18/02/2010

LUTO E PROTESTO: Ana Rita Pegoretti

Hoje, dia 17 de fevereiro de 2010, quarta feira, a cidade de Vitória, ES, mostrou mais uma vez a verdade nua e crua no que diz respeito a segurança. Em plena quarta feira de cinzas, quando a sociedade começa a voltar a rotina de trabalho, após três dias da folia do carnaval, a minha amiga de 56 anos, a senhora Ana Rita Pegoretti, comerciante, que trabalhava a mais de vinte anos na avenida Marechal Campos, em Vitória, ES, estava em seu estabelecimento comercial, onde honestamente ganhava seu dinheiro honestamente, quando o ladrão ( vou repetir, o ladrão) Lucas Ramos do Espírito Santo (veja o sobrenome do meliante), de 18 anos, que havia acabado de assaltar uma farmácia localizada próxima ao estabelecimento da senhora Ana Rita Pegoretti.

Logo depois de sair da drogaria, o assaltante foi perseguido por populares, por aproximadamente dez pessoas que tentaram render o bandido. O jovem sacou o revólver calibre 38 e efetuou o tiro para afastar os populares. Dona Ana Rita estava a mais de 20 metros de distância, do outro lado da Avenida Marechal Campos, e dentro do estabelecimento dela, quando foi atingida no lado esquerdo do peito, segundo testemunhas.

O curioso é que o local do assalto fica a cerca de duzentos metros da DPJ de Vitória, local onde a segurança deveria ser maior por causa da proximidade da DPJ Central.

Mas infelizmente, isso não foi suficiente para impedir esse triste fato, um duplo crime, que tirou a vida desta senhora trabalhadora, falta essa que jamais será preenchida no seio da família e amigos que estão enlutados.

Me pergunto quantos mais morrerão por causa da falta de policiamento e insegurança em nossa cidade? Quantos mais terão de serem martirizados até que as autoridades, tantos federais,quanto estaduais e municipais acabem de uma vez com a insegurança em nossa cidade?

Pessoas trabalhadoras estão morrendo, enquanto elementos como esse sujeito que cometeu essa atrocidade estão ai livres pelas ruas, não só de minha cidade, mas em todo o país.

Já é hora na hora de repensarmos sobre essa questão e tomarmos medidas que venham por um basta nisso. Queremos andar com segurança pelas ruas das nossas cidades, o cidadão quer ir para o seu trabalho pela manhã certo de que terá o direito de retornar para o seu lar, onde a sua família aguarda pelo seu retorno vivo, e não por uma noticia de que aquele pai, aquela mãe,aquele filho que saiu ao trabalho não mais voltará para casa.

Estamos em um ano eleitoral, e vemos a verginha que os candidatos que levaram nossos votos estão nos causando, com seus roubos, suas propinas. Na verdade, em muitos casos, não estamos elegendo pessoas para representar o interesse da população diante do poder publico. Mas sim, estamos escolhendo os próximos nomes que farão vender jornais com noticias de roubos e desvios de verbas publicas.

A sociedade fica ai, a mercê da marginalidade, enquanto pessoas como a dina Dona Ana Rita morrem por causa da falha no sistema de segurança e por causa da incompetência das forças policias, que em alguns casos até tentam, mas não conseguem dar proteção a sociedade num todo. a

Quem agora teria coragem de ir até a família da dona Ana Rita pedir a eles votos? Ninguém, ninguém vai... mas logo eles aparecerão, pois daqui a pouco teremos o desprazer de sermos bombardeados pelos prospectos de publicidade eleitoral nas vias publicas, e os torturantes horários de propaganda política nos meios de comunicação.]

E lá veremos os “grandes defensores” da moral e dos bons costumes fazerem suas promessas que jamais cumprirão mesmos que sejam eleitos, e dando destaque a questão da segurança.... Não ducido nada que algum desses candidatos não prometa trazer a SWATT ou o agente Jack Bauer, da série 24 horas, para proteger o povo,caso sejam eleitos.

A dona Ana Rita é apenas mais uma das muitas vitimas que já se foram e não será a ultima... muitas pessoas ainda morrerão, em enquanto os senhores políticos estarão lá, enriquecendo as suas contas bancarias em paraísos fiscais.... Enquanto a policia tenta em vão agir com os parcos recursos que tem.... (isso quando age)

Não foi só a vida da dona Ana Rita que se finda aqui nesse trágico desfecho... mas morre mais um pouco da esperança dos cidadãos de nossa cidade em ter segurança ao menos para trabalhar... Morre mais um pouco do já escasso respeito que ainda temos pelas autoridades políticas que nada fazem para promover a segurança dos cidadãos...

Lembre-se da vida da dona Ana Rita, e de tantas outras vidas que já se foram, vitimas da insegurança e incapacidade das forças policiais no combate ao crime, quando você for escolher seu candidato... Principalmente se seu candidato já está lá no poder e nada fez para cumprir suas promessas feitas em campanha... nós ainda estamos aqui,mas amanhã os jornais poderão estar notificando nossos nomes como mais vitimas desse caos, que é a segurança, não só aqui em Vitoria, ES, mas em todas as cidades brasileiras.

Que dona Ana Rita Pegoretti descanse em paz, sua existência aqui fora luz para muitos... Que sua família receba consolo diante dessa perda... e que a justiça seja feita...


VEJA A MATÉRIA E A CARA DO ASSALTANTE CLICANDO   A Q U I .


MILTON RABAYOLI


08/02/2010

O CHAMADO DE ISAÍAS, O PROFETA MISSIONÁRIO

Isaías 6:1-8
“ 1 No ano da morte do rei Uzias, eu vi o Senhor assentado sobre um alto e sublime trono, e as abas de suas vestes enchiam o templo.
2 Serafins estavam por cima dele; cada um tinha seis asas: com duas cobria o rosto, com duas cobria os seus pés e com duas voava. 3 E clamavam uns para os outros, dizendo: Santo, santo, santo é o SENHOR dos Exércitos; toda a terra está cheia da sua glória.
4 As bases do limiar se moveram à voz do que clamava, e a casa se encheu de fumaça.
5 Então, disse eu: ai de mim! Estou perdido! Porque sou homem de lábios impuros, habito no meio de um povo de impuros lábios, e os meus olhos viram o Rei, o SENHOR dos Exércitos! 6 Então, um dos serafins voou para mim, trazendo na mão uma brasa viva, que tirara do altar com uma tenaz; 7 com a brasa tocou a minha boca e disse: Eis que ela tocou os teus lábios; a tua iniqüidade foi tirada, e perdoado, o teu pecado. 8 Depois disto, ouvi a voz do Senhor, que dizia: A quem enviarei, e quem há de ir por nós? Disse eu: eis-me aqui, envia-me a mim.” (Isaías 6:1-8 RA)

1. Introdução

Os dias de Israel, na época de Isaías, não eram dias fáceis. Um sentimento de desgosto nacional existia no coração do povo. No campo da espiritualidade as pessoas estavam distante de Deus. Eles faziam sacrifícios profanos em lugares que antes eram dedicados a Deus. Eram tempos de insegurança e de incerteza quanto ao futuro da nação. Cidades estavam desoladas, campos estavam destruídos, o trono estava vazio, o orgulho de ser um judeu e de se morar na nação israelita estava ferido.

Os cultos religiosos oferecidos nos templos não eram mais aceitos por Deus. não se tratava mais de adoração sincera à Deus, mas sim, de uma prática religiosa mecânica, fria, sem vida, uma religiosidade falsa e hipócrita.

Em tempos assim, Deus levanta vozes proféticas, homens e mulheres que se transportam a sua mensagem para o povo. E de repente no meio daquela multidão marcada pelas dores e sofrimentos surge uma voz profética que clamava: (Is. 1:4-5) “4Ai desse povo mau,essa gente cheia de pecados!Todos são ruins, todos são perversos. Eles abandonaram o Senhor, rejeitaram o Santo Deus de Israel e viraram as costas para ele. 5Por que vocês continuam a pecar? Será que querem receber mais castigos?”.

As palavras de Isaías, cuidadosamente escolhidas por Deus, voavam como flechas velozes a encontrar o seu alvo. Em meio a multidão muitos esforçavam-se para ouvir. Outros fechavam os seus punhos e murmuravam. Outros baixavam as suas cabeças e choravam silenciosamente. Para uns a palavra profética do Senhor era um instrumento de conserto e restauração, para outros um instrumento de condenação e justiça.

Em tempos de Crise, Deus sempre desperta a Igreja para anunciar sua mensagem para todos aqueles que estão distantes de seu amor e misericórdia. A tarefa de um profeta, é solitária, porque Deus o desperta para falar e anunciar a respeito de verdades que confrontam a situação espiritual de muitas pessoas.

Mas, é nesse tempo de crise que Deus dá ao profeta Isaías uma grande visão. Gostaria de examinar esta visão e tirar algumas lições práticas

2. Desenvolvimento

O que observamos na visão de Isaías?

2.1 Isaías vê um trono eterno que nunca ficará vazio

• “ 1 No ano da morte do rei Uzias, (Uma visão da glória, soberania e majestade de Deus num trono de glória eterna) eu vi o Senhor assentado sobre um alto e sublime trono,…”.

A visão de Isaias 6, veio no “…no ano da morte do rei Uzias…”. Embora Uzias tivesse sido um bom rei para o povo, construindo um reinado longo e próspero, muitas pessoas em seu reino, haviam se afastado de Deus.

Portanto, agora o trono estava vazio. E isto causava desesperança e insegurança, pois pessoas poderiam lutar e se matar por uma disputa pelo poder. Imagine comigo as conseqüências de um trono sem um rei.

Mas, é naquele momento, que o profeta vê numa visão um trono que nunca ficará vazio. Em um momento de incerteza, Deus dá uma certeza a Isaias. No cap. 6:1, Isaías diz: “…Eu vi o Senhor assentado sobre um alto e sublime trono…”. Um trono estava vazio na terra de Israel, mas Deus mostra que o trono celestial, majestoso e eterno do Senhor nunca ficará vazio.

A visão do trono de Deus acalma e alegra o coração do profeta Isaías. No meio de tanta inquietação e agitação Isaias declara: “eu vi o Senhor…”.

Estamos numa época de crises políticas, com gente que sofre com o desemprego, com a pobreza, com as crises que atingem as famílias. Eu sei que você tem muitos problemas grandes em sua vida. Há poucos dias atrás, um pai chorava copiosamente, ao perder seu filho num tiroteio, e não conseguia entender o porque de tudo isso. Mas lembre-se irmão: Deus está no seu trono. Isto quer dizer que Ele é quem esta no comando de tudo, Ele é quem governa e dirige tudo. Acalme-se, O Senhor está em seu trono. E a sua glória e poder são maiores que seus problemas e crises.



2.2 Isaías vê a presença do Senhor sobre a Igreja.

• Verso 1 “… e as abas de suas vestes enchiam o templo…”.

Nesta visão do Senhor em seu trono, Isaías tem uma grande prova de que Deus esta ao seu lado, proporcionando sua proteção. Isaías vê que “…as abas de suas vestes enchiam o templo…”.

A visão das vestes do Senhor sobre o templo, comprovam que Deus esta presente com sua glória dentro da Igreja. Apesar da Igreja viver num mundo corrompido pelo pecado, apesar do povo de Deus enfrentar aflições e lutas difíceis, a presença poderosa do Senhor enche o templo. Quando Isaías vê isto ele se acalma e tem a certeza que mesmo vivendo no meio de um caos e desordem, a proteção e a presença do Senhor estavam sobre sua vida.

No livro de Atos, vemos que a Igreja do Senhor era perseguida. Eles não podiam nem sequer se reunir em templos. Mas a Bíblia diz que o Senhor acrescentava a cada dia, aqueles que iam sendo salvos. Isto acontecia porque Deus estava presente naquela Igreja, todos os dias.

Nós podemos ter a certeza, desta presença viva e constante do Senhor em nossas vidas, em todas as épocas e momentos. Lembre-se da promessa do Senhor Jesus: “…E eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século.” (Mateus 21:20)

2.3 Isaías tem uma visão da santidade do Senhor.

• “2 Serafins estavam por cima dele; cada um tinha seis asas: com duas cobria o rosto, com duas cobria os seus pés e com duas voava. 3 E clamavam uns para os outros, dizendo: Santo, santo, santo é o SENHOR dos Exércitos; toda a terra está cheia da sua glória.”

Em certo momento da visão, Isaias passa a ver serafins ou anjos. Existem detalhes importantes aqui. Estes serafins cobrem os seus rostos e pés. Eles fazem isto por causa da santidade do Senhor, da glória de Deus que estava naquele lugar. Eles cobrem seus corpos em sinal de temor e respeito diante da presença do Senhor. Quanta gente não tem nenhum respeito e reverencia na presença do Senhor!

Mas, estes serafins estão constantemente adorando ao Senhor dizendo: “santo, santo, santo é o Senhor dos exércitos, toda a terra está cheia da sua glória…”. (verso 3). Estes serafins declaram a santidade do Senhor.

Em uma época de decadência espiritual e moral era importante que Isaías visse Deus em toda a sua santidade. E assim também que veremos o Senhor um dia. Ver Deus em sua santidade, motiva o profeta a anunciar a mensagem do Senhor.

Nós também precisamos descobrir a santidade do Senhor. Nossas lutas diárias, ao lado das pressões sociais e de nossas fraquezas, estreitam a visão que temos do Senhor. O Senhor é santo para todo sempre.

Ele também diz: “Sede santos”. Vivemos num mundo profano, mas somos um povo santo separado para o Senhor. Somos a luz do mundo, somos o sal da terra.

Há uma frase que tem impactado o Brasil afora: “NÃO SOU MAIS UM PECADOR LUTANDO PARA SER SANTO. SOU UM SANTO LUTANDO CONTRA O PECADO!”

2.4 Uma grande conclusão: A convicção de pecado.

• “5 Então, disse eu: ai de mim! Estou perdido! Porque sou homem de lábios impuros, habito no meio de um povo de impuros lábios, e os meus olhos viram o Rei, o SENHOR dos Exércitos! 6 Então, um dos serafins voou para mim, trazendo na mão uma brasa viva, que tirara do altar com uma tenaz; 7 com a brasa tocou a minha boca e disse: Eis que ela tocou os teus lábios; a tua iniqüidade foi tirada, e perdoado, o teu pecado. 8 Depois disto, ouvi a voz do Senhor, que dizia: A quem enviarei, e quem há de ir por nós? Disse eu: eis-me aqui, envia-me a mim.” (Isaías 6:1-8 RA)

Muitas vezes, cantamos aqui na Igreja: “… eu vejo a glória do Senhor hoje aqui, a sua glória o seu poder sobre mim”. Muita que canta isso, mas não esta vendo ou sentindo a glória do Senhor. Às vezes, as pessoas vivem e cantam o que não estão experimentando. Cantamos por achar bonito. Quando um homem vê a glória, não é mais o mesmo.

Isaías viu a glória de Deus, e diante dessa experiência ele cai em si e diz: “5 ….Ai de mim, Estou perdido! Porque sou homem de lábios impuros…. os meus olhos viram o Rei, o Senhor dos exércitos!” Ao ver a glória de Deus, Isaias tem consciência do quanto era pecador, e clamou pela misericórdia de Deus, a ao mesmo tempo agradeceu a Deus por ter tido o privilégio de ver o que poucos mortais puderam ver com seus olhos. Ao ver a glória de Deus nós reconhecemos que somos pecadores e precisamos da misericórdia do Senhor.

Depois que Isaías reconhece o seu pecado e sua necessidade do perdão purificador de Deus, um serafim vem com uma brasa. Aquele anjo toca a boca de Isaias com aquela brasa. Esta brasa nos lembra do fogo purificador do Espírito Santo. Em números 31:23, Deus diz: “…tudo o que pode suportar o fogo fareis passar pelo fogo, para que fique limpo….”. O fogo é purificador.

O anjo diz ao profeta: “Eis que a brasa tocou os teus lábios, e a tua iniquidade foi tirada, e purificado o teu pecado”(verso 7) O que vemos aqui, é Deus vir ao encontro do pecador e purificado com sua graça e o sangue do seu filho Jesus Cristo. Deus veio um dia ao seu encontro, tocou tua vida, tua iniqüidade foi tirada, e purificado o teu pecado. E por isso que devemos pedir: “Senhor, me purifica de todo pecado…”.

3. Conclusão

A experiência de Isaías é tremendamente maravilhosa: 1) Ele vê a glória de Deus, 2)reconhece sua condição e então 3) é purificado do seu pecado.

Depois de tudo isso, Ele ouve a voz de Deus lhe perguntar: “Isaias, a quem enviarei, e quem há de ir por nós?” (verso 8). O que eu observo aqui, é que Deus preparou Isaias para ser um vaso usado por Deus. Então meu irmão, Deus nos prepara antes de nos enviar.

Diante do apelo do Senhor, Isaías diz: “Senhor, eis-me aqui, envia-me a mim”. Antes de ir para falar aos que o rodeavam sobre a mensagem de Deus, Isaías foi purificado, confessou seus pecados, submeteu-se ao controle do Senhor.

Que neste momento, você também possa se colocar diante do Senhor e dizer: Senhor, abre os meus olhos, como fizeste com Isaias, para que eu possa ver a tua glória. Senhor, eu preciso do teu perdão. Me purifica de meus pecados. Pai, eu coloco a minha vida em tuas mãos. Eis-me aqui!



19/01/2010

DOUTRINA DA EVIDÊNCIA DO BATISMO NO ESPÍRITO SANTO


1. A Recepção do Batismo no Livro de Atos

SINAIS EM ATOS DOS APÓSTILOS
Som de vento - capítulo 2
Línguas de fogo - capítulo 2


Falar em línguas - capítulos 2,10 e 19
Imposição de mãos - capítulos 8 e 19

Espírito recebido após a conversão - capítulos 2 e 8
Espírito recebido na conversão - capítulos 10 e 19


Oração - capítulos 2 e 8
Vê-se que não há UM SINAL específico, único.


O grande SINAL é a vida transformada.


2. Relatos de recebimento do Espírito Santo, sem a menção de que falaram em línguas.
Há 9 passagens no livro de Atos que tratam sobre pessoas “cheias” do Espírito Santo, mas nenhuma delas fala do dom de línguas:
4:8 - Pedro perante o Sinédrio
4:31 - Igreja em oração pela libertação de Pedro
6:3 - Escolha dos diáconos
6:5 - Descrição de Estêvão
7:55 - Estêvão perante os líderes judaicos
9:17 - Imposição de mãos sobre Paulo
11:24 - Descrição de Barnabé
13.9 - Paulo perante Elimas
13:52 - Relato sobre os discípulos


3. O SINAL DO BATISMO NO ESPÍRITO SANTO
No Novo Testamento, a evidência do recebimento do Espírito não reside no fenômeno extático exterior, passível de enganosa imitação, mas na conversão do homem a Jesus Cristo, com seus respectivos frutos (Gálatas 5:22-26).
Quando ocorreu o dom de línguas no NT ele era como um sinal dentre outros. Este dom não veio como conseqüência de uma busca determinada, mas como surpresa (Atos 10:45). O dom não era esperado, exigido nem procurado como fazem os pentecostais hoje.
Nosso máximo exemplo – Jesus – em nenhum momento do Seu ministério falou em “línguas estranhas” para provar que era cheio do Espírito.
O verdadeiro “sinal” da plenitude do Espírito na vida do crente é:
Atos 2:42-47; 4:32-37 - Desprendimento, amor, comunhão, zelo pela obra do Senhor.
Romanos 5:5-6 - Amor a Deus e a Seus filhos
1João 5:2-3 - Obediência


O DOM DE LÍNGUAS E SUA NATUREZA


ATOS 2
O Espírito Santo foi derramado no Pentecoste, e não antes, porque o ministério do Espírito não havia ainda sido iniciado (João 7:39; Atos 2:33). O ministério do Espírito só iniciou após a glorificação de Jesus como Vencedor sobre a morte.
Pedro estava naquela ocasião em um momento especial para a disseminação do Evangelho. Estavam em Jerusalém milhares de judeus vindos de diversas partes do mundo (v. 5), e aquela seria a ocasião propicia para falar de Jesus para eles. Mas como isso ocorreria? Eles falavam diferentes idiomas (vv. 6-11).
Deus, então, dotou o apóstolo da capacidade sobrenatural de pregar o evangelho de uma maneira que todos os diferentes grupos lingüísticos compreendessem e pudessem aceitar a mensagem. E foi o que aconteceu.
Pedro pregou e cada pessoa ali presente o ouviu falar em sua própria língua, ou seja, o dom concedido em Atos 2 não foi uma “língua estranha” ou “língua dos anjos”, incompreensível. Mas foi, sim, a capacidade de falar no idioma da pessoa que estava necessitando da mensagem de salvação. E qual foi o resultado? Veja no verso 41.


ATOS  10
Deus já havia concedido a Pedro uma revelação sobre o preconceito religioso que ainda estava presente no coração dos judeus, inclusive dele próprio (Atos 10:9-16, 28).
Após receber a visita de pessoas enviadas por Cornélio, Pedro vai ter com ele, porém leva “alguns irmãos”, para servirem de testemunha da conversão do militar gentio (v. 23).
Ao chegarem lá, Pedro compreende o significado da visão sobre o lençol, pois ele percebeu que a mensagem do evangelho deveria alcançar todas as pessoas, de todas as nações, independentemente de raças (vv. 28 e 34).
Após Pedro pregar sobre Jesus e confirmar a conversão do centurião, o Espírito desce sobre os que ouviam o apóstolo, deixando os discípulos judeus “admirados” (v. 44-45), pois viam Cornélio e outros falando em línguas, “engrandecendo a Deus” (v. 46). Imediatamente eles reconheceram que ali estavam pessoas féis a Deus, e concluíram a festa com o batismo de Cornélio nas águas.
O dom de línguas aqui serviu para quebrar o preconceito que os judeus tinham sobre a aceitação de gentios no Reino de Deus. Tanto é assim, que a Igreja da Judéia ficou querendo mais informações sobre o ocorrido (11:1-18), e Pedro teve a oportunidade de testemunhar do que ele havia visto com seus próprios olhos.
Como militar romano, Cornélio também poderia usar o dom de falar em outros idiomas para difundir a mensagem do evangelho em suas viagens pelo Império.


ATOS 19
Paulo faz um breve questionamento aos discípulos que encontrou em Éfeso, e percebe que eles receberam um batismo “pobre”, pois não possuíam nenhum conhecimento sobre o Espírito Santo (vv. 1-3).
Paulo os orienta, acrescentando o ensino verdadeiro sobre a salvação em Jesus Cristo, e eles recebem o batismo no Espírito Santo, com a manifestação do dom de falar em línguas (v. 6).
Assim como no caso de Cornélio, o dom serviu para ajudar aqueles discípulos a pregarem o evangelho naquela cidade, conhecida pela importância do seu porto, e pela grande passagem de pessoas de todas as regiões, e de outras nações também.
“Foram então batizados em nome de Jesus; e impondo-lhes Paulo as mãos, receberam também o batismo no Espírito Santo que os capacitou a falar as línguas de outras nações, e a profetizarem”. - Atos dos Apóstolos , p. 283.


1 CORÍNTIOS 14
Em Coríntios, a língua não era “estranha”, mas um dom legítimo que precisava ser orientado.
O que é um dom? - Capacitação natural, dada por Deus aos salvos, para um objetivo útil da Igreja.
O que é um talento? - Capacitação natural, recebida por herança ou adquirida por treinamento, podendo ser usado dentro ou fora da Igreja.
Os dons SEMPRE são concedidos pelo Espírito com um fim “proveitoso” para a Igreja (1Co 12:7; 1Co 14:12, 19). Portanto, o objetivo principal da concessão do dom é EDIFICAR, INSTRUIR e ORIENTAR a Igreja de Deus (Efésios 4:11-13).
No caso do dom de línguas, a condição para que ele seja útil é que possa ser COMPREENDIDO (1Co 14:6-11). Para a evangelização e edificação é necessário que os “sons” sejam compreensíveis.
Como é dito que, embora o que fala em línguas não seja entendido por ninguém, mas é dito que o que fala em outra língua se edifica a si mesmo, e que só pode haver edificação se houver entendimento, conclui-se que o que fala em línguas, fala uma língua estrangeira, porque os que falam as “línguas estranhas” atuais dizem sempre que não sabem o que estão falando. Já que o que fala se edifica (1Co 14:1-4), e portanto entende o que fala, então ele certamente fala em um idioma estrangeiro.
O que ocorre em 1Co 14 é o mesmo dom de Atos 2. O que estava havendo de errado era a desordem com que acontecia o dom, e a irreverência que isto causava ao culto. Por isso Paulo orienta a organização do dom (vv. 26-33, 39-40).
Os pentecostais dizem que o dom de línguas é uma “prova” perante a igreja de que determinado irmão foi “batizado” com o Espírito Santo. Neste caso, o dom seria um sinal para os crentes, o que está totalmente em desarmonia com o que Paulo afirma no verso 22.
Paulo também estava interessado em desvincular o culto cristão com o culto a deusa Cibele, que era realizado em Corinto, e que era caracterizado por grandes demonstrações de êxtase e transes.


ESTUDO DO TERMO GREGO USADO PARA “LÍNGUAS”
A palavra grega utilizada para “línguas” é glossa (GLOSSA). Em inúmeras passagens do Novo Testamento, esta palavra (ou suas variações) SEMPRE está vinculada ao idioma falado pelas pessoas e nações.
Vejamos alguns dos versículos onde esta palavra ocorre:
Lucas 1:64 Atos 10:46 1Ped. 3:10; Atos 2:26 Atos 19:6 Apoc. 13:7; Rom. 14:11 Rom. 3:13 Apoc. 14:6; 16:10Filip. 2:11 1Cor. 12:10, 28, 30 1Jo 3:18; Tiago 3:5-6 1Cor. 13:1 Marcos 7:33, 35; Atos 2:3-4 1Cor. 14:5-6 1Cor. 14:9; 1Cor. 13:8 1Cor. 14:18, 23, 39 Apoc. 5:9; 1Cor. 14:22 Apoc. 10:11 Apoc. 7:9; 11:9 Apoc. 17:15 Lucas 16:24 Atos 2:4, 11; Marcos 16:17; 1Cor. 14:2, 4, 13-14, 19, 26-27; Tiago 1:26; 3:8
Observe, especialmente, os que estão em destaque .


CONCLUSÃO
Não resta dúvidas, CONFORME O TEXTO BÍBLICO, de que o dom de línguas é uma manifestação sobrenatural para o crente falar em OUTRO IDIOMA ESTRANGEIRO, diferente do seu, para o qual ele não teve qualquer treinamento, com o ÚNICO objetivo de fazer avançar a pregação do evangelho, levando a Igreja de Deus a ser edificada e reconhecida.

02/01/2010

a crente carola - com letra minúscula


Sua presença nas reuniões cristãs é totalmente perceptível, quase impossível passar despercebida, embora ela alegue que não está ali para “se aparecer’ ou “fazer fama”. Segundo ela, sua presença ali é para louvar a Deus.
Sua aparência é impecável, demonstrando fortemente sua externa religiosidade, através de suas roupas “supostamente” decentes. Suas vestimentas poderiam ser comparadas à fardas militares, pois são ostentadas como se fossem uniformes de “entrar no céu”. É como se quem não as usasse estivesse desprovidos do direito de entrar nos reinos celestiais, sendo assim as pessoas “não uniformizadas” descriminadas pela crente carola, que as taxam de “rebeldes” ou “desconcertadas”.
A crente carola também se aponta como fielmente cumpridora da Palavra de Deus, mas seu comportamento, se olhado com bastante atenção, pode nãos ser tão fiel assim...
Ela se diz “submissa” a seu marido, mas na verdade, ela mantém o controle absoluto de todas as situações que envolvem a sua família, e em alguns casos, o seu “sortudo” marido se submete a seu controle assim como um recruta está sobre o controle de seu comandante no seu quartel militar.
E quando as coisas saem de seu controle, outra de suas alegadas qualidades desaparece como por ato mágico; sua espetacular “paciência” é substituída por atos bestiais de selvageria e impaciência, e quem mais sofre debaixo desta transformação é o pobre coitado do marido, que nessas horas deve se perguntar se jogou “pedras na cruz” para merecer aquela bela que se transforma em fera...
E o que dizer de sua “humildade” a qual a faz alegar que não em toda a sua igreja alguém tão humilde quanto ela, que se afirma como a mais perfeita das lideres dos grupos de circulo de oração da sua igreja ou até de seu campo eclesiástico. Não que ela seja exaltada, mas ela é literalmente capaz de brigar pelo seu “cargo”.
Em seus diálogos ela diz que “não suporta mexericos ou fofocas da vida alheia”, mas basta alguns minutos de conversação com a irmã carola para descobrir que ela é muito bem informada sobre a vida de quase todos na igreja (e fora dela também), estando sempre atualizada sobre as “novidades” sobre a vida das pessoas. Se seu conhecimento bíblico fosse à mesma média do seu conhecimento sobre a vida alheia a irmã carola seria uma excelente enciclopédia bíblica ambulante. Além de ficar vista como a “jornaleira” da igreja, essa “mania” e uma pessoa que não inspira a menor confiança dos demais na igreja, a irmã carola pode até impedir o progresso ministerial ou até espiritual na vida das pessoas que estão a sua volta... Isso revela que na verdade essa irmã carola é um impedimento, uma pedra de tropeço.
Seus olhos são perfeitos para enxergar, mas sua mente nem sempre interpreta o que enxerga da forma correta, o que é comprovado pela sua língua, que narra os fatos de forma completamente diferente da realidade; sua capacidade de transmissão de informações recebida é incrível, e multiplicada pelos avanços tecnológicos de ferramentas que estão hoje disponíveis, como o MSN e ORKUT, torna a irmã carola uma potente divulgadora de fatos. O problema é que a divulgação desses fatos é feito de forma dissimulada, sem mesmo checar se a informação possui fundo de verdade, e se a fonte tem qualidades morais para informar qualquer coisa da vida alheia, sem falar que ninguém, nem mesmo a irmã carola, tem direito a divulfar fatos da vida das outras pessoas.

Os conceitos morais apregoados por ela para apontar erros ou deslizes de outras pessoas são impressionantes, porém tais conceitos só podem servir para serem aplicados na vida dos outros, pois em sua intimidade, esses conceitos morais não passando de fabulas ou teorias não observadas pela irmã carola, pois em seus segredos estão escondidos fatos hediondos, que se contados por terceiros duvidaríamos, pois conhecemos os “altos valores e conceitos morais” da irmã carola, mas na pratica são conceitos de falso moralismo e falso pudor. Na Bíblia da irmã carola não tem aquele versículo que afirma que todos os segredos serão ainda revelados.
Outra qualidade que a irmã carola aprecia muito descrever nela mesma é sua “bondade”, mas sua mesquinhez é conhecida de todos, e sua inveja quase fazem seus olhos soltarem dos glóbulos oculares.
Enfim, a irmã carola representa toda a hipocrisia e falso pudor possível. Sua presunção afasta as pessoas verdadeiramente humildes de sim, e ela na verdade é uma irmã solitária, sua presença é indesejada em todos os meios, e ela demonstra não se importar com, querendo aparentar que seu mundo lhe basta, mas na verdade ela sofre com esse isolamento que é conseqüência de sua antipatia e sua imponência fajuta. Ela pensa que vai estar presente no arrebatamento, mas se não experimentar uma conversão genuína, (o que nada tem a ver com o fato de seu enorme tempo de “serviços” prestados a igreja, seus inúmeros desfiles em festas evangélicas e sua “intensiva” participação em eventos coletivos tipos os chamados “encontros de casais” de “círculos de oração”) seu final será junto aos ímpios e perdidos, que sem conhecimento da Palavra de Deus andaram impiamente durante suas vidas, ao passo que a irmã carola tinha acesso a Palavra de deus, estava no meio dos cristãos, só não conseguiu experimentar uma transformação verdadeira de caráter.
Se você conhece alguma irmã carola (e olha que são muitas dentro das igrejas), tente evitar atrito com elas para que você não caia na ira dessas pessoas, mas ore por elas, para que se convertam de verdade. Para lidar com essas carolas a melhor arma é o silencio com elas, pois todas as palavras ditas a elas poderão ser usadas por elas contra você mesmo.
Agora, se você é uma dessas irmãs carolas, sei que a essa altura você estará me criticando e determinando meu fim, mas eu não tenho medo de suas “profecias” malignas, pois estou debaixo do verdadeiro poder de Deus, e eu mesmo sendo imperfeito, desfruto da misericórdia d e Deus. Mas aconselho a você a deixar Deus operar uma libertação genuína em você, por ação do Espírito de Deus em sua vida. Convide o Espírito a vir habitar em você e fazer em você uma grande obra de libertação; admitir que você precisa dessa libertação já é um passo importante e valioso, pois será prova que até para a irmã carola existe chance de salvação;
Antes de encerrar, quero afirmar que toda e qualquer afirmação aqui apresentada é mera coincidência, não quis aqui atingir A ou B, apenas escrevi o que Deus colocou em meu coração para escrever. Quem tem ouvidos ouça o que o Espírito diz. Ou quem tem cérebro e olhos leia o que o Espírito diz ou escreve...

A próxima apresentação a ser feita será do irmão "faris-eu"... Aguardem...


22/12/2009

F E L I Z ♥♥♥ 2 0 1 0


Existem momentos que olhamos pra todos os lados e perguntamos: "de onde nos virá o socorro?" Sabe aquelas horas que parece que chegamos ao fim do tunel e não temos saída? Ai nos lembramos de Deus e clamamos a Ele.tal qual Moisés a beira do Mar Vermelho.E Deus nos responde:"Siga em frente!" Temos que crer e andar pela fé;É ai que veremos o milagre!
Lázaro já estava sepultado a quatro dias e estava em adiantado estado de decomposição. Ningúem ali mais acreditava em qualquer esperança, afinal ele já estava morto e sepultado. mas é exatamente ai que acontece o inesperado!
Jesus chama Lázaro de volta a vida! É quando acaba os recursos humanos que se inicia a proviedência divina! Apenas creia e espere por Deus! 
Que em 2010 vc possa ver a providencia divina em sua vida! Que voce possa saber que Deus estará contigo sempre! Não se dê por vencido(a)! A vitória de Deus é sua! Seu inimigo vai ficar chupando dedo pois verá vocw brilhar no céu dos vencedores! Voce crê nessa promessa de Deus pra vc?




seu amigo PR. MILTON RABAYOLI
Mensagens Para Orkut - MensagensMagicas.com



starsDeseje feliz Ano Novo aqui:
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17/12/2009

IGREJA PIRATA


“Pois nem mesmo os seus irmãos criam nele”. (João 7:5)

Pregações bem preparadas, emoções intensas, templos lotados. Aprendemos a fazer igreja! Não há muito segredo… a fórmula é conhecida, uma história bíblica bem contada, uma música comovente, um apelo no momento certo e pronto, uma multidão disposta a obedecer. Pirateamos a igreja! Criamos um cristianismo sem Cristo. Vazio em essência, mas repleto em liturgias e leis.
Parece que de repente aprendemos a produzir relacionamentos, sentimentos e discursos falsificados. E mesmo o que parece intenso não perdura quando se exige um pouco mais de verdade ou de profundidade. Nada mais tem conteúdo, nada é realmente estável, simplesmente porque temos fabricado um cristianismo sem Cristo. Se a igreja é o corpo de Cristo, o que produzimos parece algo criado para protagonizar um filme de terror: uma noiva imunda, que vaga pela terra sem cabeça!
Sim, este é o grande problema, ignoramos Cristo. Já não cremos nEle, tomamos sua palavra como uma filosofia que, se for bem aplicada, nos assegurará o que quisermos. Em João 7 lemos que os irmãos de Cristo não criam nele. Conviviam com ele, o acompanhavam dia-a-dia, ouviam suas palavras, mas seu coração não estava ali; preferiam duvidar. E você? Ainda crê nEle?
“Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e cearei com ele, e ele, comigo”. (Ap 3:20)
Gostamos de aplicar este versículo àqueles que ainda não conhecem a Cristo. E mais uma vez ignoramos… ignoramos que este alerta é parte de uma das cartas às igrejas da Ásia. Cristo tem sido expulso de sua própria igreja. Temos o forçado a assistir tudo de fora, mas ele ainda bate, esperando que alguém abra a porta e o convide novamente ao lugar de onde Ele nunca deveria ter sido expluso.
Será que não nos limitamos apenas a cumprir uma agenda eclesiástica? O cristianismo sem Cristo vira filosofia, a pregação sem a paixão da salvação não difere muito de uma simples palestra de auto-ajuda.
Superficialidades, falsidades… Até quando faremos com que Cristo as suportem? Não há nada mais real do que nosso Salvador. O que falta para que sejamos convencidos disto? Quais evidências ainda são necessárias? Fé é toda a evidência que preciso! Pois nEle e apenas nEle quero viver, me mover e existir porque dEle sou geração (AT 17:28)!
“Diz o insensato no seu coração: Não há Deus”. (Sl 14:1)
Insensatos líderes… Creiam… Há Deus! Jesus está batendo… ainda não é tarde para abrirmos a porta.

o modelo do pastor genuíno


O trabalho de alguns pastores tem sido alvo de ferozes críticas na mídia. Os jornais e a TV não perdoam deslizes e se incumbem de levar os escândalos aos ouvidos de toda a nação.
Como evangélicos, não gostamos de ver o bom nome do Evangelho maculado  pelo testemunho inadequado de homens que deveriam ser exemplos de vida.
Já ao tempo do Novo Testamento, a Igreja sofria certas ameaças. Lobos que se vestiam de ovelhas rodeavam o rebanho de Jesus. Seus interesses eram egoístas; seus métodos, espúrios; seu vocabulário, enganador. A existência dessas falsos apóstolos já era uma desgraça presente na vida da igreja. Mas não eram tolerados, eram vombatidos pelos verdadeiros servos de Deus.
O texto de 1Pedro 5: 1-4 é um verdadeiro crivo para separar o bom do mau pastor. Em dias de mercantilismo da religião, em que pessoas com caráter doentio promovem escândalos, é necessário que aprendamos com o apóstolo as atitudes fundamentais de quem deseja pastorear o rebanho de Deus. Ele mostra três grandes provas a que todo aquele que almeja o pastorado deve se submeter e ser aprovado.

A prova das motivações
Quais os interesses que levam alguém a optar pelo sagrado ministério? Não pode ser outro, mas sim a vocação divina. Pedro disse que ninguém pode ir para o ministério pastoral movido por qualquer tipo de constrangimento. À vocação divina se atende com espontaneidade, como fizeram os discípulos que, deixando seus trabalhos e familiares, responderam ao chamado de Jesus, Mt 4: 18-22.
Professores de seminários e de instituições teológicas costumam dizer, nos primeiros dias de aula, aos alunos: "Se você veio estudar no seminário porque não conseguiu passar no vestibular, está no caminho errado". Ministério pastoral não é segunda opção, não é decisão forçada por circunstâncias humanas.
Ainda quanto às motivações, Pedro cita a "sórdida ganância". Essa expressão refere-se a interesses financeiros. Desde o primeiro século, certas pessoas pensavam no ministério como fonte de ganhos financeiros.
O mercantilismo da fé tornou-se um grande negócio. Há pregadores que usam o Evangelho como instrumento para enganar o povo em sua simplicidade e arrebanhar os incautos. Não pensam nas almas perdidas, mas no dinheiro que podem vir a obter através de contribuições.

A prova do temperamento
Será que para alguém ser pastor é necessário que tenha um determinado temperamento? É evidente que não. Mas é preciso, sim, que tenha controle de seu temperamento.
O apóstolo Pedro havia sido um homem impulsivo e volúvel. Num momento confessara a Jesus: "Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo" (Mt 16: 16); logo depois, ouviu a repreensão: "Arreda, Satanás! Tu és para mim pedra de tropeço, porque não cogitas das coisas de Deus, e sim das dos homens" (Mt 16: 23); numa circunstância afirmou: "Senhor, estou pronto a ir contigo, tanto para a prisão como para a morte..." (Lc 22: 23); depois disse: "Não conheço tal homem" (Mt 26: 72), negando a Jesus.
O Espírito, contudo, moldou o apóstolo Pedro. Do alto de sua experiência pastoral, afirmou que todo aquele que pastoreia o rebanho de Deus não pode agir como "dominador". Ora, que é isso senão uma afirmação de que o temperamento de quem exerce o pastorado deve ser completamente submetido ao controle do Espírito de Deus?
O pastor dominador não é temperante, modesto ou cordato, comportamentos essenciais mencionados por Paulo em 1Tm 3: 3. O dominador não ouve os liderados, é autocrático, não permite aos outros fazer escolhas, sente-se dono do rebanho e faz prevalecer sempre sua vontade. Tal pessoa não serve para o pastorado, de acordo com o apóstolo Pedro.

A prova do caráter
Finalmente, o apóstolo manda que os pastores sejam modelo para o rebanho. Essa foi a mesma preocupação que Paulo expressou para com Timóteo: "Ninguém despreze a tua mocidade; pelo contrário, torna-te padrão dos fiéis, na palavra, no procedimento, no amor, na fé, na pureza." (1Tm 4: 12).
A palavra grega traduzida por "padrão" nesse versículo é "typos". Esse termo (tipo) está relacionado às artes gráficas. O tipo gráfico é um bloco de metal fundido ou de madeira que tem em uma de suas faces uma determinada gravação em relevo. Através da impressão são feitas tantas cópias quantas necessárias. Assim deve ser o pastor: um tipo. Seu caráter deve ser reproduzido no rebanho.
A dura verdade é que há uma crise de comportamento no mundo atual. Essa crise tem sérios reflexos na igreja. Mas quem não tem condições de ser modelo, padrão para o rebanho, também não deve exercer o pastorado.
O caráter íntegro e o amor incondicional ao Senhor são marcas daquele que atendeu à vocação divina. Paulo, em 1Tm 3: 1- 7, enumera as qualificações necessárias para quem aspira ao ministério.
É impossível ser pastor sem o fruto do Espírito na vida, Gl 5: 22-23. São essas qualidades que dão condições ao homem de Deus de desenvolver um pastorado eficaz, produtivo e abençoado.
É deplorável ver noticias escandalosas que denigrem o ministério cristão por causa das más obras de alguns “pastores” (líderes evangélicos) que demonstram muita piedade aparente mas não conseguem demonstrar santidade interior, ou seja, caráter e conduta de quem realmente tem compromisso com a Palavra de Deus.
Isso faz ser cada vez mais rotineiro os comentários maldosos a cerca da pessoa do pastor. Me lembro muito bem do tempo em que um pastor estava acima de q1ualquer suspeita, era motivo de honra para um pessoa ostentar tão nobre posição no meio da sociedade. Mas hoje, devido aos muitos escândalos, ser pastor é motivo de desconfianças em muitos casos.
Mas os escândalos estavam previstos pelo Senhor Jesus Cristo como um dos sinais escatológicos. Mas é uma previsão profética seguido de uma advertência: “Ai daqueles por meio de quem viessem os escândalos...”
"Aquele que está em ´pé, cuide para que não caia..."
----------------------
Minha "homengaem" a certos "pastores" trapaceiros, pilantras, espertalhões que conheço por ai, que se acham muito espertinhos, querem até se dar bem para cima de mim, mas na verdade, são tolos, pois Deus não me deixam enganados com vocês. é lamentável dizer, mas não pensem que ficarão impunes. Não sou perfeito, nem sou santarrão, tenho falhas, tenho fraqueezas, problemas, mas tenho também fé em Deus que voces serão recompensá-los por suas obras levianas. Para vocês deixo os versiculos 5,6,7,8,9 e 10 do Salmo 109.
___________________
MILTON RABAYOLI

Xuxa na Igreja Universal

Trecho da matéria narrada por Celso Freitas no Fantástico. Durante uma reunião da Igreja Universal do Reino de Deus, uma paródia da famosa música da Xuxa é cantada para incentivar os fiéis a darem oferta.



A Xuxa deveria cobrar direitos autorais (rs) por usarem a música dela , lamentável essa máfia da igreja universal!

08/12/2009

06/12/2009

O Natal à luz da Bíblia Sagrada


1 - Algumas perguntas a serem respondidas?
• Será o Natal realmente a celebração do nascimento de Jesus Cristo? Nasceu Jesus em 25 de dezembro?
• Será que os primeiros apóstolos que conheciam e foram ensinados por Jesus, pessoalmente, celebraram o aniversário do menino Jesus em 25 de dezembro? Será que alguma vez o celebraram em qualquer outro dia?
• Se o Natal é uma das maiores festas cristãs, por que será que todos os pagãos o celebram também? Você sabe?
• Por que nessa época se troca tantos presentes com familiares, parentes e amigos? Se é por causa dos reis magos que trouxeram e ofertaram presentes ao menino Jesus?


2 - Palavra Natal e Nascimento de Cristo.
• A palavra "Natal" tem a ver com nascimento, ou aniversário natalício.
• De onde tirou a Igreja Católica Romana? Não saiu do Novo Testamento - Não foi da Bíblia nem dos primeiros apóstolos que foram instruídos por Cristo.
• "O Natal não era considerado entre as primeiras festas da Igreja... Os primeiros indícios da festa provêm do Egito."
• Sob o tema "Dia do Natal", encontramos que Origenes, um dos patriarcas católicos, reconheceu a seguinte verdade: "... Não há registro nas Sagradas Escrituras de que alguém tenha comemorado uma festa, ou realizado um grande banquete no dia do seu aniversário. Somente os pecadores (como Faraó e Herodes), que se rejubilam grandemente com o dia em que nasceram neste mundo."
• No século V, a Igreja Ocidental deu origem, para que fosse celebrada para sempre no dia da antiga festividade romana em honra ao nascimento do Sol, porque não se conhecia ao certo o dia do nascimento de Cristo."
• Jesus não nasceu em 25 de dezembro? Jesus nem sequer nasceu na estação do inverno!
• (Lucas 2:8) Isto nunca poderia ter acontecido na Judéia no mês de dezembro. Os pastores recolhiam os rebanhos das montanhas e dos campos e colocavam-nos no curral no mais tardar até o dia 15 de outubro, (as primeiras chuvas começavam no princípio do mês de "Marchesvan") para protegê-los do frio e da estação chuvosa que se seguia. Cantares de Salomão 2:11/ Esdras 10:9-13
• A data exata do nascimento de Jesus é inteiramente desconhecida. Se Deus desejasse que guardássemos e comemorássemos o nascimento de Cristo, Ele não teria ocultado tão completamente a data exata.
• Não se pode determinar com precisão até que ponto a data da festividade dependia da brunária pagã (25 de dezembro), que seguia a Saturnália (17-24 de dezembro) celebrando o dia mais curto do ano e o "Novo Sol"... As festividades pagãs, Saturnália e Brumária estavam a demais profundamente arraigadas nos costumes populares para serem abandonadas pela influência cristã... A festividade pagã acompanhada de bebedices e orgias, agradavam tanto que os cristãos viram com o agrado uma desculpa para continuar a celebrá-la em grandes alterações no espírito e na forma. Pregadores cristãos do Ocidente e do Oriente próximo, protestaram contra a frivolidade indecorosa com que se celebrava o nascimento de Cristo, enquanto os cristãos da Mesopotâmia acusavam os irmãos ocidentais de idolatria e de culto ao Sol, por aceitarem como Cristã a festividade pagã.
• Lembre-se que o mundo romano era pagão. Antes do século IV, os cristãos eram poucos em número, embora aumentassem, eram perseguidos pelos pagãos. Porém, com a chegada de Constantino, como imperador, que no século IV (336) fez profissão pública de fé cristã, colocando o cristianismo ao mesmo nível do paganismo, o mundo romano passou a aceitar esse cristianismo popularizado pelo imperador. Porém, lembre-se que eles haviam sido criados em costumes pagãos, dentre as quais 25 de dezembro era a maior das festividades idólatras. Era uma festa alegre com seu espírito especial. Todos se divertiam! Não queriam renunciá-la!
• E assim foi que "o Natal" se enraizou em nosso mundo Ocidental!


A ORIGEM DESTA FESTA PAGÃ
• Natal é a principal tradição do sistema corrupto denunciado inteiramente nas profecias e instruções bíblicas sobre o nome de Babilônia.
• Seu início e origem surgiu na antiga Babilônia de Ninrode! É verdade, suas raízes datam de épocas imediatamente posterior ao dilúvio!
• Ninrode ("Marad" que significa - ele se rebelou, rebelde), neto de Cão, filho de Noé (Gn 10:8-11), foi o verdadeiro fundador do sistema babilônico que até hoje domina o mundo - Sistema de Competição Organizado - sistema econômico de competição e de lucro. Ninrode construiu a Torre de Babel, a Babilônia primitiva, a antiga Nínive e muitas outras cidades.
• Ninrode era tão perverso que se diz que casou-se com sua mãe, cujo nome era Semíramis. Depois de sua morte prematura, sua mãe-esposa propagou a doutrina malígna da sobrevivência de Ninrode como um ente espiritual. Ela alegava que um grande pinheiro havia crescido da noite para o dia, de um pedaço de árvore morta, que simbolizava o desabrochar da morte de Ninrode para uma nova vida.
• Todo ano, no dia de seu aniversário de nascimento ela alegava que Ninrode visitava a árvore "sempre viva" e deixava presentes nela. O dia de aniversário de Ninrode era 25 de dezembro, esta é a verdadeira origem da "Árvore de Natal"!
• Por meio de suas artimanhas e de sua astúcia, Semíramis converteu-se na "Rainha do Céu" dos Babilônicos, e Ninrode sob vários nomes, converteu-se no "Divino Filho do Céu". Por gerações neste culto idólatra. Ninrode passou a ser o falso Messias, filho de Baal: o deus-Sol.
• Nesse falso sistema babilônico, "a mãe e a criança" ou a "Virgem e o menino" (isto é, Semíramis e Ninrode redivivo), transformaram-se em objetos principais de adoração.
• Presépio é uma continuação do mesmo, em nossos dias, mudando de nome em cada país e língua. No Egito chamava-se Isis e Osiris, na Ásia Cibele e Deois, na Roma pagã Fortuna e Júpiter, até mesmo na Grécia, China, Japão e Tibete encontra-se o equivalente da Madona (minha dona ou minha senhora), muito antes do nascimento de Jesus Cristo!
• Maria não pode ser [sempre] virgem segundo a palavra de Deus. Mateus 1:24-25 / Mateus 13: 55
• No Egito sempre se acreditava que o filho de Isis (nome egípicio da "Rainha do Céu") nascera em 25 de dezembro.
• O próprio Jesus, os apóstolos e a igreja nunca celebraram o nascimento de Cristo em nenhuma época, na Bíblia não há mandamento ou instrução alguma para celebrar, todavia somos ordenados a lembrar sim de sua morte e ressurreição que nos proporcionou a Vida (ICo. 11:24-26; Jo. 13:14-17)


CARACTERÍSTICAS DA FESTA DOS SOLSTÍCIOS
Glutonaria - Grandes banquetes com lugares para vc vomitar e poder comer mais. Tinha início a meia noite.
Confusão de identidade - De Papai Noel em dezembro para rei Momo no Carnaval, onde o prefeito da cidade entrega a chave para este principado deixando ele reinar naqueles dias. Homens se vestem de mulheres e vice versa com o lema ninguém é de ninguém.
Exaltação de deuses - adoração a deuses falsos e a um deus menino. Enquanto Jesus já cresceu, morreu e ressuscitou.
Culto a sensualidade - nestas festas chamava-se a atenção pela beleza exposta, não é diferente hoje. Mas o que tem a ver a sensualidade com uma festa religiosa.
Orgia dentro do templo - Lema: carne liberada - sarkos - o princípio era o curso do desejo. Adoração a deusa da fertilidade.



PAPAI NOEL
• Alguém dirá: Certamente que o velinho tão querido, "Papai Noel", não é uma criação pagã. Porém ele é, e o seu caráter verdadeiro não é tão bondoso e santo quanto muitos pensam!
• nome "Papai Noel" vem de "São Nicolau" um bispo romano que viveu no século V.
• Enciclopédia Britânica, vol.19 páginas 648-649, 11ª edição inglesa, o seguinte: "São Nicolau, bispo de Mira, um santo venerado pelos gregos e latinos no dia 6 de dezembro... A lenda de sua dádiva oferecida as escondidas, de dotes, às três filhas de um cidadão empobrecido..." diz se ter originado o costume de dar presentes as escondidas no dia de São Nicolau (6 de dezembro), o que mais tarde foi transferido para o dia de Natal.
• Daí a associação do Natal com São Nicolau (Papai Noel), que sorrateiramente a idéia é fazê-lo substituir Papai do Céu.
• Durante o ano os pais castigam suas crianças por falarem mentira. Então na época de Natal conta-lhe mentiras. (Provérbios 14:12).
• Velhinho" de barba branca é sempre alguém que se disfarça para parecer bonzinho! Satanás também se mostra como "anjo de luz" para enganar! (II Co 13:14; Apo. 12:9)




A ÁRVORE DE NATAL
• O que diz a Bíblia sobre a árvore de Natal? Se a Bíblia nada diz para comemorarmos o Natal, nem mesmo registra tal observância da parte dos apóstolos ou da verdadeira Igreja primitiva, ela tem algo a dizer sobre a árvore de Natal!
• Jeremias 10:2-4
• As idéias referentes a árvores sagradas são muito antigas. Uma antiga fábula babilônica falava de um pinheirinho que nasceu de um tronco morto. O velho tronco simbolizava Ninrode morto e o novo pinheirinho que Ninrode tinha vindo viver novamente em Tamuz!
• Entre os druidas, o carvalho era sagrado, entre os egípcios as palmeiras, em Roma era o Abeto, que era decorado com cerejas negras durante a Saturnália. O deus escandinavo Odin era crido como um que dava presentes especiais na época de Natal a quem se aproximava do seu Abeto Sagrado.
• Até mesmo acender lenhas em fogueiras e velas como cerimônia cristã é meramente perpetuação de um costume pagão de estimular o deus-Sol em declínio quando ele atinge o ponto mais baixo ao Sul da abóbada celeste!



GUIRLANDAS
• São memoriais de consagração a vencedores nos esportes, Reis, ofertas de funerais, sacrifícios a deuses pagãos.
• Símbolo relacionado ao deus Apolo, trazendo honra a Zeus.
• Também é um sinal de reverência a Frígio, ou sabázio, um deus de consagração aos alimentos.
• Na Bíblia, apenas Roma fez uma guirlanda...e esta foi colocada na cabeça de Jesus no dia de Sua morte. Feita como símbolos de escárnio. Marcos 15:17



TROCA DE PRESENTES
• E a troca de presentes, não será bíblica? O ponto culminante de toda esta observância natalina - a época de fazer compras de Natal - De comprar e trocar presentes com familiares e amigos - muitos exclamarão em triunfo "Bem, pelo menos a Bíblia assim nos diz para proceder! Não deram presentes os Reis magos do Oriente quando Cristo nasceu?"
• Da biblioteca sacra vol. 12, páginas 153-155, citamos o seguinte: "A troca de presentes entre amigos é característica tanto do Natal quanto da Saturnália e deve ter sido adotada do mundo pagão pelos cristãos.
• fato é que este costume de trocar presentes com familiares e amigos, que se apegou ao povo durante a época de Natal, não tem nada de cristianismo. Isto não comemora o nascimento de Cristo.
• Suponha que sua mãe esteja fazendo aniversário. e por isso deseja honrá-la neste dia, você compraria presente para todos, trocaria presentes com um e com outro de seus amigos e familiares?
• No entanto é precisamente isto que fazem as pessoas por todas as partes do mundo! Honram um dia no qual Cristo não nasceu, gastando todo dinheiro que conseguem juntar para comprar presentes. O mês de dezembro costuma ser o mês mais pobre para a OBRA DE CRISTO!
• Agora considere o que a Bíblia diz a respeito das ofertas que os Reis magos deram quando Cristo nasceu. Está em Mateus 2:1-11 Dádivas oferecidas a Cristo? Note, inquiriram pelo menino Jesus. Nascido Rei dos Judeus! Então por que lhe ofereceram dádivas? Por ser dia do seu aniversário? De maneira alguma pois chegaram muitos dia ou semanas depois da data de seu nascimento: Seria para deixar-nos um exemplo, para trocarmos presentes uns com os outros? Não, note cuidadosamente! eles deram as ofertas a Cristo, não para os amigos e parentes deles, ou qualquer outro!
• Eis o motivo! Os reis magos não estavam instituindo um novo sistema cristão de permuta de ofertas com amigos para honrar o nascimento de Cristo! Agiam conforme ao antigo costume Oriental de levar ofertas ao apresentar-se diante de um rei. Eles compareciam perante a presença do Rei dos Judeus em pessoa. Portanto o costume ditava que ofertassem alguma dádiva, da mesma que a Rainha de Sabá trouxe ofertas a Salomão, assim como hoje muitos que visitam um Chefe de Estado levam consigo um presente.
• Amigo secreto - Um ritual nórdico, que esperavam o amanhecer para trocar presentes e nesta troca diziam: que você jamais esqueça dos deuses sobre nós. E o presente trocado é para eternizar o pacto.


ARGUMENTOS
• Há um argumento utilizado com freqüência para justificar a observância do Natal. Muitos ainda insistem: "mesmo assim, muito embora o Natal foi um costume pagão honrando o falso deus-Sol, não mais se observa o Natal para honrar o falso deus, mas sim para honrar a Cristo". Porém, como responde Deus em sua Palavra?
Deuteronômio 12:1-2 / Deuteronômio 12:30-32



ORIENTAÇÕES
Mesmo querendo fazer a vontade de Deus como fiéis discípulos, somos surpreendidos por situações que ficamos chocados e atônitos, que nos trazem até embaraços para acertar nossas vidas erradas com a realidade divina. Contudo, nem tudo está perdido. Temos um Deus que transforma maldição em bênção. Agora não somos mais ignorantes quanto a festividade iniciada na Babilônia. Qual deve ser então nosso procedimento prático?
1 - Tirá-la totalmente do nosso coração. Lançar fora toda dependência sentimental da data do Sol Invictus (25 de dezembro)
2 - Instruirmos nossos filhos e discípulos: "conhecereis a verdade e a verdade vos libertará." João 8:32
3 - Nos livramos de todo enfeite com motivos natalinos, pois sabemos suas origens.
4 - Não ficarmos sujeitos financeiramente à comidas importadas típicas. É um dia como qualquer outro.
5 - Resistirmos ao espírito satânico de gastos no Natal, principalmente se houverem dívidas. Vigiar as "ofertas do Papai Noel". Só devemos comprar o necessário. Mamon, demônio das riquezas, criou dependência na mente humana onde as pessoas têm de estar nas festividades de fim de ano com casa nova, roupa nova etc. ("Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de odiar a um e amar o outro, ou há de dedicar-se a um e desprezar o outro. Não podeis servir a Deus e às riquezas." Mateus 6:24).
6 - Devemos aproveitar a data ("Andai em sabedoria para com os que estão de fora, usando bem cada oportunidade." Colossenses 4:5) para estar com parentes e amigos em suas casas falando da necessidade do nascimento de Jesus em seus corações, pois este é o verdadeiro presente que o "aniversariante" quer receber. É um propício momento evangelístico, quando encontramos pessoas com o coração aberto para ouvir de Jesus.
7 - Entender que a maioria dos crentes não visualiza a situação do Natal, preferindo viver segundo seus sentimentos e tradições.
8 - Não confundir Passagem do Ano com Natal. Não é errado desejar feliz Ano Novo para alguém, mas, sim, Feliz Natal. Podemos usar algumas expressões. Ex.: - Que Jesus nasça no seu coração (ou na sua vida)! " E não vos conformeis a este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus." (Romanos 12:2)



Resumidamente, eu penso que estas comemorações natalinas são a manifestação máxima da hipocrisia humana! pessoas que passam 364 dias do ano vivendo longe de Deus, andando na contra mão da Biblia, fazendo de tudo que condenável pala palavra de Deus, até perseguindo crstãos, falando mal de igrejas evangélicas, enfim, longe de tudo que desagrada a Deus, usa essa data querendo demonstrar uma fé que na verdade não existe em sua vida prática. Isso semf alar da forma que comemoram essa data, com bebedeiras e várias formas de praticas pecaminosas. E o mais triste ainda para mim é ver que em muitas igrejas ditas evangélicas haverá comemoração dessa data, sem falar que em muitos templos encontraremos enfeites natalinos como a árvore de natal.
Sei que a minha opinião aqui, dada em publico, vai chocar alguns, principalmente dentre os meus amigos, que são observadores desta data. Mas eu não posso me abster de meu direito de opinar e manifestar a minha opinião. Assim, respeitosamente o faço aqui, declarando que respeito a opinião alheia, defendendo, é claro, a minha própria opinião.

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