo para verificar se gosta realmente da pessoa com quem você pretende se unir para o resto da vida. Seguramente, essa pessoa tem defeitos, características e hábitos que poderão irritá-lo ou mesmo exaspera-lo no dia a dia da vida conjugal. Você vê mais virtudes do que defeitos e gosta dessa pessoa o bastante para perdoá-la, ajudá-la e fazê-la feliz?
Provavelmente você já ouviu esta frase romântica: “O amor é cego!” Cuidado! O único amor cego é o eros. Esse tipo de amor realmente fecha os olhos para as faltas, ri dos defeitos e racionaliza os problemas potenciais (a menos que a pessoa amada não seja interessante em seu aspecto físico). Philos, por outro lado, honestamente encara os defeitos e decide se eles podem ser superados pelas virtudes.
Philos é o meio caminho do amor verdadeiro – dá um pouco para receber um pouco, numa proporção de 50% a 50%. Um casal pode viver razoavelmente bem com esse tipo de amor, enquanto cada um fizer a sua parte e as circunstâncias forem favoráveis. Porém, se um deles deixa de fazer a sua parte, ou se ocorrem circunstâncias adversas (crise financeira, enfermidade grave, tensões com parentes, problemas sexuais, problemas com os filhos etc), a amizade sofre. Philos não agüenta muita pressão. No fim, torna-se egoísta e exigente. Vêm os conflitos. A amizade vira inimizade. A única esperança para um casamento estável, bem-sucedido e feliz é o crescimento para o nível mais alto do amor.
Philos é um amor que troca.
Entenda a seguinte comparação:
Você têm um amigo, aqui chamado Manoel. Você, Manoel e outros amigos em comum sempre saem juntos. Vão a uma lancheria, por exemplo. Vocês sempre dividem a conta. Mas Manoel nunca participa desta divisão. Não “colabora” com nenhum real. Exemplo do amor 50% dado – 50% recebido. Você divide a conta porque isto te beneficia também. Porém, você se sente incomodado com o fato de Manoel nunca participar da divisão. Você começa a não convida-lo mais para sair. Afinal, ele não dá retorno algum pra ti. Resumindo... um “amor” um tanto quanto egoísta. O amor do tipo Philos não é um amor que doa; sempre espera algo em troca.
Expressões que caracterizam o amor philos:
• metade da laranja;
• ele/ela me completa;
• ele/ela pensa como eu;
• ele/ela me ajuda em casa;
• ele/ela me dá presentes;
• Gostamos da mesmas coisas;
• Fazemos muitas coisas juntos;

3. STORGE (familiar):
Chamaremos esse amor de “amor da tia Maria”.
Amamos tia Maria e tentamos ajudá-la, não com base na atração física (eros) dela, mas porque ela é a nossa tia Maria. Ela pode ficar velha, surda e meio-cega, mas ainda é a nossa tia Maria.
Um excelente exemplo desse tipo de lealdade encontra-se em 2 Samuel 21:10 e 11, onde “Rispa montou guarda ao lado dos corpos de seus dois filhos e outros parentes, espantando dali aves de dia e animais do campo à noite”.
É o amor mais relacionado à família – Rm 12.10 – Amai-vos cordialmente uns aos outros com amor fraternal, preferindo-vos em honra uns aos outros. O desaparecimento desse amor é mencionado em Rm 1.31 – insensatos, pérfidos, sem afeição natural e sem misericórdia e 2 Tm 3.3 – sem afeto natural, irreconciliáveis, caluniadores, incontinentes, cruéis, sem amor para com os bons.
O AMOR FAMILIAR – num certo sentido todos somos filhos de Adão, porém nem todos somos filhos de DEUS, somente os nascidos de novo, regenerados pelo poder da Palavra de DEUS, assim a família de DEUS só é formada por salvos em CRISTO.
A família moderna estrutura-se basicamente em torno do casamento, e nesse sentido, é uma família conjugal – sei que há a “família pós-moderna” e seus novos arranjos sociais, aos quais não vou tecer considerações nesse momento (pais separados, casais homoafetivos, adoção pelos avós e outros).
A relação familiar é algo extremamente COMPLEXA e DINÂMICA. Daí o amor se constituir em um desafio de escolha à cada dia: escolher amar o outro apesar das diferenças e do desgaste que muitas vezes a relação apresenta diante do fator tempo.
Você pode estar pensando que isso não é fácil, mas com a sua escolha adicionada à graça de Deus torna-se possível. Porque família é projeto de Deus em primeiro lugar; Ele é o maior interessado. Mas família também tem que ser projeto de homens e mulheres; ou seja, É PRECISO IMPLICAÇÃO DE CADA MEMBRO FAMILIAR.

4. ÁGAPE (amor incondicional):
Chamaremos portanto, o amor ágape de “amor chuva-sobre-justos-e-injustos”. Deus não isola pequenas áreas onde estão as pessoas boas e faz chover somente ali. Ele deixa a chuva cair sobre os maus também. A ilustração clássica desse tipo de amor encontra-se na história do bom samaritano (Lucas 10:29–37), que é contada para ilustrar o amor (agape) ao próximo (v. 27). Quando o samaritano olhou para o homem ferido e sangrando, não houve atração física (eros). O homem que havia sido açoitado não era um ente ou conhecido querido; os judeus e os samaritanos se odiavam(não tinham amor storge). O homem deixado à beira da estrada não era um amigo; ele não tinha nada para oferecer; não havia possibilidade de ação recíproca (philos). Qual seria a única motivação possível para o viajante ajudá-lo? Ele era um semelhante, um ser humano e o bom samaritano disse, em outras palavras: “Por isso eu vou ajudá-lo”. Isto é amor agape.
Esse tipo de amor não é alimentado pelo mérito ou valor da pessoa amada, mas por Deus. Ágape ama até mesmo quando a pessoa amada não é amável, não tem muito valor, não corresponde. Esse amor não é egoísta, não busca a própria felicidade, mas a do outro, a qualquer preço. Não dá 50% para receber 50%; dá 100% e não espera nada em troca.
Há quem diga: “Mas isto não é possível, não é humano!” Tem razão. Ninguém pode amar desse jeito... a menos que Deus lhe dê esse tipo de amor. Ágape é amor divino! Jesus e os apóstolos usaram este substantivo (e o verbo correspondente) quando se referiram ao amor de Deus. Veja estas passagens: Jo 3.13; Rm 5.8; I Jo 4.8-10. O Novo Testamento nos ensina também que quando nós nos arrependemos dos nossos pecados e cremos em Cristo, recebendo-o como nosso Salvador e Senhor, Deus derrama seu amor em nosso coração (Rm 5.5). A partir daí, espera-se que o amor de Deus se manifeste através de nós, nos nossos relacionamentos, principalmente com o cônjuge. Veja Ef 5.25 e Tt 2.3-4.
Isto não é fácil... Todos queremos ser amados... Fazemos de tudo para conseguir um pouco de amor... E o que acontece? Nossos esforços neste sentido acabam dificultando ainda mais as coisas; talvez até afastem de nós a pessoa cujo amor tanto almejamos. A duras provas, descobrimos que é preciso amar primeiro... com amor ágape!
Em I Jo 4, há várias referências ao amor de Deus por nós e recomendações para nos amarmos também uns aos outros. Nesse contexto, o apóstolo explica porque ou como isto é possível: “Nós amamos porque Deus nos amou primeiro” ( I Jo 4.19). O amor de Deus por nós ensina-nos a amar ou gera amor em nosso coração.
Deus nos ama como somos, a despeito da nossa pecaminosidade, das nossas atitudes e atos egoístas. Refletindo sobre isto, observando e agradecendo as manifestações diárias do seu amor, aprenderemos a amar de verdade. Além disso, o Espírito Santo faz alguma coisa sobrenatural em nosso coração... “O fruto do Espírito é amor...” (Gl 5.22). Só assim, seremos capazes de amar, no sentido mais elevado e nobre do termo.
Note que esse amor não é um esforço que fazemos porque é a única maneira de conseguirmos que uma certa pessoa nos ame.
Esse amor, o amor de verdade:
• É ordenado por Deus... para nos induzir.
• É exemplificado por Deus... para nos ensinar.
• É produzido por Deus... para nos capacitar.
O marido ou esposa que ama assim não tenta mudar o cônjuge, não cobra dele o amor desejado. Simplesmente ama, sem cobrar nada em troca. Entretanto, assim como “nós amamos porque Deus nos amou primeiro”, o cônjuge amado, mais cedo ou mais tarde, responderá com amor. O princípio é simples: amor gera amor! Outras passagens ensinam esta mesma verdade. Lc 6.38; Gl 6.7.
Ágape é o amor que dá, de graça; dá 100% e não espera nada em troca.
Frases típicas:
• Eu te amo (sem um porquê).
• Você precisa ficar internado algum tempo, porque eu te amo (numa clínica de drogas, ou até mesmo preso) – chamados por uns de “amor firme”;
• Eu te amo e por isso você precisa de correção (lembra de Hb 12:6?);
• “Vai doer mais em mim do que em você” – sem o sentido pejorativo.

Conclusão
Não amamos porque somos naturalmente bons, mas porque nascemos da graça. Não cumpriremos a lei para fazer-nos “justos”, mas porque ele nos justificou com sua justiça. Não brilharemos porque temos luz própria, mas porque refletimos o sol da justiça.
Ora, o mandamento é este:
1 – que creiamos em o nome de seu Filho Jesus Cristo
2 – e que amemo-nos uns aos outros, segundo o mandamento que nos ordenou.
E aquele que guarda os Seus mandamentos, permanece nele e Ele naquele.
O AMOR CRISTÃO precisa ser demonstrado no dia-a-dia por todos os crentes, para que possamos alcançar os perdidos para Deus. Sem amor, não se evangeliza, não se discipula.
O amor leva-nos a realizar a obra missionária e a evangelizar. Através dele, podemos louvar e adorar a Deus em “espírito e em verdade”.


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MILTON RABAYOLI

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