07/12/2013

AS CARACTERÍSTICAS DOS FARISEUS


Prometem liberdade, mas trazem escravidão (2ª Pe 2.19; Gl 2.4). A  falsidade não satisfaz (Is 32.6). Ensinam heresias abomináveis (2ª Pe 1.21-22), e as pessoas tem grande prazer nisto (Jr 5.31). Têm visões falsas e profecias falsas (Jr 14.14; Jr 23.25-32). Têm sonhos falsos (Jr 23.32; Zc 10.2). Fingem ser cristãos (ovelhas) (Mt 7.15; Gl 2.4; 2ª Pe 2.1-3). Observe a vida das pessoas e não somente a suas palavras (Mt 7.16-20). Às vezes fazem grandes sinais e milagres (Mt 24.24; Mc 13.22), Mas são falsos apóstolos, mestres e profetas.

I.        EGOCÊNTRICOS

Egocentrismo, à luz da psicologia, diz respeito ao conjunto de atitudes ou comportamentos de um indivíduo que se refere essencialmente a si mesmo. Essa tendência é contrária a Palavra de Deus, que condena a soberba, o orgulho. Todos esses termos, com significações especificam, inter-relacionam-se, designando o culto ao “eu”, ou seja, é a tendência e atitude de quem revela pouca ou nenhuma solidariedade e busca viver exclusivamente para si; também associada a egolatria.

Foi o Diabo o primeiro a cultuar o “eu”, tentando, inclusive, igualar-se a Deus (Is 14.12-15 e Ez 28.15-17).
Um dos quadros mais pintados por Jesus está na sua parábola do fariseu e do publicano a orarem no templo. O fariseu se ufanava e exaltava-se de sua bondade e religião e seu egocentrismo, acusava o seu irmão e quanto o contrito publicano suplicava a misericórdia divina para si dizendo: “pobre pecador”. Jesus fez pouco caso das orações formalistas, dos jejuns, das dádivas, dos dízimos por obrigação, e louvou as atitudes apropriadas e naturais que procedem do coração. Ensinou Seus discípulos não ir além das prescrições da lei e dos profetas, e os ajudou a olhar mais para os motivos e intenções do que para os ritos exteriores (Lc 18.11-14).
O fariseu e o publicano mostram duas atitudes diferentes acerca de pecado. O pecado do fariseu estava tão bem escondido atrás da sua justiça própria e religiosidade, que ele não o enxergava; mas o pecado do publicano, patente a si mesmo e a Deus, parecia tão negro e grande que ele batia no peito, indicando tristeza de coração por ter pecado contra um Deus Santo (v.13).
Aqueles que se escondem atrás do pretexto de ser um “líder nato”,tiveram uma personalidade distorcida pelo egocentrismo.
Fazia-se necessário, portanto, positiva e dinamicamente o lado espiritual da religião, para que o povo se sentisse suficientemente preparado para enfrentar e solucionar os problemas da vida. E isso Jesus buscou fazer, ensinando a verdadeira religião a seus discípulos.

II.     LOUVAM A SI MESMO

“Praticam, porém, todas as suas obras com o fim de serem vistos dos homens.... Amam o primeiro lugar nos banquetes e as primeiras cadeiras nas sinagogas, as saudações nas praças e o serem chamados mestres pelos homens” (Mt 23.5-7).

Os hipócritas gostam de ser glorificado pelos homens (Mt 6.2),pois dos homens buscam a glória. Jesus condena os que assim procedem.

Buscar arrogantemente o poder não é atributo espiritual. É sinal de egoísmo e orgulho. Todo aquele que deseja o poder para obter prestígio é traiçoeiro. Têm prazer em chegar ao topo pela escada da adulação. Quando um líder cristão caminha em busca do poder, ele nega a cruz de Cristo.
Os fariseus da época de Jesus faziam tudo para produzir falsas aparências, buscavam a primazia nas sinagogas, faziam questão de ser lisonjeados, procuravam honra e glória para si. Esquecem que a honra deve vir do Senhor Deus, e não buscada para si. Os fariseus estavam preocupados pela posição religiosa, e não com a salvação do pecador.
A primazia dos fariseus da atualidade é estar em um pedestal como se fosse um rei, tomaram o lugar dos Reis dos reis e esqueceram-se das Palavras do apóstolo Paulo na carta aos Romanos cap. 1.25 que diz: “... honraram e serviram mais a criatura do que o Criador, que é bendito e eterno”.

Existem “líderes” que todas as comemorações e festas da sua igreja devem estar voltadas para si, ou seja, ele é o centro das atenções. É como Jesus diz: “... e fazem todas as obras a fim de serem vistos pelos homens”. Jesus nem se quer é convidado.
O segredo da vitória do obreiro em geral é a humildade. A Bíblia diz que a humildade vai adiante da honra. Não estou me preocupando se serei honrado ou como serei honrado, mas com a humildade diante do Senhor. Infelizmente conhecemos alguns que quando ocupam lugar atrás dos microfones deixam subir à cabeça. Os cooperadores da igreja se tornam seus empregados particulares, e ainda acham que outros têm obrigações para com eles. A humildade e a adoração a Deus são os pontos primordiais. Por isso gosto de Davi; era um homem humilde segundo o coração de Deus e gostava de adorar Seu Santo nome.
Na igreja de Corinto já existiam os tais, portanto, Paulo adverte a igreja dizendo: “Porque não ousamos classificar-nos ou comparar-nos com alguns que se louvam a si mesmo: mas eles, medindo-se consigo mesmo e comparando-se consigo mesmo, revelam insensatez” (2ª Co 10.12). “Porque não é aprovado quem a si mesmo se louva, e sim aquele a quem o Senhor louva” (2ª Co 10.18). O que vale não é a auto-apreciação, mas a recomendação de Deus.
Aquele que sendo motivado pela soberba busca a honra dos homens perde a glória eterna. O senhor Deus diz no livro do profeta Isaías: “A minha glória, não a dou a outrem” (Is 48.11). Os humildes serão sempre exaltados e os exaltados serão humilhados (Mt 23.12). Portanto, deixe a honra vir de Deus, mas não corra atrás para não cair. A honra deve ser conquistada, mas não obrigada. Por isto o mestre Jesus diz: “Guardai-vos de exercer a vossa justiça diante dos homens, com o fim de serdes vistos por eles; doutra sorte, não tereis galardão junto de vosso Pai celeste” (Mateus 6.1).

III.  SÃO ARROGANTE


“E o que a si mesmo se exaltar será humilhado; e o que a si mesmo se humilhar será exaltado. Mas ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! pois que fechais aos homens o reino dos céus; e nem vós entrais nem deixais entrar aos que estão entrando” (Mt 23.12-13).

O que Jesus nos ensina nestes textos: Não desejar honra dos homens (6-12). Não há nada mais fatal. Nosso Senhor muitas vezes referiu-se a isso: “Como podeis crer, vós os que aceitais glória uns dos outros e, contudo, não procurais a glória que vem do Deus único?” (Jo 5.44).

Que devemos amar, servir e fazer o bem, sem outro motivo a não ser o empenho para que os homens sejam ajudados e abençoados, e Deus servido.
Os sinais dos fariseus (23.1-12). A sua hipocrisia (1-4) e a sua ostentação (5.12). Devemos distinguir entre seu caráter e seu ofício. Jesus mandou respeitar o oficio e ensino, mas não a conduta dos fariseus, isto é, se aceitamos a tradução comum dos versículos 2 e 3.
Uma das características dos fariseus é que enganam o povo comum sobre a verdade fundamental, especialmente a verdade de como obter a salvação eterna; em vez disso mantêm essa verdade para si mesmo, como uma forma de poder e de privilégio. Jesus falou diretamente sobre essa terrível situação em Lucas 11.52: “Ai de vós, doutores da lei, que tirastes a chave da ciência; vós mesmos não entrastes, e impedistes os que entravam”.
“Para envergonhar os sábios, Deus escolheu aquilo que o mundo acha que é loucura; e, para envergonhar os poderosos, ele escolheu o que o mundo acha fraco. Para destruir o que o mundo pensa que é importante, Deus escolheu aquilo que o mundo despreza, acha humilde e diz que não tem valor. Isso quer dizer que ninguém pode ficar orgulhoso, pois sabe que está sendo visto por Deus” (1ª Co 1.27-29NTLH).

Paulo não está dizendo que os cristãos não tinham do que se orgulhar. Pelo contrário, disse-lhes que, ao gloriar-se das coisas que eram motivo de orgulho para o mundo, estavam se gloriando das coisas erradas.
“Aquele que se gloria, glorie-se no Senhor” (1ª Co 1.31). É claro que isto não é uma aprovação aos fanáticos religiosos e egoístas que vivem por aí e reivindicam que todas as suas opiniões a respeito de tudo são corretas, porque conhecem o Senhor. O principal ensino desta afirmação é que o gloriar-se humano é maligno, pois eleva o ego ao lugar mais alto. Infelizmente, é possível acontecer tanto no campo religioso como em qualquer outro. Este tipo de gloriar é realizado com o propósito de enaltecer a ponto de vangloriar-se do que se faz. Indica que estamos nos focalizando no que é efêmero e não no espiritual.
A única coisa transcendente para o ser humano é o conhecimento de Deus: “Mas o que se gloriar, glorie-se nisto: em me conhecer e saber que eu sou o SENHOR e faço misericórdia, juízo e justiça na terra; porque destas coisas me agrado, diz o SENHOR”.

IV.  SÃO AVARENTOS


À luz das Escrituras, os fariseus têm sempre no seu perfil algumas características especifica. Mas a Bíblia aponta como defeito principal do falso profeta:

“...que devoram as casas das viúvas, fazendo, por pretexto, largas orações. Estes receberão maior condenação” (Lc 20.45-47).

Apesar de sua falsa religiosidade, os fariseus eram avarentos. Faziam longas orações para lograr e devorar as casas das pobres viúvas. Eles tinham como mandamento cuidar das viúvas, órfãos e necessitados, porém eles agiam com um espírito cobiçoso.
Avareza, de acordo com o original, é ganância, e se aplica a alguém que nunca esta contente com que tem; sempre querendo o que é dos outros. Avareza na Bíblia é comparada com o pecado de idolatria (Cl 3.4), porque a pessoa coloca toda sua concentração naquela coisa que está roubando a posição de prioridade de Deus em sua vida.
Através de seu fervor religioso eles fariseus exploravam os mais pobres e idosos. Não sabemos exatamente como eles “devoravam” as casas das viúvas; talvez persuadindo-as a fazer grandes doações além de suas condições. Certamente, pessoas de má fé no meio religioso hoje em dia têm este mesmo procedimento. Alguns até ridicularizam as doações pequenas e garantem bênçãos financeiras do Senhor em troca de enormes ofertas.

Eram hipócritas fingidos, falsos. Faziam prolongadas orações para tirar proveito das pobres viúvas; aquelas que eles deviam ajudar, pois é a verdadeira religião (Tg 1.27), estavam devorando. Mas Jesus os advertia: “vocês vão sofrer maior juízo seus fariseus”.

1.      Pregam por ganância.

Hoje existem certos “lideres espirituais” que pregam sobre prosperidade ensinam que Deus quer que todos os seus filhos sejam ricos e que uma pessoa somente adoece por falta de fé. São mundanos e extremamente interessados nos prazeres terreais.
Em nome da fé evangélica algumas denominações estão extrapolando no zelo por arrecadar numerário para a manutenção da Casa do Senhor. Ora, o compromisso de ajuda pecuniária do crente se restringe única as contribuições voluntárias, se estas, examinados os motivos, forem indispensáveis ao atendimento de alguma despesa extra.
Tem havido interpretações perversas acerca das contribuições para a casa do Senhor. Os dízimos passaram a ser um meio de salvação, e não há limites na fixação das ofertas. O dinheiro tem sido a legalidade de salvação e esqueceram que a base da nossa salvação é o precioso sangue de Jesus. É preciso que os desavisados entendam que não podemos comprar as bênçãos de Deus; que não asseguramos a salvação com as obras de nossas mãos; que devemos buscar “primeiro o Reino de Deus e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas” (Mt 6.33).
Em segundo lugar devemos garantir a nossa salvação mediante sincero arrependimento, confissão dos pecados, mudança de vida, aceitação de Jesus como Senhor e Salvador. Na qualidade de salvos, de crentes em Jesus, então cumpriremos seus mandamentos, inclusive o de contribuir e, nessas condições, faremos jus a todas as bênçãos e promessas catalogadas na Bíblia.
A grande maioria dos que buscam essas denominações que anunciam um evangelho deturpado e viciado são almas frágeis, enfraquecidas pelos embates da vida, e ali vão dispostas a fazer o sacrifício que for sugerido ou determinado. Não têm o conhecimento bíblico para refutar as heresias. Assim, acreditam que se venderem todos os seus bens e entregarem todo o dinheiro “aos pés de Jesus” terão resposta imediata de Deus. A teoria do TUDO OU NADA é anti-bíblica e, portanto, herética.

Os exemplos a seguir, pelo inusitado e extravagância teológica, sem paralelo na história recente da Igreja, denotam uma situação de ambição desenfreada, de loucura inteligente, de ânsia incontida, só comparável aos tempos da diabólica Inquisição e da venda de indulgências.
Eles sabem, os promotores do mercantilismo religioso, que o povo brasileiro traz consigo a herança maldita da idolatria, exemplo das imagens dos santos falecidos, como algo tangível, visível, capaz de “auxiliar” na comunhão com Deus. Sabedores disto procuram preencher a lacuna substituindo os ícones por outras coisas, seja uma rosa, uma fitinha, um cajado, um manto, um lenço, uma vassoura, um sabonete ungido etc. É realmente uma jogada inteligente. É imperioso que o povo de Deus saiba que coisas não transformam vidas, não trazem bênçãos, não afastam as maldições, não purificam os lares. A finalidade da igreja não é arrecadar dinheiro, e o principal compromisso dos crentes não é contribuir com somas cada vez maiores.
Há casos em essas inovações desvirtuam o ensino da Palavra de Deus, voltando às fábulas, exatamente como previsto por Paulo, em sua célebre advertência a Timóteo. (2ª Tm 4.3-4).
O crente em Jesus deve estar atento quanto às distorções da Palavra de Deus e enganos sutis do diabo no meio cristão. Confesso que estou muito preocupado com o rumo que as igrejas evangélicas, principalmente as renovadas, têm tomando. Muitas doutrinas estranhas ao cristianismo estão sendo sutilmente injetadas, doutrinas de anjos e técnicas para curar os enfermos. Muitos pastores e líderes, na ânsia de verem suas igrejas crescerem e serem avivadas, estão adotando métodos e técnicas estranhas sem uma criteriosa investigação de seus aspectos, muitas vezes ocultos.
O modismo é crescente e desenfreado e tem tomando lugar das reuniões de oração e estudo da Palavra. Quase não se convida mais para reuniões de estudos bíblicos e quando alguém se atreve, aparece apenas um pequeno grupo. Nos ensinos de Jesus Ele atraía multidões para ouvi-lo, mas os seguidores do “evangelho” mercantilista preferem freqüentar um culto com nome extravagante, por exemplo: reunião para desencapetamento, corredor de fogo, novena das nove fitas, sete quinta feira etc. Essas inovações exibicionistas têm arrastado multidões atrás de um evangelho fácil para alcançar a “prosperidade”. Ao contrário do que ensinou Jesus: “E estes sinais acompanharão aos que crerem...” (Mc 16.17). Mas o que vemos e ouvimos é o contrário. Os líderes com suas mensagens atraentes têm levado as pessoas a correrem atrás dos sinais, usando a sutileza do engano.
Hoje as pessoas numa grande maioria superlotam igrejas, mas não para ouvirem sobre cair nas mãos do Deus que odeia o pecado, não para ouvirem sobre santidade, não para ouvirem a respeito de viver como sal e luz num mundo perdido, mas as pessoas enchem os templos para participarem de cultos de bênçãos, de vitórias, de negociar com Deus, de obter as bênçãos de Deus, desde que dinheiro esteja envolvido.
“Irmãos, sede imitadores meus e observai os que andam segundo o modelo que tendes em nós. Pois muitos andam entre nós, dos quais, repetidas vezes, eu vos dizia e, agora, vos digo, até chorando, que são inimigos da cruz de Cristo. O destino deles é a perdição, o deus deles é o ventre, e a glória deles está na sua infâmia, visto que só se preocupam com as coisas terrenas. Pois a nossa pátria está nos céus, de onde também aguardamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo” (Fl 3.17.20).

[....] Ele transforma o Evangelho de Jesus em objeto de liquidação. Vende às pessoas um lugar no céu; não tem nenhum escrúpulo de cobrar quantias vultosas por uma oração de libertação e cura. Negociam com os carismas de Deus, dizendo estarem incentivando a fé. De acordo com o apóstolo Paulo, os que agem assim se tornam inimigos da cruz de Cristo, porquanto o seu Deus é o ventre e a sua glória é a vergonha (Fp 3.18-19) [PAULO CÉZAR LIMA. Separando o Verdadeiro do Falso, Obreiro, ano 22, nº 11, Pg. 90. Editora, CPAD, Rio de Janeiro – RJ.

E o que dizer de Jesus Cristo ao chamar os fariseus de raça de víboras, sepulcros caiados ou filhos do Diabo? Palavras torpes? Definitivamente não; nem chamar os profetas da prosperidade de estelionatários da fé, enganadores, ladrões, mercenários, salafrários, lobos, falsos curandeiros, etc, significa usar palavras torpes. São palavras qualificadoras precisas para designar pessoas e práticas condenáveis.

A visão de Jesus a respeito do dinheiro é bastante realista, principalmente, ao referir-se a este como um deus-pagão (Mt 6.24; Lc 16.13), revelando a insensatez daqueles que se fiam nos seus pertences (Lc.16.1-13), indicando aonde devemos entesourar (Mt 6.19-21). Paulo também admoesta os cristãos para que não se deixem levar pelo amor ao dinheiro (1ª Tm 6.10) e Tiago chama a atenção para aqueles que são controlados pela cobiça (Tg 4.2,3). O cristão pode buscar alcançar uma condição favorável de vida em gratidão (1ª Tm 4.4; 6.17). Mas, diferentemente da visão mundana, não vivemos ansiosos por coisa alguma, fazemos a nossa parte, sem ansiedade (Mt 6.25-34), tendo o contentamento como meta (1ª Tm 1.8), cientes, também, de que precisamos auxiliar aos necessitados, viúvas e missionários (1ª Ts 1.11; Ef 4.28; 1ª Co 16.2-3). Afinal, fomos chamados não para acumular riquezas, mas para o amor em sacrifício (1ª Co 13; 1ª Jo 3.16).
Os fariseus além de trazer um ensino expressamente errado ao povo, mas também em seus corações. A desonestidade com a mensagem do evangelho vai criar a desonestidade na vida. As forças interiores que produzem a mensagem desviada, a princípio (orgulho da vida, temor dos homens, amor ao dinheiro, concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida (1ª Jo 2.16), inevitavelmente se manifestarão no comportamento, ainda que sutilmente. Esta é a razão pela qual a advertência de Jesus sobre os falsos profetas leva tão naturalmente a uma discussão para testá-los pelo seu caráter, bem como pela sua mensagem.
Os ais da hipocrisia (Lc 13-39). “Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! Pois que devorais as casas das viúvas, sob pretexto de prolongadas orações; por isso, sofrereis mais rigoroso juízo. Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! Pois que percorreis o mar e a terra para fazer um prosélito; e, depois de o terdes feito, o fazeis filho do inferno duas vezes mais do que vós. Ai de vós, condutores cegos! Pois que dizeis: Qualquer que jurar pelo templo, isso nada é; mas o que jurar pelo ouro do templo, esse é devedor. Tolos e cegos! Qual é mais importante: o ouro ou o Templo que santifica o ouro?” (Mt 23.14-17).
Notemos os pecados destes fariseus hipócritas: Fecham o reino dos céus; não entravam, nem deixavam que os outros entrassem (v. 13). Contudo tinham a certeza de que as suas doutrinas, que tiveram esse resultado, eram corretas. Este longo discurso, em que Jesus censura os escribas e fariseus, não se encontra completos nos outros evangelhos.
Tinham zelo de fazer prosélito (v.15), mas seus prosélitos não eram melhores do que eles. Diziam-se guias, mas levam os outros para a cova (Lc 6.39).
Eram escrupulosos em pequenas observâncias, mas falhavam no juízo, na misericórdia e na fé (v.23). Eram limpos exteriormente, mas impuros em pensamentos e desejos (v. 27).
Professavam grande respeito pelos mártires do passado, mas não entendiam às verdades que eles ensinavam, e perseguiam os atuais profetas dessas verdades.

[...] O Dr. Scroggie chama a atenção para os oitos “ais” que Jesus pronuncia sobre os fariseus: O Senhor reprova no primeiro uma perversa obstrução; no segundo, uma capacidade cruel (v. 14); no terceiro, um zelo fanático (v. 15); no quarto, uma discriminação casuística (16-22); no quinto, uma escrupulosidade frívola (23-24); no sexto, uma devoção superficial (25-26); no sétimo uma religiosidade pecaminosa (27-28); no oitavo, uma reverência fingida (29-33), o tipo de reverência que zela os túmulos dos profetas falecidos enquanto quer matar os profetas vivos [McNAIR P. 326].
“Os tais são murmuradores, são descontentes, andando segundo as suas paixões. A sua boca vive propalando grandes arrogâncias; são aduladores dos outros, por motivos interesseiros” (Jd 1.16).
E nesse sentido há muitas maneiras sutis de os dissimuladores propalarem “grandes arrogâncias” sem perderem a imagem espiritual de “humildade” e “santificação”.
Judas diz que tais pessoas são veementes barulhentas, ousadas e plenas de histórias impressionantes sobre elas mesmas. Aliás, sempre que elas se introduzem numa reunião cristã é através do alardeamento que fazem de suas “experiências espirituais”.
É muito fácil propalar grandes coisas sobre si mesma sem perder o status da espiritualidade. Eles impressionam por esses propaladores de grandes coisas.
Judas diz que eles são arrogantes, porque sempre que se exaltam, fazem isso na perspectiva de se colocarem como mais experientes do grupo, ou como aqueles com os quais Deus fala mais diretamente. Por isso é que eu digo a você.

Segundo a Bíblia é impossível servir a Deus e às riquezas ao mesmo tempo (Mt 19.23-26; Pv 16.5), porque o senhorio de Mamom é contrário ao de Cristo (Mt 6.24). Portanto, cada cristão deve examinar a si mesmo e perguntar: “sou cobiçoso?” “Sou egoísta?” “Aflijo-me perdendo a paz e o sono para ficar rico?” “Tenho intenso e incontido desejo de honrarias, prestígio, fama, poder e posição?” Já os que são ricos não devem julgar-se como tal, e sim como administradores dos bens de Deus (Lc 12.31-34, 42,43). Os tais devem ser generosos e fartos em boas obras (Ef 2.10; 4.28; 1ª Tm 6.17-19).
Quando um crente é estimulado a só pensar em bênçãos, torna-se cada vez mais egocêntrico e individualista. Ele não freqüenta as reuniões da igreja a fim de cultuar a Deus, e sim para satisfazer as suas necessidades. A sua fé é direcionada apenas à consecução de vitória, ignorando os heróis da fé fecharam as bocas dos leões e escaparam da espada (Hb 11.33-34), mas também pela mesma fé foram maltratados, torturados, apedrejados, serrados e desamparados (Hb 11.25, 35-38).

Paulo advertiu a Igreja a não se imaginar numa redoma de prosperidade: “E, tendo anunciado o Evangelho naquela cidade e feito muito discípulos, voltaram... fortalecendo a alma dos discípulos, exortando-os a permanecer firmes na fé; e mostrando que, por meio de muitas tribulações, nos importa entrar no reino de Deus” (Atos 14.21-22).

Jesus revelou à igreja de Esmirna, no Apocalipse, o teor de sua missão: “Não temas as coisas que tens de sofrer” (Ap 2.10).

Quem se obriga verbalmente a dar tudo, se adorado, é o diabo, nunca Deus (Mt 4.9). A espiritualidade judaico-cristã não se estabelece sobre utilitarismos. Deus não quer adoração por aquilo que Ele dá, mas por quem Ele é.

O triunfalismo afasta o cristão da sã doutrina sem que ele perceba, levando-o a pensar que as aflições não são uma realidade da vida cristã (1ª Pe 5.8-10; 2 Co 8.1-2; Rm 8.18; 2ª Co 1.6; 1ª Pe 2.19-21; 2ª Tm 3.12). A nossa vitoriosa caminhada rumo ao céu deve ser caracterizado pela renúncia do “eu” (Lc 9.23; Fl 3.13-14; 2ª Tm 2.3; 2ª Co 1.5; e 2.4). Portanto, lembramo-nos das palavras de João Batista acerca de Jesus: “que ele cresça e que eu diminua” (Jo 3.30).

2. Ministros do rebanho de Deus.

Nas palavras finais da sua primeira carta, Pedro trata dos presbíteros, pastores e líderes espirituais e suas atitudes ao cuidarem do rebanho de Deus. Muitos abusam da autoridade, mesmo quando dada por Deus. Existem aqueles que chegam até a pensar ser alguém muito especial e mais importante do que o rebanho a que está servindo. Talvez tenham esquecido que o rebanho é do SENHOR Jesus o sumo Pastor.
“Rogo, pois, aos presbíteros que há entre vós, eu, presbítero como eles, e testemunha dos sofrimentos de Cristo, e ainda co-participante da glória que há de ser revelada: pastoreai o rebanho de Deus que há entre vós, não por constrangimento, mas espontaneamente, como Deus quer; nem por sórdida ganância, mas de boa vontade; nem como dominadores dos que vos foram confiados, antes, tornando-vos modelos do rebanho. Ora, logo que o Supremo Pastor se manifestar, recebereis a imarcescível coroa da glória” (1ª PE 5.1-4).
Ministros Pastores e dirigentes das igrejas devem acautelar-se de dois pecados perigosos. 1) A ambição por dinheiro; 2) A sede de poder.

O pastor deve servir o rebanho de Deus:
Não por necessidade....          mas espontaneamente.
Não por ganância....    mas de boa vontade.
Não como um ditador...          mas sendo modelo do rebanho.

Aqueles que são líderes precisam tomar cuidado com estas três atitudes destrutivas e erradas ao servir o rebanho de Deus.
A admoestação do apóstolo Pedro aos ministros é para servirem ao Senhor sem avareza, sem usar a força, mas voluntariamente e de ânimo pronto e nem como dominadores, ou seja, donos da igreja, mas servindo de exemplo ao rebanho. Não quero aqui estipular o ordenado de um ministro, mas sim combater o comércio que algumas igrejas que se dizem evangélicas estão fazendo com a obra de Deus.

A Igreja é do Senhor Jesus e não dos homens. Jesus demonstrou o maior amor em dar a Sua vida por ela, não existe preço que pague a salvação de uma alma. Os ministros são escolhidos para ensinarem a Palavra e cuidar o rebanho do Senhor, mas não para fazer comércio.
Devemos contestar aquilo que julgamos ser contrário à Palavra de Deus. Combater aquilo que consideramos estranho ao Evangelho, ou seja, o uso de objetos para usufruir melhores bênçãos de Deus ou para afastar maldições. Devemos alertar incessantemente o povo de Deus sobre algumas heresias no meio evangélico. O cristão-evangélico necessita usar alguma coisa tangível (cordões, anéis, pulseiras, vassouras, varinhas mágicas, pedras, cajados, rosas, sal grosso, etc), que funcionariam como amuletos, para receber ou aumentar as bênçãos divinas, garantir salvação, aumentar a fé ou afastar demônios ou maldições? De maneira nenhuma devemos usar estes tipos de amuleto, Jesus Cristo disse na sua Palavra: “Eis que estou convosco todos os dias até a consumação do século”. Sabemos que a Bíblia diz que o anjo do Senhor acampa ao redor dos que os teme e os livra; e Paulo diz aos Corinto que o Espírito Santo habitas em nós, por isso não precisamos de amuletos como muitas igrejas estão ensinando, a nossa fé deve ser fundamenta em Cristo Jesus e na sua Palavra. A compra e venda de objetos para serem usados como amuletos, ainda que com o objetivo de cobrir despesas extras, não condiz com a vida cristã. Devemos ensinar o povo contribuir de coração, mas não usar artimanhas anti-bíblicas.
Lamentavelmente a indústria da fé tem substituído os sãos princípios que emanam da Palavra de Deus. Com a adoção de práticas místicas e outros elementos de sabor duvidoso, as correntes dos “milagres” há muito perderam o fio da meada no que tange ao verdadeiro sentido do Evangelho de Cristo. Como no romanismo, onde até o Senhor Jesus é substituído por coisas, relíquias, ossos de santos, manto e por sua mãe, no meio dito evangélico só mudam os ingredientes, permanecendo o mesmo sentido. A finalidade é quase a mesma auferir lucros para manter a organização a pleno vapor. Enquanto isso a verdade continua sendo ignorada pela multidão em demanda do benefício. Uma verdadeira inversão de valores tem ocorrido ultimamente com a adoção de medidas “profiláticas” visando libertar o corpo em detrimento da alma que permanece tão maculada como uma fornalha a expelir fuligem. Nota-se que o convite feito aos milhares é no sentido de receberem benefícios físicos e prosperidade, nunca para que o ser humano se reconheça pecador, arrependa-se e entregue-se a Jesus.

A Bíblia dá a receita para ficarmos livres das investidas do diabo e de seus demônios: “Sujeitai-vos, pois, a Deus. Resisti ao diabo, e ele fugirá de vós. Chegai-vos a Deus, e Ele se chegará a vós. Lavai as mãos, pecadores, e vós de duplo ânimo, purificai os corações” (Tg 4.7-8). Para uma pessoa livrar-se do mal basta aproximar-se de Deus com fé e obediência, arrepender-se e afastar-se do pecado. A Bíblia diz: “Se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar e buscar a minha face, e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra” (2ª Cr 7.14). Não é preciso enxotar o diabo. Ele fugirá diante de um crente fiel. Dispensáveis, pois, vassoura santa, sabonete ungido, sal grosso, óleo de Jericó e tantas outras inutilidades.
Não sei por qual razão os mercadores ainda não lançaram no mercado da fé produtos de há muito conhecidos, tais como vela de sete dias, rosário, imagens e chifre de boi. E por que não uma pirâmide ungida, uma cabeça de bode, um tridente para ferrar o diabo? Ou uma corda para amarrar os demônios? Por que não santificar e ungir todos os símbolos do Movimento Nova Era e do ocultismo, e vendê-los? Poder-se-ia alegar que o sagrado estava tomando o lugar do profano. Que tal a idéia da imagem ungida do Senhor Jesus na Glória, ou o cristo redentor do Rio de Janeiro? Pois o seu sangue e o seu manto já não estão nas prateleiras? Há realmente campo para diversificação nessa área: o perfume de Madalena, já cantado em hinos, poderia ser ungido para ser usado no dia-a-dia; os cabelos que enxugaram os pés de Jesus; o jumentinho ungido, que carregou Jesus; pedaços da cruz de Cristo; pequenas gotas do mar vermelho, por onde o povo passou; a capa milagrosa de Elias; fios da barba de Arão.

Estas inovações eu considero fogo estranho no meio da congregação.

V.     TÊM APENAS VESTES DE SANTO

“...pois alargam seus filactérios e alongam as suas franjas...” (Mt 23.5b).

Filactérios eram cápsulas, ou rolos de couro, que os judeus usavam na testa, perto do coração, e no braço esquerdo, que continham quatro passagens bíblicas: (Êx 13.10, 11, 16; Dt 6.4-9; 11.13-21).
Franjas: são bordas descritas em Nm 15.37-41, usadas de maneira singular, como lembrete visível da profissão religiosa dos judeus. Os fariseus desenvolveram esse costume até sobrecarregá-lo de minúcias, esquecendo-se, porém da sua singeleza mensagem espiritual.
Faziam tudo para produzir falsas aparências. Praticavam obras procuravam ser diferentes apenas no exterior, mas seu interior estava corrompido.

a) Jesus pregou o evangelho do Reino e não sistema humano.

Não se trata de um reino físico ou político, mas espiritual, a saber, o predomínio de Deus sobre um povo por Ele remido (Rm 14.17; 1ª Co 4.20; 2ª Ts 1.5). É o povo genuinamente cristão, remido por Cristo, que aceita as condições do reino de Deus e se esforça por viver em obediência à sua vontade. É, também, um reino invisível. Jesus declarou que o seu reino não se pode ver fisicamente, porque não vem com aparência exterior. O reino que Ele estava implantando situava-se a partir do coração dos seus discípulos (Lc 17.20-21). É um reino que se manifesta no ser humano, de dentro para fora. Por isso as ações do homem salvo por Cristo são a expressão do Reino de Deus na sua presente manifestação através da Igreja de Cristo.

“Cuidado com os mestres da lei, que gostam de usar capas compridas e de ser cumprimentados com respeito nas praças. Eles escolhem os lugares de honra nas sinagogas e os melhores lugares nos banquetes. Exploram as viúvas e roubam os seus bens; e, para disfarçar, fazem orações compridas. Portanto, o castigo que eles vão sofrer será pior ainda!” (NTLH).
Jesus refere-se aqueles que têm aparência exterior, mas por dentro estão contaminadas pelo orgulho, ganância e a cobiça do poder. Existem “cristãos” que exteriormente são belos, lindos, mas o seu interior está contaminado, corrompido, cheio de rapina e hipocrisia, avareza, egocentrismo, por fora muito lindo, mas por dentro como um sepulcro invisível. Jesus nos ensina primeiro limpar o interior, pois se aparência fosse santidade, Jesus teria elogiado os fariseus, no entanto Ele repreendia-os severamente. E quando os fariseus vieram ter com João Batista no rio Jordão, ele cheio de coragem e poder replicou-os dizendo: “Raça de víboras, quem vos induziu a fugir da ira vindoura? Produzi, pois, frutos dignos de arrependimento” (Mt 3.7, 8).
Nos dias de Jesus os fariseus não saudavam os samaritanos e nem gentios, pois eles achavam-se mais santos do que todos. Mas nos dias de hoje ainda existem estes tais que não cumprimentam irmãos de outras denominações, e às vezes até de sua própria denominação, pois são diferentes e mais santos. Um simples cumprimento poderá contaminá-los.
[...] Chegamos ao ponto em que o Senhor põe à prova a transparência da vida cristã, deixando claro que nem tudo que reluz espiritualmente é sinônimo de vida cristã autêntica. Assim, por mais que alguns tentam esconder-se atrás da capa da falsa religiosidade, fica também claro que a vida cristã é transparente. Os que agem de forma fraudulenta dentro da casa de Deus não conseguem prolongar suas ações por muito tempo porque a má qualidade de seus frutos será exposta pela ciência de Deus. O Senhor não quer apenas folhas (cabelo, gravata, paletó etc), mas fruto. Jesus conhece a árvore pelos frutos e não pelas folhas.

Jesus condena a hipocrisia e falsa religiosidade dos fariseus. Tinham roupas de santos, mas eram falsos. Gostavam de fazer saudações “Schalon”, ocupar os primeiros lugares nas sinagogas, mas eram avarentos com pretexto de largas orações devoram as casas das pobres viúvas. Fingiam amar a Deus e Sua Palavra, mas não amavam seus semelhantes.
Quando lemos o livro do profeta Jeremias, onde Deus ordenou o profeta descer a casa do oleiro para ver como se faz um vaso. O artista que molda o vaso começa de dentro para fora e não de fora para dentro. O vaso somos nós, que também devemos ser moldado de dentro para fora no interior do coração, de onde procede a saída para a vida. Mas, os fariseus nos tempos de Jesus e também nos dias atuais se preocupavam apenas com exterior do vaso, principalmente aqueles que ensinam que as mulheres devem usar vestidões e cabelos compridos para diferenciar do mundo e esquecem o interior.
“Não é judeu quem o é apenas exteriormente, nem é circuncisão o que é meramente exterior e física. Não! Judeu é quem o é interiormente, e circuncisão é operada no coração, pelo Espírito, não pela lei escrita. Para estes o louvor não provém dos homens, mas de Deus” (Romanos 2.28-29).
Os expositores sectários preocupam-se com a aparência, pois costumam apresentar o seu movimento como um paraíso perfeito (2ª Tm 3.5). Infelizmente, muitos são os que caem nessas armadilhas. Uma vez fisgado por eles, dificilmente conseguem libertar-se, uns por causa da lavagem cerebral que recebem, outros em razão do terrorismo psicológico e da pressão que sofrem de seus líderes. Seus argumentos são recursos retóricos bem elaborados e persuasivos, para convencer o povo a crer num evangelho estranho ao Novo Testamento.

b) São filho do diabo ou de Deus.

“Vós sois do diabo, que é vosso pai, e quereis satisfazer-lhe os desejos. Ele foi homicida desde o princípio e jamais se firmou na verdade, porque nele não há verdade. Quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso e pai da mentira” (Jo 8.44).
Aqui Jesus chama os fariseus de filho do diabo. Se a Igreja do Senhor Jesus se deixa envolver com filosofias, sutilezas, tradições de homens (Mt 15.1-3; Cl 2.8), fica envolvida com a mentira, com o diabo, com os filhos do diabo. Infelizmente pouca gente vive o evangelho verdadeiro porque seguem a mentira ditas pelos filhos do diabo.
“Ora, o Espírito afirma expressamente que, nos últimos tempos, alguns apostatarão da fé, por obedecerem a espíritos enganadores e a ensinos de demônios, pela hipocrisia dos que falam mentiras e que têm cauterizada a própria consciência, que proíbem o casamento e exigem abstinência de alimentos que Deus criou para serem recebidos, com ações de graças, pelos fiéis e por quantos conhecem plenamente a verdade” (1ª Tm 4.1-3).
Existem igrejas que são abismo de mentiras. Não se prega a Bíblia e nem os princípios elementares, muito menos se dá alimento sólido. Percebemos que enganam o povo com sutilezas vãs, fábulas, tradições, sofisma rudimento do mundo e não segundo Cristo.
Isso significa que para viver um cristianismo verdadeiro, tem que ser segundo o evangelho segundo Cristo (Gl 1.6-9), pois se vivemos um evangelho barato e segundo as tradições dos homens e vão sutilezas,estamos seguindo um evangelho de mentiras. Por mais que se repita uma mentira, nunca será uma verdade. Mas se ensinamos a mentira então seremos filhos do Diabo e não de Deus.

c) Não sejamos levados pela aparência.

Muitos cristãos criam um molde na vestimenta assim como os fariseus nos dias de Jesus e acham que este tipo de endromedária é sinal de santidade. Os fariseus tinham apenas aparência, eram bonitos por fora, mas por dentro estão contaminados, ou seja, sepulcro caiado. Jesus conhecendo sua hostilidade ordena primeiro limpar o interior:

“Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! Pois que limpais o exterior do copo e do prato, mas o interior está cheio de rapina e de iniqüidade. Fariseu cego! Limpa primeiro o interior do copo e do prato, para que também o exterior fique limpo” (Mt 23.25-26).


A crítica de Jesus a alguns costumes dos fariseus faz nos lembrar as palavras dos profetas de Israel que alertavam o povo a cerca das tradições e rituais exteriores, que só por si nada valem. O que conta, diante de Deus, é a conversão interior, o amor ao próximo e a vontade de Deus.


A maneira dos fariseus se portarem diante dos homens desagradava a Deus. Pois, sua salvação era vista pelas obras exteriores e não pela fé em Cristo. E, desta maneira, desagradam e entristecem o Espírito Santo. Apesar das Escrituras Sagras ser anunciada através dos meios de comunicações ainda existem centenas de pessoas que pensam estar vivendo uma vida digna diante de Deus, mas estão como os fariseus preocupados em usos e costumes assim desagradando (entristecendo) a Deus pelas suas tradições.

Não se preocupe com a popularidade da parte dos homens. Um dia Deus julgará o trabalho fiel do crente e o exaltará. Viva para Ele e para Sua honra, procurando ser como Ele em todo o seu viver e em todo o seu ministério.
Um tema do livro de Juízes no capítulo 17.6 e 21.25 os israelitas seguiram os seus próprios sentimentos e acabaram estragando a vida espiritual. Não devemos seguir o que vemos, antes devemos seguir o que Deus ordena:"Cada um fazia o que achava mais reto". Foram épocas desastrosas na história do povo de Deus. Não há momentos piores do que os eventos dos capítulos 17 a 21 de Juízes. Eles devem nos levar à convicção de que seguir nossos sentimentos, nossas emoções, enfim, o que parece certo para nós, leva ao desastre. A chave da vida sensata é viver conforme os princípios e os mandamentos do Senhor. Sansão destruiu sua vida deixando seus olhos determinarem sua conduta.

Em Mateus 7.15 Jesus nos ensina a ter acautela com os falsos profetas vestidos como ovelhas, mas interiormente são lobos devoradores. Não devemos nos impressionar com as vestes (práticas religiosas) dos falsos pregadores, nem com aquilo que dizem, nem com aquilo que fazem. A marca dos falsos profetas é o interesse egoísta, ao contrário do bom Pastor que ama as ovelhas. “Não julgueis segundo a aparência, e sim pela reta justiça” (Jo 7.24).

Os herodianos nos tempos de Jesus reconheceram que Ele era o messias dizendo: “Mestre, sabemos que és verdadeiro e que ensinas o caminho de Deus, de acordo com a verdade, sem te importares com quer que seja, porque não olhas a aparência dos homens” (Mt 22.16).
Enquanto que os fariseus baseavam sua salvação na aparência, os herodianos reconheceram que Jesus era de fato o Filho de Deus e não se observava o exterior dos homens, senão o coração. Jamais podemos julgar as pessoas pelo seu exterior. Podemos cometer um pecado de acepção: “Porém o SENHOR disse a Samuel: Não atentes para a sua aparência, nem para a sua altura, porque o rejeitei; porque o SENHOR não vê como vê o homem. O homem vê o exterior, porém o SENHOR, o coração” (1ª Sm 16.7).

O homem vê o exterior, mas Deus vê o coração. Portanto não devemos fazer um juízo temerário, pois aquele que julga está condenando a si mesmo. Eliabe irmão de Davi poderia ter uma boa postura, uma boa presença, mas não era um homem segundo o coração de Deus.
Samuel foi logo pensando: “Certamente, está perante o Senhor o seu ungido” (v.6). Porém o homem não vê como Deus vê. A falha dos fariseus é julgar segundo aparência. Por isso foram reprovados por Jesus.
O valor e o caráter do homem não devem ser julgados por sua aparência. Só por ter boa aparência e magnetismo pessoal para atrair o povo, não quer dizer que tal pessoa seja autêntico homem de Deus.
O povo corria para Jesus, porque ele alimentava com verdades que Seu coração desejava ansiosamente. Não com ilusões e idéias e ensinamento humano.
A intenção de Jesus era de levar o povo à conversão a Deus e essa também deve ser a nossa. Jesus buscou criar e desenvolver virtudes positivas, tais como a honestidade, a humildade, a pureza, o altruísmo, a bondade, o sacrifício, que enobrecem o caráter, firmam a conduta e alegram o viver. Desejou para seus discípulos uma vida o mais humanamente possível, libertá-los do pecado.

VI.  OS FARISEUS DESENVOLVERAM DUPLA PERSONALIDADE

“Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! porque sois semelhantes aos sepulcros caiados, que por fora se mostram belos, mas interiormente estão cheios de ossos de mortos, e de toda imundícia. Assim também vós exteriormente pareceis justos aos homens, mas por dentro estais cheios de hipocrisia e de iniqüidade” (Mt 23.27-28).

Aqui Jesus está falando claramente da dupla personalidade dos fariseus e de suas hipocrisias. Eram religiosos inteligentes e eficientes, mas não podiam escondê-las dos olhos oniscientes de Jesus Cristo. Por fora, simpatia, sorrisos e limpeza; por dentro, sujeira, mentira, ganância, roubo, injustiça, podridão moral, promiscuidade, etc.
Devemos saber que o fermento da hipocrisia ainda existe. Proliferam-se como o joio no meio do trigo. E tornam-se invulneráveis, ou seja, não podemos arrancá-los.
Mas nem todos na Casa de Deus estão combatendo a sua hipocrisia, como Jesus fez. Quem concorda com um hipócrita, mais cedo ou mais tarde será hipócrita também. O vírus da hipocrisia se transmite mais facilmente do que sarampo ou varíola.
Quem defende um hipócrita é tão hipócrita quanto ele. Quem bajula um hipócrita é mais hipócrita que ele.
Os hipócritas usam simultaneamente as duas mãos. Com uma afagam. Com a outra, apunhalam. Como morcegos, assopram uma suave brisa enquanto chupam e sugam o sangue de suas vítimas.
Todo hipócrita tem duplicidade de palavras e de atos. Diz uma coisa, enquanto está pensando noutra. Por isso Jesus lhe disse: “Bem profetizou Isaías acerca de vós, hipócritas, como está escrito: Este povo honra-me com os lábios; o seu coração, porém, está longe de mim”. (Mc 7.6).

VII.         FARISEU TEM MENTE OBSCURA

“Se alguém ensina outra doutrina e não concorda com as sãs Palavras de nosso Senhor Jesus Cristo e com o ensino segundo a piedade, é soberbo, nada entende, mas tem mania por questões e contenda de palavras, de que nascem invejas, provocações, difamações, suspeitas malignas. Altercações sem fim, por homens cuja mente é pervertida e privados da verdade, supondo que a piedade é fonte de lucro” (1ª Tm 6.3-4).

Paulo escreve a Timóteo num sentido de advertência contra os falsos mestres, cujo caráter é: entendimentos falsos, apesar de nada entenderem, estão enfatuados com a idéia de serem sábios, e têm em si uma piedade falsa, e uma santidade falsa. Ele não está preocupado com a doutrina bíblica que são os fundamentos da verdadeira Igreja, mas tem mania por questões e contendas de palavras (usos e costumes radicais), que não leva a nada a não ser provocações, invejas e suspeitas malignas.
As doutrinas bíblicas quase não são ensinadas, pois se arraigou no farisaísmo e perdeu o brilho do Espírito.
Ele dá o nome de [logomaquias - questões de palavras]. São às disputas contenciosas em torno de palavras, quando devia ser em torno do que é real, as quais são sem conteúdo ou fundamento. Caso alguém investigue atentamente o tipo de questões que ardentemente preocupam aos sofismas, descobrirá que dali nada nasce que seja real, senão o que é forjado do nada. Em suma, o propósito de Paulo era condenar todas as questões que nos envolvem em acirradas disputa sobre assuntos dos quais nada resulta.
“... homens cuja mente é pervertida e privados da verdade...” Aqui Pauloestá censurando os sofistas que não se preocupavam com a edificação da Igreja e convertiam a Palavra de Deus numa fonte de controvérsias engenhosas. Paulo nos mostra que os tais mestre queriam profanar a verdadeira doutrina e sua reprovação é muito mais pesada e grave, pois ele mostra os males perniciosos e as pragas nocivas resultantes disto. Devemos saber que o ensino sofista é nocivo à Igreja de Deus.

“....supondo que a piedade é fonte de lucro...”. Conforme já vimos os fariseus eram avarentos e gananciosos. Aqui Paulo combate os falsos mestres que procediam da mesma forma fazendo da piedade uma fonte de lucro. Para esses homens, todo o cristianismo deve ser aquilatado pelos lucros que ele gera. E como se os oráculos do Espírito Santo houvessem sido transmitidos não com outro propósito, senão de servir à sua avareza; negociam com eles como se fossem mercadoria à venda. Paulo proíbe aos servos de Cristo qualquer gênero de transação com tais homens. Ele não só proíbe a Timóteo de imitá-los, mas lhe diz que os evitasse como se fossem peste maligna. Portanto, devemos empenhar-nos ardentemente por levar as pessoas a entenderem que somos completamente diferentes deles, e que nada temos em comum com eles.

VIII.      OS FARISEUS SÃO CEGOS

“Fariseu cego, limpa primeiro o interior do copo, para que também o seu exterior fique limpo” (Mt 23.26).

Jesus expôs a cegueira de sua geração (Mt 13.13-15). Apesar de examinarem as Escrituras diligentemente, os fariseus deixavam de ver o que elas estavam indicando (Jo 5.39-40). Sua pesquisa exaustiva e horas incansáveis de estudo não produziam para eles discernimento da verdadeira mensagem da Bíblia.

O que causava a cegueira deles? Eram preconceituosos, permitindo que seus desejos velassem o que as Escrituras ensinavam. Seu orgulho impedia-os de se humilharem o suficiente para permitirem que o Senhor abrisse seus olhos (Jo 7.45-52; 9.24-34). Eles deturpavam as palavras que Jesus dizia e negavam seus milagres (Mt 12.22-24). Eles recorriam a desonestidade absoluta (Mt 28.11-15). A questão penetrante é: somos cegos também? Ler a Bíblia não nos imuniza. Somente um coração terno e um amor pelo Senhor nos capacitarão a entender as Escrituras que lemos.

Jesus expôs a cegueira espiritual destes líderes, pois ela impedia de conhecê-lo e que Jesus era o Messias.
No ensino de Jesus aos seus discípulos ele diz: “Não dizeis vós que ainda há quatro meses até a ceifa? Eu, porém, vos digo: erguei os olhos e vede os campos, pois já estão branquejam para a ceifa” (Jo 4.35).
Os discípulos (aprendizes) de Jesus ainda não haviam recebido a visão espiritual eram aprendizes. Mesmo andando com Ele. “Abriram-se-lhes, então, os olhos, e o conheceram, e ele desapareceu-lhes. E disseram um para o outro: Porventura, não ardia em nós o nosso coração quando, pelo caminho, nos falava e quando nos abria as Escrituras? E, na mesma hora, levantando-se, voltaram para Jerusalém e acharam congregados os onze e os que estavam com eles” (Lc 24.31).
Para os discípulos receberem a visão espiritual era preciso aguardar a promessa do Consolador. “E eis que sobre vós envio a promessa de meu Pai; ficai, porém, na cidade de Jerusalém, até que do alto sejais revestidos de poder” (Lc 2.49). “Mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis minhas testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria e até aos confins da terra” (At 1.8).
Mas, no dia do Pentecostes, quando o Espírito Santo desceu sobre os discípulos aconteceu algo sobrenatural e suas visões espirituais se abriram: (At 2.1-4).
Os fariseus jamais poderiam ter uma visão espiritual, uma visão completa do Reino de Deus, pois não tinham a essência do Espírito Santo nas suas vidas. E sem esta essência sobrenatural o homem não consegue ver o amor de Deus derramado sobre os corações. Ele está cego, sem comunhão, sem amor, sem misericórdia, sem fé, sem a verdadeira santidade e a obediência genuína das verdades bíblicas.
As palavras de Jesus em Mateus 23 se constituem na sua mais severa denúncia contra os líderes e falsos mestres que rejeitavam em parte a Palavra de Deus, substituindo a revelação divina por suas próprias idéias e interpretações (vv. 23, 28; 15.3, 6, 9; Mc 7.6-9).
Cristo não era um pregador tímido, a tolerar o pecado. Ele foi fiel à Sua missão de combater o mal (Mt 21.12-13; Jo 2.13-16), combater as tradições e doutrinas de homens (Mt 15.1-3, 9) e denunciar o pecado de corrupção entre os importantes (Mt 23.23-25).
O amor de Jesus pelas Escrituras inspiradas do Seu Pai, bem como pelos que estavam sendo arruinados pela distorção delas (Mt 15.2-3; 18.6-7; 23.13-15), era tão grande que levou a usar palavras tais como: “hipócritas” (v. 15), “filhos do inferno” (v. 15), condutores cegos (v. 16), insensatos (v. 17), cheios de rapinas e de iniqüidade (v. 25), limpa só no exterior (v.25), sepulcros caiados (v. 27), imundícias (v. 27), iniqüidade (v. 28), serpentes (v. 33), raça de víboras (v. 33) e assassinos (v. 34).

Estas palavras, embora severas e condenatórias, foram ditas com profunda dor (v. 33), por aquele que morreu pelas almas a quem dirigiu estas palavras (cf. Jo 3.16; Rm 5.6-8).
Jesus descreve o caráter dos falsos mestres e pregadores como os dos ministros que buscavam popularidade, importância e atenção das pessoas (v. 5), que amam honrarias (v. 6), e títulos (v. 7), e que, com o evangelho distorcido que pregavam, impedem as pessoas de entrar no céu (v. 13). São religiosos profissionais que, na aparência, são espirituais e santos, mas, que na realidade, são iníquos, falsos e assassinos (vv. 14, 25-27). Falam bem dos líderes espirituais piedosos do passado, mas não seguem as suas práticas, nem sua dedicação a Deus e à sua Palavra e justiça (vv. 29-30).
Rodeiam a terra toda para fazer um prosélito (seguidor seu), mas quando conseguem e trazem para dentro da igreja “fazei filho do inferno”. Por quê? Porque eram religiosos muito duros, radicais, fanáticos. Traziam o povo para a igreja, mas depois condenavam por coisas insignificantes como fazem hoje e jogavam no inferno.
Você pode estar sendo tão “religiosos”, que nunca será espiritual. Não importe o quanto ore. Mas você pode estar perdido, sem mesmo conhecer Deus, apesar de manter uma vida de oração. Não importa quanto você conheça a Bíblia, ou o que você sabe sobre Deus. Estou perguntando se você já está liberto das tradições ou se você já tirou a venda de teus olhos que impedem de conhecer a verdade.

IX.  SÃO ACÉTICOS E DOGMÁTICOS

No ceticismo dogmático o objetivo não é investigar e obter conhecimento, mas unicamente desacreditar alguma idéia que contrarie um conjunto de crenças pré-estabelecidas. Na vigência do ceticismo dogmático, nenhuma nova idéia pode florescer. É o ceticismo conduzido às fronteiras do cinismo, da hipocrisia, da ignorância. É o “não querer saber” levado ao exagero insano (por isso ignorante), disfarçado de “indagação e exame” (por isso cínico e hipócrita). É o ceticismo adotado pela Igreja nos tribunais de Inquisição. Lembremos do exemplo de Galileu Galilei, que foi obrigado a negar a sua descoberta de que a terra é que gira ao redor do Sol. Quando solicitou aos inquisitores que olhassem pela luneta, estes simplesmente se negaram, alegando que ela estaria adulterada ou que Satanás estivesse a produzir ilusões de ótica para desvirtuar o homem do caminho da verdade.
O ceticismo, quando utilizado de forma inteligente e livre de dogmas, permite que não nos contentemos com respostas mal dadas. Nos impele para o sincero questionamento e nos direciona para as descobertas.

X.     SÃO INSUBORDINADOS

“Porque existem muitos insubordinados, palradores, frívolos e enganadores, especialmente os da circuncisão. É preciso fazê-los calar, porque andam pervertendo casas inteiras, ensinando o que não devem, por torpe ganância. Este testemunho é exato. Portanto, repreende-os severamente, para que sejam sadios na fé. Não dando ouvido a fábulas judaicas, e nem a mandamento de homens que se desviam da verdade” (Tt 1.10-14 – RC).

Paulo adverte a Tito mostrando as características dos hereges:
Sua atitude: Insubordinados contra a Palavra; Palradores frívolos; cabeças vazias com discursos vãos, legalistas.
Sua ambição: Vigarista em matéria de religião, gananciosos.
Enganadores. Do grego frenapath phrenapates significa: impostores ou sedutor.
Paulo demonstra novamente sua constante preocupação com os falsos mestres e a saúde doutrinária das igrejas. Entre esses, estavam “os da circuncisão” (1.10,14). Tal expressão designava os judaizantes, aqueles que queriam impor a lei judaica sobre os gentios convertidos ao cristianismo.

Paulo identifica três elementos nítidos em sua doutrina que provocam falsidade. Primeiro: eles ensinavam aos novos convertidos a seguirem os preceitos judaicos se quiserem ser salvos. Eles ensinavam que a salvação pela graça não era suficiente. O crente que desejasse ser salvo teria que obedecer as normas da lei, as tradições e filosofias dos rabinos. Segundo: eles professavam conhecer a Deus, mas negavam a fé através de seus atos. Terceiro: nas suas consciências corruptas, permitiam a perversão daquilo que é puro.
“Todas as coisas são puras para os puros; todavia, para os impuros e descrentes, nada é puro. Porque tanto a mente como a consciência deles estão corrompidas. No tocante a Deus, professam conhecê-lo; entretanto, o negam por suas obras; é por isso que são abomináveis, desobedientes e reprovados para toda boa obra” (Tt 1.15-16).

O modo como uma pessoa pensa a respeito de si mesma é a chave de como pensará sobre outros, e para a perspectiva geral de sua vida. Aquele que vê pecado em tudo, também irá julgar seu irmão pelo o que ele vê e não segundo um raciocínio lógico. Por esta razão o Apóstolo diz: “É preciso fazer calar” (v.11). Calar no grego epistomizw epistomizo - calar a boca, silenciar, no sentido de amordaçar cães. Paulo usa uma expressão forte, porque são fariseus mentirosos que estavam se infiltrando no meio cristão para corromper o evangelho tirando, assim, da simplicidade que há em Cristo Jesus.

Os fariseus tinham suas mentes cauterizadas e ensinavam com engano a Palavra do Senhor. “...para os impuros e descrentes, nada é puro”.

Tito estava habitando em meio a um povo corrupto na Ilha de Creta. Os habitantes desta Ilha tinham reputação tão má diante do mundo antigo, que os grego criam que a palavra KRETIZEN, significa mentir ou enganar.

Os fariseus não viam pecado na corrupção dos habitantes daquela ilha, mas no descumprimento das regras judaicas.
Isto acontece hoje em muitas igrejas. A imoralidade, corrupção, roubo ete, não é um pecado grave, mas desobedecer à regra dos usos e costumes impostos pelo dirigente, você está sujeito à exclusão

06/12/2013

RECONHEÇO QUE SOU PECADOR!


Digo-vos que este desceu justificado para sua casa, e não aquele; porque qualquer que a si mesmo se exalta será humilhado, e qualquer que a si mesmo se humilha será exaltado. Lucas 18:14.

Certa ocasião Jesus contou; Existiam dois homens, um Fariseu e um Publicano, estes subiram ao templo para orar, o Fariseu cheio de si, ficava em pé em lugar de destaque e dizia: Ó Deus, graças te dou porque não sou como os demais homens, roubadores, injustos e adúlteros; nem ainda como este publicano. Lucas 18:11, porém o Publicano, nem se quer  ousava-se levantar as vista aos céus falava; Ó Deus, tem misericórdia de mim, pecador! Lucas 18:13, para entendermos melhor essa historia vamos conhecer quem são essas pessoas:
Fariseu – O nome fariseu que dizer separado, que é igual a Santo. Estes eram Judeus devotos à Torá, membros de uma religião em que só participava pessoas com alto poder de persuasão, letrados, que possuía vasto conhecimento nas leis e escrituras, ninguém possui tanto saber quanto eles na época, eram um grupo fechado, opositor do cristianismo, eles possuíam tamanha religiosidade que se achavam melhores que quaisquer pessoas que não pertencia ao seu grupo, através deles surgiram às sinagogas religiosas.
Publicano – Cobradores de impostos nas províncias do Império Romano, estes sofriam repudio pelos judeus, pois muitos cobravam impostos além do devido, com isto suscitava a ira dos fariseus.
Através deste relato, podemos ver claramente como alguém é selecionado por Deus, embasado no que no significado das palavras, Publicano e Fariseu, aos nossos olhos humanos, certamente todos nos diríamos que a oração do Fariseu tinha mais valor, diga-se, quem não gosta de ouvir e ver alguém com eloquência falar? Porém Deus que sonda o interior sabe o intuito do coração, não julga pela aparência. Porém o Senhor disse a Samuel: Não atentes para a sua aparência, nem para a grandeza da sua estatura, porque o tenho rejeitado; porque o Senhor não vê como vê o homem, pois o homem vê o que está diante dos olhos, porém o Senhor olha para o coração.1 Samuel 16:7, aquilo que nos é belo para o Senhor pode ser repugnante.
Deus não escolhe alguém pelo que se tem, Ele escolhe pelo que se é. Se pensarmos no curto ministério de Jesus na terra, pela autenticidade dos milagres extraordinários que Ele realizava o que não faltava eram pessoas aparentemente Santas perto Dele, Se, fossem pela logica humana, certamente os Apóstolos teriam que Fariseus, porém, Jesus, conhecedor do mais intimo do coração do ser humano, contrariou toda a nossa ideologia, chamou logo um trapaceiro para ser discípulo E, depois disto, saiu, e viu um publicano, chamado Levi, assentado na recebedoria, e disse-lhe: Segue-me. Lucas 5:27 não sendo o bastante, foi na casa e banqueteou com outro que a sociedade desprezava. E eis que havia ali um homem chamado Zaqueu; e era este um chefe dos publicanos, e era rico. Lucas E quando Jesus chegou àquele lugar, olhando para cima, viu-o e disse-lhe: Zaqueu, desce depressa, porque hoje me convém pousar em tua casa. Lucas 19:2 e 5, Nisto, Jesus está nos dizendo que nosso julgamento muitas vezes é insano. Oh! Meu Deus, como será que tu ver a maneira como são escolhidos os obreiros para a tua casa? Poucos são os Lideres que consagram e buscam intensamente a direção de Deus nas suas escolhas, escolhe-se pelos altos dízimos, pelos estudos, pelo poder aquisitivo, pelo conhecimento na sociedade, pelas vestes, qualquer parâmetro que “beneficie” os templos está sendo melhor que um coração humilde. Quem tem dinheiro ou Q.I. (quem indicou), não demora muito para ter um ministério na Igreja, muitas vezes são pessoas leigas da fé, sem unção, vazia de Cristo, vive de aparência, falam heresias, mais, porque de alguma forma mostrou sustentabilidade financeira, está é escolhida, quanto àquele que ora, que jejuam que busca conhecer a Deus, se não tiver nada, serve para ficar limpando os bancos dos templos com suas roupas, por isso a igreja do Senhor está doente, cheia de chagas, ovelhas sem lã com feridas abertas, sendo acoitadas por lobos disfarçados de cordeiros, muitas, estão perdidas no pasto do adversário, por não existir mais diferença entre as relvas que se comem. Justamente porque seus dirigentes não são selecionados segundo o coração de Deus mais segundo o coração dos homens. O pecado tem dominado a Igreja e seus condutores são cumplices, conivente, colocam vendas nos olhos, achando que podem dizer a Deus que não sabiam de nada, não esqueçam, Deus sonda é o coração não ver é aparência. Deus não se importa com o que você possui, se você tem poder, se você é religioso, o Senhor está procurando coração quebrantado e sincero. Para que sejais irrepreensíveis e sinceros, filhos de Deus inculpáveis, no meio de uma geração corrompida e perversa, entre a qual resplandeceis como astros no mundo; Filipenses 2:15, O Senhor busca pessoas que façam a diferença, pessoas que o adorem em espirito em verdade, nosso conhecimento nada é se não conhecermos de fato o verdadeiro Deus, não adianta saber sobre tudo, dominar o conhecimento e a ciência, se no final formos para o inferno, lá não precisará dos nossos préstimos nem legados, lá nada poderá ser modificado ou restaurado. Precisamos convertermo-nos, agora, rasgar não nossas vestes mais o nosso coração diante de Deus, reconhecermos que nada somos. Pedir misericórdias pela nossa infidelidade quanto a Ele, Não adianta parecer Santo diante da sociedade, si, o parecer de Deus for contra nós. Raça de víboras, como podeis vós dizer boas coisas, sendo maus? Pois do que há em abundância no coração, disso fala a boca. Mateus 12:34, Precisamos nos consertar na presença de Deus, não há como vestir capa diante Dele, a visão Dele ultrapassar os mistérios da alma, Serpentes, raça de víboras! como escapareis da condenação do inferno? Mateus 23:33, Hoje é tempo de se Convertemo-nos ao Senhor, Todos nós que dizemos ser seus.

05/12/2013

QUANTO MAIS EU DESÇO MAIS NO ALTO FICO


Imagem inline 1


Mas para mim, bom é aproximar-me de Deus; pus a minha confiança no Senhor DEUS, para anunciar todas as tuas obras. Salmos 73:28

No reino de Deus tudo é diferente do que pensamos, em poucos casos recebemos algo exatamente como pedimos a Ele, isto porque pedimos mal, somos imaturos pedimos para nosso bel prazer, esquecemo-nos que formos feitos para adorá-lo, então, tudo que Ele nos dá é para louvor da sua gloria, Pedis, e não recebeis, porque pedis mal, para o gastardes em vossos deleites. Tiago 4:3, os planos de Deus para as nossas vidas são melhores e maiores que o nosso, muitas vezes somos raquíticos em nosso pedir ou então não conhecemos este Deus, não são poucas as vezes que nos desesperamos diante de Deus pedindo algo material, irrelevante, algo que com tempo pode ser corroído ou quebrado, acho até que muitos falam com Deus como se estivesse falando com um ser humano, parece-me que, muitos ver Deus como um dono de loja ou imobiliária, Senhor eu quero isso, eu quero aquilo. Amados, o que Deus tem para nós é muito mais do que podemos imaginar.Mas, como está escrito: As coisas que o olho não viu, e o ouvido não ouviu, e não subiram ao coração do homem, são as que Deus preparou para os que o amam. 1 Coríntios 2:9, Ele esta a nos dizer que o que Ele tem para nós, não existe nada no mundo igual, essas coisas fúteis da terra surgem em consequências do nosso viver diante Dele, o que Deus têm para dar aos seus filhos é sobrenatural, o olho humano nunca conseguiu ver, ouvidos jamais ouviram, são coisas que nunca imaginamos que existem. Nisto, fica claro que é algo que dinheiro não pode comprar, pois não existem quantia equivalente entre todos os serem humanos que possa cobrir o seu real valor, é algo imensurável, incomparável, algo que fará brotar do nosso ser uma alegria única, singular em tê-lo. Isso é o que Deus já guardou para mim e para você.
E como podemos ter acesso a essa preciosidade inigualável? Achegando-nos a Deus. Chegai-vos a Deus, e ele se chegará a vós. Alimpai as mãos, pecadores; e, vós de duplo ânimo, purificai os corações. Tiago 4:8, precisamos nos aproximar de Deus não pelas coisas que perecem mais por essas que ainda não conhecemos que esta reservadas para aquele que o busca, não podemos recorrer a Deus só quando precisamos de alguma coisa, agindo assim, estamos limitando o poder de Deus em nossas vidas, estamos confessando diante Dele a nossa intolerância espiritual, somos pobre até no pedir, pobre não porque não tenha dinheiro mais porque a alma é pequena, e não se desprende para conhecer o Deus que têm, somos filhos da promessa Dele, herdeiros em Cristo Jesus, selecionados, escolhidos para vivermos a sua bem aventurança, E, se sois de Cristo, então sois descendência de Abraão, e herdeiros conforme a promessa. Gálatas 3:29, temos um legado que por Justiça nos foi imputado, não podemos trocar algo tão copioso por pratos de lentilhas. Precisamos parar de sermos negligentes e atentarmos para a grandiosidade daquele que tudo fez. No princípio criou Deus o céu e a terra. Gênesis 1:1, com essa mesquinhes no pedir estamos tentando anular o poderio deste Deus que é tão grande. Pense; que ridículo seria você ter acesso ao dono de uma concessionária ele te desse o direito de pedir o que quisesse e você pedisse um carrinho de mão. Imaginem então, você não pode chegar diante de Deus pedindo coisas que você pode trabalhar e comprar, peça a Deus o melhor Dele para sua vida, peça a Deus sabedoria e Conhecimento para você o adorar. Deus deseja abrir os Céus sobre a tua vida, abra o seu coração não permita que a sua insensatez te leve a fazer parte de um povo que não conhece o Deus que o criou. Porquanto o coração deste povo está endurecido, e com os ouvidos ouviram pesadamente, e fecharam os olhos, para que nunca com os olhos vejam, Nem com os ouvidos ouçam, Nem do coração entendam, E se convertam, E eu os cure. Atos 28:27, entenda os propósitos de Deus para você, reconheça que você precisa Dele, reconheça que se Ele não te der a agua para beber você terá sede eterna, procure conhecer a Deus, com inteligência, adore a Ele com consciência, ofereça a Ele um culto racional, exalte o pelo seus feitos poderosos, leia a palavra de Deus, nela você terá resposta para o que você precisa, quanto mais você empenha seu tempo para examinar as escrituras mais perto você chega da vida eterna, Examinais as Escrituras, porque vós cuidais ter nelas a vida eterna, e são elas que de mim testificam; João 5:39 busque dia e noite conhecer quem Ele é, peça a Deus que abra seu entendimento deseje isso com todas as tuas forças, Então abriu-lhes o entendimento para compreenderem as Escrituras. Lucas 24:45 humilhe se na presença Dele, quanto mais você descer diante Dele mais no alto você irá ficar.

04/12/2013

QUANDO AS FORÇAS SE ACABAM...


Difícil é permanecer firme logo após uma derrota,
Difícil é ficar calado quando se tem vontade de explodir,
Difícil é abrir mão quando é o que mais se quer,
Difícil é recomeçar quando não se tem mais forças,
Difícil é olhar para o alto quando não se consegue levantar a cabeça,
Difícil é ficar de pé quando a vontade e deitar-se,
Difícil é demonstrar uma alegria quando a alma chora,
Difícil é fingir estar vivo quando por dentro está morto,
Mais, difícil mesmo é ir para o abismo quando se sabe que existe um paraíso a espera.
Tudo é difícil na vida e mais difícil fica para os que tudo dificultam. Nenhum de nós por mais dificuldades e problemas que tenhamos, iremos sofrer mais do que o Senhor Jesus, no entanto Ele não desistiu de ir até o fim. Difícil foi o ministério Dele, amar e perdoa aos que queriam o seu fim, muitos pode dizer, mais Ele foi o filho de Deus, certamente, mais aqui na terra Ele estava cem por cento, homem, foi perseguido, caluniado, difamado, acusado levianamente, E, sendo acusado pelos príncipes dos sacerdotes e pelos anciãos, nada respondeu. Mateus 27:12, apanhou, sofreu, chorou, Jesus chorou. João 11:35, festejou, E foi também convidado Jesus e os seus discípulos para as bodas. João 2:2 sentiu saudade, Jesus pois, quando a viu chorar, e também chorando os judeus que com ela vinham, moveu-se muito em espírito, e perturbou-se. João 11:33, reclamou, brigou, E entrou Jesus no templo de Deus, e expulsou todos os que vendiam e compravam no templo, e derribou as mesas dos cambistas e as cadeiras dos que vendiam pombas; Mateus 21:12, sentiu tristeza, Então lhes disse: A minha alma está cheia de tristeza até a morte; ficai aqui, e velai comigo. Mateus 26:38, foi tentado, Então foi conduzido Jesus pelo Espírito ao deserto, para ser tentado pelo diabo. Mateus 4:1, porém não perdeu a identidade de filho de Deus. Ele entendia que todos esses sentimentos e situações eram passageiros e necessários para o seu ministério cumprir-se. E, indo um pouco mais para diante, prostrou-se sobre o seu rosto, orando e dizendo: Meu Pai, se é possível, passe de mim este cálice; todavia, não seja como eu quero, mas como tu queres. Mateus 26:39. Se Ele não quisesse passar por tudo isso logicamente ele não passaria, porém a sua missão aqui na terra estaria incompleta, a obra prima da criação do seu Pai seria aniquilada.
Não diferente de Jesus, todos nós temos uma historia a cumprir, um chamado a realizar, então, não importa o que tenhamos que passar se realmente somos filhos de Deus não podemos desistir. Porque para isto sois chamados; pois também Cristo padeceu por nós, deixando-nos o exemplo, para que sigais as suas pisadas. I Pedro 2:21, existirão momento em nossas vidas de solidão angustiante, de tristeza na alma, de aflição, existirá momento que muitos pedirão a Deus que o leve. Se você esta passando por isso não pense que só acontece com você, existem milhares, mas, tudo isso nosso Mestre passou, se somos seus seguidores iremos passar também. Não é o discípulo mais do que o mestre, nem o servo mais do que o seu senhor. Mateus 10:24, em nenhum momento das escrituras Jesus relata que as coisas seriam fácil, pelo contrario Tenho-vos dito isto, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo. João 16:33, Facilidade quem proporciona é o inimigo, ele sim, é  quem arruína a vida das pessoas, sempre oferece o seu banquete a custo zero, quando alguém entra e come fica logo envenenado, só então saberá o preço que terá pagar e para muitos custa a própria vida. Necessitamos entender que tudo que Jesus passou foi para nos dá exemplo, precisamos é está consciente que é necessário passamos por tribulações, mas, já somos vencedores, é preciso entender que não importa a situação a que venhamos atravessar ou o deserto que tenhamos que percorrer Cristo já venceu por nós, Considerai, pois, aquele que suportou tais contradições dos pecadores contra si mesmo, para que não enfraqueçais, desfalecendo em vossos ânimos. Hebreus 12:3, é imprescindível ficarmos firmes, não desistir, não perder a esperança, confiar em Deus, à resposta virá, tão certo quanto o dia após a noite, sempre depois da tempestade vem a bonança. E ele, despertando, repreendeu o vento, e disse ao mar: Cala-te, aquieta-te. E o vento se aquietou, e houve grande bonança. Marcos 4:39, A resposta para nossas vidas está na oração, Jesus fez isso E, deixando-os de novo, foi orar pela terceira vez, dizendo as mesmas palavras. Mateus 26:44 , Acredite o mais Difícil Jesus já fez, morreu para que você tenha vida eterna. Então, se você está sem forças para continuar a vida, clame a Deus a força Dele virá sobre ti e ti restaurará.

03/12/2013

VIDEO CLIP ; CEM OVELHAS

O video abaixo traz a unção do cantor Ozéias de Paula através de seu louvor "CEM OVELHAS!" Assista o video e veja o quão gande amor de Deus para com suas ovelhas!!!
Qu saudade temos do tempo que tais louvores tinham espaço em nossos cultos!!!
O video esta postado em nosso portal ftrafernal, a saber, AMIGOS QUE FAZEM AMIGOS, cujo link de acesso você poderá conferir na lateral direita dessa pagina!!!

Fofoca, Calúnia e Difamação: Obras Infrutíferas das Trevas


A palavra hebraica para fofoca no Velho Testamento é definida como alguém que revela segredos, agindo como um mexeriqueiro. Isso é alguém que conseguiu descobrir segredos sobre outras pessoas e suas famílias para então sair de casa em casa contando o que descobriu, para o grande detrimento daqueles que confiaram nessa pessoa, assim como para as pessoas que escutam o que não era para escutarem. Podemos distinguir a fofoca de compartilhar informações através da intenção. O mexeriqueiro tem como objetivo melhorar a sua própria imagem ao fazer outras pessoas parecerem más e ao exaltar seu conhecimento como superior ao de outras pessoas.
No livro de Romanos, Paulo revela a natureza pecaminosa da humanidade ao afirmar como Deus está derramando Sua ira sobre aqueles que rejeitam Suas leis. Por terem rejeitado as instruções e direção de Deus, Ele os entregou às suas naturezas pecaminosas. “Estando cheios de toda a iniqüidade, prostituição, malícia, avareza, maldade; cheios de inveja, homicídio, contenda, engano, malignidade; Sendo murmuradores, detratores, aborrecedores de Deus, injuriadores, soberbos, presunçosos, inventores de males, desobedientes aos pais e às mães; Néscios, infiéis nos contratos, sem afeição natural, irreconciliáveis, sem misericórdia; Os quais, conhecendo a justiça de Deus (que são dignos de morte os que tais coisas praticam), não somente as fazem, mas também consentem aos que as fazem” (Romanos 1:29-32). Podemos ver dessa passagem quão sério é ser mexeriqueiro e como isso é uma característica daqueles que estão sob a ira de Deus.
Um outro grupo que era e é conhecido por participar nesse comportamento pecaminoso são as viúvas. Timóteo adverte as viúvas para não serem mexeriqueiras ou ociosas. “Tendo já a sua condenação por haverem aniquilado a primeira fé. E, além disto, aprendem também a andar ociosas de casa em casa; e não só ociosas, mas também paroleiras e curiosas, falando o que não convém“ (1 Timóteo 5:12-13). Porque as mulheres tendem passar muito tempo com outras mulheres em seus lares, trabalhando juntamente com essas mulheres e se envolvendo na vida de muitas pessoas, elas escutam e observam uma variedade de conversas e situações que têm o potencial de serem destorcidas, se o que verem não for mantido confidencial. Timóteo afirmou que as viúvas criam o hábito de ir de casa em casa, procurando por algo para ocupar sua ociosidade. Cabeça vazia é a oficina do diabo, e Deus nos adverte contra deixar que esse pecado entre em nossas vidas. “O que anda tagarelando revela o segredo; não te intrometas com o que lisonjeia com os seus lábios” (Provérbios 20:19).
Esse pecado não é comum apenas às mulheres. Qualquer pessoa pode acabar participando de uma fofoca ao repetir algo que escutaram que era para ser um segredo. O livro de Provérbios tem uma longa lista de versículos sobre os perigos da fofoca e sobre a dor que pode resultar da falta de cuidado de pensar em outras pessoas e como podem reagir se algo que queriam que permanecesse em segredo fosse revelado. “O que despreza o seu próximo carece de entendimento, mas o homem entendido se mantém calado. O mexeriqueiro revela o segredo, mas o fiel de espírito o mantém em oculto” (Provérbios 11:12-13).
A Bíblia nos diz que “o homem perverso instiga a contenda, e o intrigante separa os maiores amigos” (Provérbios 16:28). Muitas amizades já foram destruídas por causa de algum engano que começou com uma fofoca. Aqueles que se entregam a esse comportamento nada mais fazem além de criar confusão e causar ira e amargura, sem falar da dor, entre amigos. Triste dizer que algumas pessoas adoram isso e procuram por oportunidades de destruir outras pessoas. Quando essas pessoas são confrontadas pelo seu hábito, elas negam essas alegações e respondem com desculpas e racionalizações. Ao invés de admitir o erro, elas culpam algo ou alguém mais, além de tentarem fazer com que o pecado não pareça tão ruim. “A boca do tolo é a sua própria destruição, e os seus lábios um laço para a sua alma. As palavras do mexeriqueiro são como doces bocados; elas descem ao íntimo do ventre” (Provérbios 18:7-8).
O que guarda a sua boca e a sua língua guarda a sua alma das angústias (Provérbios 21:23). Dessa mesma forma devemos guardar nossas línguas e deixar de participar nesse ato pecaminoso de fofoca. Se entregarmos nossos desejos naturais ao Senhor, Ele vai nos ajudar a permanecer retos. Deus recompensa o justo e o íntegro, então devemos nos esforçar para permanecer assim.
O sentimento maior que deve existir em nossa vida é o amor a Deus (“Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento.” Mt 22.37). Quando O amamos verdadeiramente, somos constrangidos pelo Espírito Santo a uma vida de santidade e pureza, os frutos produzidos são dignos de honra e capaz de revelar ao próximo a comunhão que possuímos com o Eterno, nestas vidas está o prazer do Senhor; são abençoadas e bem-sucedidas, transbordante do poder de Deus, cheias de autoridade e capacitadas a pisarem sobre a cabeça do inimigo; são vitoriosas! De suas bocas procedem as palavras que edificam e abençoam.
Oh Senhor! Quão lamentável é enxergarmos dentro de muitas igrejas, que o amor já se apagou por completo nos corações; e, levados por toda sorte de desejos produzidos pela carne, tornaram-se frios e desprovidos de misericórdia, duros como a pedra. Com as palavras tocam no próximo promovendo a desarmonia. É o velho homem que renasce com muita força, repleto de antigos sentimentos que são comuns aos filhos das trevas. As conseqüências são as brechas abertas nos “muros” que protegem o povo de Deus, possibilitando a ação do inimigo.
Quão lamentável, mas este mal da fofoca está dentro das igrejas, numa freqüência muito maior do que imaginamos. É o “disse que me disse”, que tem levados muitos a servirem aos propósitos maléficos, verdadeiros instrumentos do diabo. Queridos irmãos, vigie o vosso falar, para que não incorram no erro e sejam considerados por todos como fofoqueiros e indignos de confiança. Não fale mal dos irmãos e ou dos líderes. Esta prática é condenada pelo Senhor em Sua palavra, veja os textos abaixo.
Lv 19:16 “Não andarás como mexeriqueiro entre o teu povo teu próximo. Eu sou o SENHOR.”
Pv 11:13 “O mexeriqueiro descobre o segredo, mas o fiel de espírito o encobre.”
Pv 20:19 “O mexeriqueiro revela o segredo; portanto, não te metas com quem muito abre os lábios.”
1 Tm 6:20 “E tu… evitando os falatórios inúteis…”
2 Tm 2:16 “Evita, igualmente, os falatórios inúteis e profanos, pois os que deles usam passarão a impiedade ainda maior…”
Tg 1.26 “Alguém está pensando que é religioso? Se não souber controlar a língua, a sua religião não vale nada, e ele está enganando a si mesmo.”
Calúnia (Falsa imputação (a alguém) de um fato definido como crime. Mentira, falsidade, invenção.)
Meu Senhor! Infelizmente esta prática é relativamente comum dentro do arraial, frutificando a desarmonia e uma série de conseqüências, através das quais o corpo é enfraquecido e o inimigo exaltado. Povo de Deus é tempo de estarem vivendo em Espírito, e não permitam que as más ações encontrem terreno propício e finque raízes. Se tens alguma queixa contra outrém, seja espiritual ou não, procure a pessoa, numa conversa franca e resolva as pendências. Não permita que o diabo use da ocasião para afastá-lo da comunhão com o Eterno.
2Tm 3.1-3 “Sabe, porém, isto: nos últimos dias, sobrevirão tempos difíceis, pois os homens serão egoístas… desafeiçoados… caluniadores…”
Tt 3. 2 “Aconselhe que não falem mal de ninguém, mas que sejam calmos e pacíficos e tratem todos com educação.”
Sl 50. 20 “Estão sempre acusando os seus irmãos e espalhando calúnias a respeito deles.”
Difamar (Tirar a boa fama ou o crédito a; desacreditar publicamente; infamar, detrair; Imputar a (alguém) um fato concreto e circunstanciado, ofensivo de sua reputação, conquanto não definido como crime. Falar mal; detrair)
O ato de difamar, lamentavelmente, é visível entre os crentes. A satisfação de muitos é observar a vida alheia e destacar os erros, é prazeroso para estes falar da vida do próximo. Falam do pastor, dos presbíteros, diáconos, dos irmãos mais simples, bem como, dos que são afortunados; falam também do patrão e muitos mais. Enfim, tudo é motivo para apontar e falar. Estes semeiam a discórdia entre irmãos e são dignos de condenação eterna.
Irmão tens queixa contra o pastor ou alguém que faz a obra de Deus? Converse com ele, em muitos casos o problema está numa má interpretação de alguma ação; haja assim para com todos os irmãos. Pastores amados, não usem o púlpito para tocar numa vida, se tens alguma queixa, sente-se com a pessoa e converse como pessoas espirituais que devem ser.
Tg 4.11 “Meus irmãos, não falem mal uns dos outros.”
1Pe 2.1 “Portanto, abandonem tudo o que é mau, toda mentira, fingimento, inveja e críticas injustas.”
Sl 101.5 “Destruirei aqueles que falam mal dos outros pelas costas…”
Pv 16:28 “O homem… difamador separa os maiores amigos.”

Mentira (Afirmar coisa que sabe ser contrária à verdade)

O velho pecado da mentira está muito atuante entre os aqueles que se professam crentes em Deus. O diabo tem plantado a idéia que é muito mais fácil falar inverdades, a fazer uso da palavra reta. A sociedade atual tem a mentira como uma necessidade no dia-a-dia, nós como servos jamais devemos compactuar com esta visão distorcida implantada pelo diabo. Nossa palavra deve ser sempre verdadeira, esta condição se aplica em todos os aspectos da vida; seja profissional, pessoal e ou religioso. Há um conceito errôneo que a mentira tem tamanho, mas, para o povo de Deus seja qual for o tamanho, constitui-se em pecado, passível, portanto de condenação.
As advertências deixadas por Deus na Bíblia quanto a este pecado são claríssimas, portanto, injustificável o seu uso, veja:
Sl 34.13 “Então procurem não dizer coisas más e não contem mentiras.”
Sl 52:3 “Amas o mal antes que o bem; preferes mentir a falar retamente.”
Pv 14:5 “A testemunha verdadeira não mente, mas a falsa se desboca em mentiras.”
João 8:44 “Vós sois do diabo, que é vosso pai, e quereis satisfazer-lhe os desejos. Ele foi homicida desde o princípio e jamais se firmou na verdade, porque nele não há verdade. Quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso e pai da mentira.”
Ef 4:25 “Por isso, deixando a mentira, fale cada um a verdade com o seu próximo, porque somos membros uns dos outros.”
1Pe 3.10 “Como dizem as Escrituras Sagradas: “Quem quiser gozar a vida e ter dias felizes não fale coisas más e não conte mentiras.”
Irmãos amados a finalidade desta mensagem não é acusar e tão pouco julgar, mas ser um instrumento usado pelo Espírito Santo para falar a muitos corações que por inobservância dos preceitos bíblicos se deixam levar pelas coisas aparentes desta vida. Afinal, fomos resgatados das trevas para a luz, a fim de sermos servos puros e santos.
1Jo 3:8 “Aquele que pratica o pecado procede do diabo, porque o diabo vive pecando desde o princípio. Para isto se manifestou o Filho de Deus: para destruir as obras do diabo."
Transcrito

02/12/2013

DE NOVO SOBRE IGREJA APÓSTOLICA SANTA VÓ ROSA, A IGREJA DO DEMÔNIO

APÓSTOLO SAFADO ALDO BERTONI

Eu havia publicado aqui, a meses atrás, uma matéria sobre esta IGREJA DEMONÍACA, liderada por um safado, um senhor de nome ALDO BERTONI,  que apoiado por outros sacerdotes tão IGUALMENTE SAFADOS QUANTO ELE, (veja aqui o link da postagem original sobre a IGREJA DA SANTA VÓ ROSA, postada aqui neste BLOG).
Vocês poderão ver que o próprio senhor APÓSTOLO de meia tigela sr ALDO BORTONI, comentou a minha postagem, e eu respondi como ele merecia.
Agora eu venho aqui postar ALGUNS dos diversos vídeos que denunciam este DESGRAÇADO.
E EU ESPERO QUE ELE VEJA ESTA POSTAGEM NOVAMENTE E SAIBA QUE O DEUS VERDADEIRO ESTÁ DESCENDO A ESPADA SOBRE VOCÊ, SEU PILANTRA, SEU VELHO DESGRAÇADO E SAFADO. A SUA ANTECESSORA, A TAM VÓ SANTA ROSA, DEVIA SER UMA SAFADA IGUAL A VOCÊ, E ESTA HORA ESTÁ ARDENDO NO INFERNO, E LOGO VOCÊ VAI ESTAR LÁ, SEU FILHO DO DEMÔNIO.

Eis ai alguns dos vídeos, feitos por produtoras de tv e jornalismo sério:

PRESTEM ATEÑÇÃO NA LETRA DO HINO QUE CANTAM NUM CULTO NA IGREJA DA SANTA VÓ ROSA...

OUTRAS DENÚNCIAS:







O jornalista DATENA mostra uma denúncia sobre o BERTONI.




ALÉM DESTES VÍDEOS, EXISTEM MUITOS OUTROS...

ESTE É O VELHO TARADO, MANÍACO, SAFADO, QUE USA TÍTULOD E APÓSTOLO, O SR. ALDO BERTONI:

VEJAM A HISTÓRIA DA  IGREJA DA SANTA VÓ ROSA, postada aqui neste BLOG).
Uma seita herética, liderada por um líder safado, mal caráter, um pilantra...



Ei, Aldo, eu sei que você ou algum destes safados que te acessoram, fuxicam meu blog, então, se quiser me processar, fique a vontade, seu maldito!
VELHO BABÃO...

COMPREENDA A ´PERSONALIDADE DE ABSALÃO

2 Samuel, capítulos 13 a 18
Introdução


A história de Absalão não é uma história bonita. Filho do Rei Davi, ele teve uma existência marcada por inúmeros pecados. Era uma pessoa atraente, simpática, e famosa, que realmente chamava a atenção. Poucas pessoas no mundopoderiam receber o tipo de descrição que dele é feita em 2 Sm 14.25: “Não havia, porém, em todo o Israel homem tão celebrado por sua beleza como Absalão; da planta do pé ao alto da cabeça, não havia nele defeito algum”. Quando lemos a sua história, registrada nos capítulos 13 a 18 de 2 Samuel, vemos que ele era um daqueles “líderes natos”, com personalidade marcante e carismática. Era impulsivo em algumas ações, mas igualmente maquinador e conspirador para preencher suas ambições de poder. Por trás de um passado que abrigava até um assassinato de seu irmão, ele não hesitou em utilizar e manipular pessoas e voltar-se contra seu próprio pai, para vir a governar Israel. Uma vez no poder, demonstrou mais impiedade, crueldade e imoralidade. No seu devido tempo, foi castigado por Deus, sofrendo uma morte inglória, sendo Davi reconduzido ao poder.

O caráter de Absalão não é diferente de muitos personagens contemporâneos de nossa política e do cenário dito evangélico. Na realidade, ele reflete bem como a ambição pelo poder, conjugada com outros pecados, transtorna o comportamento de políticos “espertos” e “astutos”, levando-os a uma vida de engano e egoísmo desenfreado, na maioria das vezes com o aproveitamento pessoal do bem público. Necessitamos de sabedoria e discernimento, para penetrarmos a couraça de fingimento que é mostrada à sociedade. Necessitamos de uma conscientização de nossas responsabilidades, como cidadãos, para que estejamos cobrando, com o devido respeito, as responsabilidades de nossos governantes, conforme estipuladas nas Escrituras em Romanos 13. 

Nosso propósito, neste artigo, é estudar as ações de Absalão registradas no capítulo 15 de 2 Samuel, versos 1 a 12, identificando algumas peculiaridades de sua pessoa e caráter para que sirva de alerta à nossa percepção do mundo político e da busca pelo poder. Queremos verificar se essas características são reflexos da natureza humana submersa em pecado, e aprender que devemos resguardar nosso apoio irrestrito, a tais pessoas de intensa ambição. Devemos também agir responsavelmente como cidadãos cristãos, na medida do possível, para que as instituições que tais pessoas pretendem governar sejam também resguardadas. 

As Características de Absalão
Vejamos, 10 características do político astuto e matreiro que foi Absalão, conforme o relato que temos no capítulo 15 do Segundo livro de Samuel:


1. Ostentação e demonstração de poder. No verso 1, lemos: “Depois disto, Absalão fez aparelhar para si um carro e cavalos e cinqüenta homens que corressem adiante dele”. No capítulos 13 e 14 lemos como Absalão ficou foragido, após assassinar seu irmão. Aparentemente, Davi tinha grande amor por Absalão e, após três anos dos acontecimentos que culminaram no assassinato e fuga, Davi o recebe de volta. Absalão era famoso. Em 2 Sm 14.25 lemos que ele era “celebrado” por suas qualidades físicas invejáveis e impecáveis. Possivelmente tudo isso havia “subido à cabeça”. Em vez de assumir uma postura de humildade e contrição, em seu retorno, o texto nos diz que ele trafegava em uma carruagem com cavalos. Semelhantemente a tantos políticos contemporâneos ele se deleitava na ostentação e na demonstração de poder. Nesse sentido, formou um extraordinário séquito de “batedores” – cinqüenta homens que corriam “adiante dele”. Certamente tudo isso contribuía para chamar ainda mais atenção, para a sua pessoa, e ia se encaixando nos planos que possuía, para a tomada do poder. Vamos ter cuidado com aqueles que buscam a ostentação e a demonstração do poder que já possuem, pois irão aspirar sempre mais e mais, às custas de nossa liberdade.

2. Comunicação convincente. O verso 2, diz: “Levantando-se Absalão pela manhã, parava à entrada da porta; e a todo homem que tinha alguma demanda para vir ao rei a juízo, o chamava Absalão a si e lhe dizia: De que cidade és tu? Ele respondia: De tal tribo de Israel é teu servo...”. Parece que Absalão não era preguiçoso. Levantava-se cedo e já estava na entrada da cidade, falando com as pessoas. Possivelmente tinha facilidade de comunicação, de “puxar conversa”. Identificava aqueles que tinham necessidades, aqueles que procuravam acertar alguma disputa e logo entrava em conversação com eles. Certamente essa é uma das características que nunca falta aos que aspiram o poder. Devemos olhar além da forma – devemos atentar para o conteúdo e a substância, procurando discernir os motivos do comunicador.

3. Mentira. O verso 3 mostra que Absalão era mentiroso. Era isso que Absalão comunicava àqueles com os quais ele conversava, com os que tinham demandas judiciais a serem resolvidas: “Então, Absalão lhe dizia: Olha, a tua causa é boa e reta, porém não tens quem te ouça da parte do rei”. Descaradamente ele minava a atuação, autoridade e função do rei Davi, seu pai. Com a “cara mais limpa”, como muitos políticos com os quais convivemos, passava uma falsidade como se fosse verdade. Certamente existia quem ouvisse as pessoas, em suas demandas. Certamente, nem toda causa era “boa e reta”, mas Absalão não estava preocupado com isso, nem com a verdade. Ele tinha os seus olhos postos em situação mais remota. Ele queria o poder a qualquer preço. Para isso não importava se ele tinha que atropelar até mesmo o seu pai. Não sejamos crédulos às afirmações inconseqüentes, às generalizações mentirosas de tantos que aspiram o poder.

4. Ambição e engano. O verso 4, confirma a linha de ação adotada por Absalão, na trilha da decepção: “Dizia mais Absalão: Ah! Quem me dera ser juiz na terra, para que viesse a mim todo homem que tivesse demanda ou questão, para que lhe fizesse justiça!” Será que realmente acreditamos que o malévolo Absalão estava mesmo preocupado com o julgamento reto das questões? Será que ele tinha verdadeira “sede e fome de justiça”? A afirmação demonstra, em primeiro lugar que a sua ambição era bem real – ele queria ser “juiz na terra” – posição maior que era ocupada pelo rei seu pai. Quanto à questão de “fazer justiça” – será que realmente podemos acreditar? Certamente com a demonstração de impiedade e injustiça que retratou posteriormente, quando ocupou o poder, mostra que isso era ledo engano aos incautos. Quantas pessoas terão sido iludidas por ele! Quantas o apoiaram porque acharam que ali estava a resposta a todas as suas preces e anseios – “finalmente, alguém para fazer justiça”! Como é fácil sermos iludidos e enganados em nossas necessidades! Não sejamos ingênuos para com promessas que não poderão ser cumpridas.

5. Bajulação. No verso 5, vemos como Absalão era mestre em adular aos que lhe interessavam: “Também, quando alguém se chegava para inclinar-se diante dele, ele estendia a mão, pegava-o e o beijava”. Que político charmoso! Estava prestes a receber um cumprimento, mas ele se antecipava! Com uma modéstia que era realmente falsa, como veríamos depois, ele fazia as honras para com o que chegava. Realmente era uma pessoa que sabia fazer com que os que o visitavam se sentissem importantes. Sempre gostamos de receber um elogio, de sermos bem tratados. Tenhamos a percepção de verificar quando existem interesses ocultos ou motivos noturnos por trás da cortesia aparente.

6. Furto de corações – O despertar de seguidores ferrenhos! O verso 6 fala literalmente dessa característica. Não, Absalão não violava sepulturas, nem estava interessado em transplantes de órgãos. Mas no sentido bem coloquial ele “roubava corações”: “Desta maneira fazia Absalão a todo o Israel que vinha ao rei para juízo e, assim, ele furtava o coração dos homens de Israel”. Com as ações descritas nos versos precedentes, Absalão angariava seguidores apaixonados por seu jeito de ser. Sua bandeira de justiça livre e abundante para todos, capturava o interesse, atenção e lealdade dos cidadãos de Israel. Não importava se havia um rei, legitimamente ungido pelo profeta de Deus. Aqui estava um pretendente ao poder que prometia coisas muito necessárias. Que era formoso de parecer. Que falava bem. O que mais poderiam as pessoas esperar de um governante? Será que alguém se preocupou em averiguar a sinceridade das palavras e das proposições? Será que alguém tentou aferir se as promessas proferidas eram possíveis de ser cumpridas? O alerta é para cada um de nós, também.

7. Falsa religiosidade – Os versos 7 a 9 registram: “Ao cabo de quatro anos, disse Absalão ao rei: Deixa-me ir a Hebrom cumprir o voto que fiz ao SENHOR, Porque, morando em Gesur, na Síria, fez o teu servo um voto, dizendo: Se o SENHOR me fizer tornar a Jerusalém, prestarei culto ao SENHOR”. É incrível como muitos políticos, mesmo desrespeitando os mais elementares princípios éticos, pretendem, em ocasiões oportunas, demonstrar religiosidade e devoção. No transcorrer do texto, vemos que tudo não passava de casuísmo, da parte de Absalão. Ele procurava costurar alianças. Procurava trafegar pela terra realizando os seus contatos, mas a fachada era a sua devoção religiosa. Pelo amor ao poder, antigos ateus declarados, se apresentaram como religiosos devotos. No campo evangélico deve haver uma grande conscientização de que existe uma significativa força eleitoral e política. Na busca pelo voto evangélico, muitos se declaram adoradores do Deus único e verdadeiro. Não nos prendamos às palavras, mas examinemos a vida e as obras de cada um, à luz das idéias que defendem. Vejamos também se as propostas apresentadas se abrigam ou contradizem os princípios da Palavra de Deus.

8. Conspiração – O verso 10, mostra que, finalmente, Absalão partiu para a conspiração aberta: “Enviou Absalão emissários secretos por todas as tribos de Israel, dizendo: Quando ouvirdes o som das trombetas, direis: Absalão é rei em Hebrom”. Insurgiu-se de vez contra o rei que havia sido ungido por Deus, para governar Israel. Não – ele não era um democrata que queria instalar uma república naquela terra. Valia-se de sua personalidade magnética, do seu poder de comunicação e das ações comentadas e registradas nos versos anteriores, para instalar um governo que seria não somente despótico, como opressor e abertamente imoral (2 Sm 16.22). Que Deus nos guarde dos políticos conspiradores, que desrespeitam as leis e autoridades e que são egoístas em sua essência.

9. Utilização de inocentes úteis – Leiamos o verso 11: “De Jerusalém foram com Absalão duzentos homens convidados, porém iam na sua simplicidade, porque nada sabiam daquele negócio”. Certamente essas duzentas pessoas, selecionadas a dedo, eram pessoas importantes e influentes. Certamente transmitiram a impressão que havia um apoio intenso e uniforme às pretensões de Absalão. Vemos que não é de hoje que as pessoas participam de uma causa sem a mínima noção de todas as implicações que se abrigam sob o apoio prestado. Devemos procurar pesquisar e estarmos informados sobre as causas públicas e sobre as questões que afetam a nossa vida e a da nossa nação. Nunca devemos permitir que sejamos utilizados como “inocente úteis” em qualquer causa, como foram aqueles “convidados” de Absalão.

10. Populismo – O verso 12 registra: “Também Absalão mandou vir Aitofel, o gilonita, do conselho de Davi, da sua cidade de Gilo; enquanto ele oferecia os seus sacrifícios, tornou-se poderosa a conspirata, e crescia em número o povo que tomava o partido de Absalão”. Vemos que, saindo do estágio secreto, a campanha ganhou as ruas e ganhou intensa popularidade, ao ponto em que um mensageiro chegou a dizer a David (v. 13) “o coração de todo Israel segue a Absalão”. Um dos ditos populares mais falsos é: “a voz do povo é a voz de Deus”. Não nos enganemos – muitas questões são intensamente populares, mas totalmente contrárias aos princípios da Palavra. Assim é também com as pessoas – a popularidade não é um selo de aprovação quanto ao comportamento ético e justo. Democracia (a regência pela maioria do povo) não é uma forma de se estabelecer o que é certo e o que é errado, mas uma maneira administrativa de se reger o governo sob princípios absolutos que não devem ser manipulados pela maioria, ou por minorias que se insurgem contra esses preceitos de justiça. Como cristãos, devemos ter uma visão muito clara dos princípios eternos de justiça, ética e propriedade revelados por Deus em Sua Palavra.

Conclusão
A história de Absalão que se iniciou no capítulo 13, continua até o capítulo 18. Absalão sempre gravitou próximo ao poder, mas aspirava o poder absoluto. Para isso, fez campanha, conspirou e lutou contra o seu próprio pai. Aparentemente esse político astuto foi bem sucedido. Foi alçado ao poder e lá se consolidou perseguindo e aniquilando os seus inimigos, entre os quais classificou o seu pai Davi, a quem tentou, igualmente, matar. Ocorre que os planos de Deus eram outros. Seu conturbado reinado foi de curta duração. Causou muita tristeza, operou muita injustiça e terminou seus dias enganchado pelos cabelos em uma árvore, enquanto fugia, e foi morto a flechadas.


Parece que vivemos permanentemente em campanha eleitoral, em nossa terra. A política, naturalmente, desperta fortes paixões, interesses e defesas. Muitos políticos, em sua busca pelo poder, passam a demonstrar muitas características demonstradas na vida de Absalão. É natural que alguém que almeja um cargo de liderança qualquer, possua um comprometimento intenso às suas idéias e objetivos. Os partidários, também submergem nesse mesmo espírito de luta. O problema vem quando a paixão, quer pelo líder, quer pelo poder, leva à cegueira moral, como na vida de Absalão. Nesse caso, desaparece a ética e princípios são atropelados. Os partidários, às vezes até sem perceberem, são sugados e manipulados. Em muitas ocasiões verificam que se encontram em uma posição de defender até o que não acreditam.


O cristão tem que se esforçar para ter uma consciência e vida tranqüila e serena perante Deus e perante os homens. Ele tem que se conscientizar que a sua lealdade é primordialmente para com Deus, para com a Sua Palavra objetiva, para com a causa do evangelho. Participação política consciente não significa lealdade inconseqüente. Na maioria das vezes o cristão verificará que se apoia esse ou aquele candidato, assim o faz não porque ele é o ideal e defensável em qualquer situação, mas porque representa o menor dos males, entre as escolhas que lhes são apresentadas. Sobretudo ele não pode se deixar manipular, como no caso dos seguidores de Absalão. Devemos, sempre, com respeito, apontar o desrespeito aos princípios encontrados nas Escrituras, por aqueles sobre os quais Deus colocou a responsabilidade de liderar o governo e as instituições de nosso país, lembrando 1 Tm 2.1-8, intercedendo sempre por eles em oração.

O testemunho cristão de Paul Walker

O ator Paul Walker, 40, ficou famoso mundialmente pelos filmes da franquia “Velozes e furiosos”. Ele morreu neste sábado (30), após o Porshe onde ele estava ter sofrido um acidente, o carro bateu em um poste e pegou fogo.
O assunto foi um dos mais comentados nas redes sociais durante o final de semana. Entre os muitos comentários, estavam trechos de uma entrevista que ele concedeu à revista GQ em agosto. Nela, ele conta que passava por uma fase de “reavaliação” da vida e pretendia mudar o ritmo depois dos 40 anos para dedicar mais tempo à sua filha Meadow, 16, que vivia com ele.
Walker também queria se envolver mais com sua própria fundação, a Reach Out Worldwide, criada em 2010 para ajudar pessoas afetadas por catástrofes naturais. O último evento da Reach Out foi nesta semana, arrecadando dinheiro para as vítimas do tufão Haiyan, nas Filipinas.
Também durante a conversa com a GQ ele contou que foi criado em uma família mórmon, mas frequentou uma escola de ensino médio protestante, o que lhe influenciou muito. Embora circule na internet uma declaração atribuída ao ator Stephen Baldwin que Walker teria aceitado Jesus antes de morrer, não há uma fonte confiável para atestar isso.
Por outro lado, o influente site Christian Post resgatou uma declaração da biografia oficial de Walker no IMDB: “Eu sou um cristão agora. As coisas que me deixaram louco enquanto eu crescia é como todo mundo fica procurando os erros das religiões diferentes da sua. As únicas pessoas que não entendo são os ateus. Eu pratico surfe e snowboard, estou sempre por perto da natureza. Olho para tudo isso e penso: ‘Quem pode acreditar que não existe um Deus? Tudo isso é um engano?’ Isso só me deixa chocado”.

01/12/2013

Diga ao povo que marche - A ordem é seguir em frente - Ap. Milton MRabayoli

Querem o milagre, mas não querem o Senhor do Milagre

 E, embora tivesse feito tantos sinais na sua presença, não creram Nele, para se cumprir a palavra do profeta Isaías, que diz: Senhor, quem creu em nossa pregação? E a quem foi revelado o braço do Senhor? (João 12.37,38)
Jesus operou inúmeros milagres, maravilhas e prodígios todos os dias. Curou enfermos, expulsou demônios, fez cegos enxergarem, aleijados andarem, multiplicou pães e peixes, ressuscitou mortos, perdoou pecados, mas, quando pregava, poucos acreditavam Nele, poucos aceitavam que Ele fosse o Messias esperado. Apesar de verem o que jamais viram, milagres nunca antes realizados, se recusavam a aceitar os seus ensinamentos, a praticar a obediência e a fé. Se recusavam a crer que Ele era o Filho de Deus.
Jesus Cristo tinha ciência disso, pois Deus usara o profeta Isaías para alertar sobre este fato, e isto, Deus o fez setecentos anos antes da vinda do Messias.
Assim somos nós que, inúmeras vez fomos abençoados, tivemos livramentos, curas e mesmo assim, não queremos nos curvar aos mandamentos do Senhor, gostamos de questionar, não aceitamos e não cremos na verdade, queremos apenas os milagres. "Por isso, não podiam crer, porque Isaías disse ainda." (João 12.39).
Deus nos conhece muito bem, nos conhece melhor do que nós mesmos. Há mais de sete décadas, antes de enviar seu Filho, já sabia que o povo não creria, e ainda o matariam.
Nos dias de hoje, pessoas descrentes lotam igrejas, em busca de bênçãos, curas e milagres, participam de todas as campanhas existentes, querem apenas as bençãos, infelizmente não querem o abençoador. Falsos pastores, líderes de igrejas grandes e pequenas, por serem inescrupulosos, aproveitam destes incautos, oferecem e vendem campanhas, milagres e bênçãos, só que estas duas últimas, não podem entregar.
"Cegou-lhes os olhos e endureceu-lhes o coração, para que não vejam com os olhos, nem entendam com o coração, e se convertam, e sejam por mim curados." (João 12.40)
Estas pessoas estão cegas, pois, não veem o Senhor como o Deus do impossível, o Criador. Se vissem, não buscariam o milagre, mas sim conhecerem e prosseguirem no conhecimento do nosso Deus, pois quando estamos unidos à Ele, todas as bênçãos virão sobre nós. Não é necessário correr atrás das bençãos, pois, antes mesmo de percebermos que precisamos de algo, já o teremos recebido, pois o nosso Deus, o nosso Pai, cuida de tudo por nós.
Quando buscamos apenas a cura, não a recebemos, pois, é necessário, que aquele que se aproxima de Deus creia que Ele existe e é abençoador. Primeiramente, é preciso crer Nele e não tentar negociar, nem comprar as bênçãos.
"Isto disse Isaías porque viu a glória Dele e falou a seu respeito." (João 12.41). Isaías viu a Gloria de Deus; o Senhor se revelou à Ele. Jesus Cristo, disse a Isaías tudo o que iria acontecer, e o tratamento que receberia deste povo ingrato e incrédulo que se chama pelo seu nome. A incredulidade do povo e a hipocrisia, não são novidades para o Senhor. Somos seres inteligentes, podemos usar nossa inteligência e buscar o abençoador, deixando de tentar comprar bençãos, pois, o nosso Deus não é corrupto.
"Contudo, muitos dentre as próprias autoridades creram Nele, mas, por causa dos fariseus, não o confessavam, para não serem expulsos da sinagoga." (João 12.42)
Por temer mais o homem, ou a autoridade religiosa, não querer perder posição, não ser motivo de gracejo, de comentários, ou de perder a posição, muitas pessoas negam a fé no Senhor. Até creem, mas, com medo de serem marginalizados, preferem somente confessar como muitos, falando em nome de Deus, mas suas obras dizem o contrário. Muitas pessoas tem vergonha de falar, assumir que não mais lutarão com armas mundanas, mas que usarão as espirituais, ou seja, irão simplesmente entregar suas vidas ao Senhor, e viverem segundo os seus preceitos, sabendo que no final receberão a vitória. Porém, não fazem isto por medo das críticas, e, portanto não recebem a cura na saúde, na vida financeira, sentimental, familiar e outras, pois amaram mais o mundo do que a Deus.
"Porque amaram mais a glória dos homens do que a gloria de Deus." (João 12:43)

Postagens populares

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Ao redor do mundo...

♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥

MENSAGENS DO MILTON RABAYOLI

FIQUE A VONTADE... SINTA-SE COMO SE ESTIVESSE EM SEU PRÓPRIO BLOG...

♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ E VOLTE SEMPRE! ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥

♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥