Para a glória de Deus!

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14/01/2014

PRINCIPAIS ERROS AO ORAR

“Que fazer, pois? Orarei com o espírito, mas também orarei com o entendimento, cantarei com o espírito, mas também cantarei com o entendimento.” (I Cor. 14:15)
Junto com o Espírito Santo e a palavra de Deus, a oração se constitui em um dos presentes mais grandiosos que o Senhor nos deu. O problema é que para muitos a oração se tornou em algo previsível e sem eficácia.
Observamos alguns erros ao orarmos. Com o passar do tempo em nossa vida com Deus vamos adquirindo alguns hábitos que empobrecem, dificultam e até anulam o efeito da oração. Vejamos alguns:

ORAÇÃO REPETITIVA. “E orando, não useis de vãs repetições, como os gentios; porque pensam que pelo seu muito falar serão ouvidos.” (Mat. 6:7)
O que Jesus quis dizer com a expressão “vãs repetições”?
a-Possibilidade mais óbvia seria as rezas e os mantras. Aquele tipo de frase ou verso que se repete exaustivamente e que não tem efeito algum para com Deus. Aliás, pode ter efeito perigoso para quem o recita, pois está provado que esse tipo de exercício faz com que a mente entre em um estado de relaxamento propício a assimilação de doutrinas de demônios, êxtases e incorporações de entidades.
b-Vãs repetições são ainda os jargões, as frases feitas, decoradas. Frases de impacto que simplesmente reproduzem o que outros disseram, mas que não vem do coração.
c-Discursos vazios que são as frases rebuscadas, orações longas e sem conteúdo que revelam mais religiosidade do que espiritualidade.

ORAÇÃO INADEQUADA. “Pedis e não recebeis, porque pedis mal, para o gastardes em vossos deleites.” (Tiago 4:3)
O que Tiago quis dizer com a expressão “vossos deleites”?
(Deleites, do grego “edonais”, prazer ou desfrute em um sentimento desfavorável)
a-Bens materiais tem sido o alvo de grande parte das orações em nossos dias. Como se a vida se resumisse em ter coisas.
b-Coisas profanas. Coisas que nada tem a ver com o reino de Deus. Há pessoas que oram para que seu time vença o campeonato ou que o Brasil traga a taça!
c-Erros teológicos. Frases como: “Vem com Serafins e Querubins!”, “Se Tu és Deus ouve meu clamor!” Ou “Dá-me porção dobrada do Espírito”. Serafins e Querubins são a guarda de honra do trono de Deus e, portanto jamais serão enviados a terra, não podemos orar questionando se Deus é Deus como fez o tentador e o Espírito que está em nós é completo, total e suficiente!

ORAÇÃO DE AUTO-AFIRMAÇÃO. “O fariseu, de pé, assim orava consigo mesmo: Ó Deus, graças te dou que não sou como os demais homens, roubadores, injustos, adúlteros, nem ainda como este publicano”. (Lucas 18:11)
O que Jesus quis dizer com a expressão “orava consigo mesmo”?
a-Autocentrismo positivo. O fariseu e não Deus era o centro da oração! Ele orava de si para si mesmo e só falava de si.
b-Pré-julgamento. “... nem ainda como este publicano.”. Para se auto-afirmar temos que diminuir os outros. Tomamos o que temos de melhor, em nossa concepção e comparamos com o que o outro tem de pior, também em nossa concepção, e assim julgamos o que está do nosso lado.
c-Oração usurpada. Usa-se o momento santo da oração como um artifício para cobrir-se de um falso manto de santidade. No início da parábola, no verso 9 lemos: “Propôs também esta parábola a alguns que confiavam em si mesmos, por se considerarem justos, e desprezavam os outros.”

ORAÇÃO INGÊNUA. “Jesus também replicou: Não sabeis o que pedis; podeis beber do cálice que estou para beber? Responderam-lhe: Podemos. Então lhes disse: O meu cálice certamente haveis de beber; mas o sentar-se a minha direita e a minha esquerda não me pertence concedê-lo; mas isto é para aqueles para quem está preparado por meu pai” (Mateus 20:22-23)
O que Jesus quis dizer com a expressão: “Não sabeis o que pedis”?
a-Que o pedido era baseado na ignorância. Apesar de sabermos que aqueles discípulos foram martirizados anos depois, ou seja, beberam do mesmo cálice de Jesus, naquele momento eles não sabiam que isto aconteceria. Também o pedido para se assentarem um à direita e outro à esquerda de Jesus era uma ingenuidade.
b-Oramos sobre coisas que estão além da nossa capacidade de compreensão e votamos coisas que não podemos cumprir.
c-Ignoramos questões como autoridade espiritual e legalidade para lutarmos contra as “hostes espirituais da maldade nos lugares celestiais”.

CONCLUSÃO. Continuaremos a orar sempre! Mas faremos como o discípulo em Lucas 11:1: “Estava Jesus em certo lugar orando, e quando acabou, disse-lhe um de seus discípulos: Senhor, ensina-nos a orar...”
E Paulo diz em Romanos 8:26: “Do mesmo modo também o Espírito nos ajuda na fraqueza; porque não sabemos o que havemos de pedir como convém, mas o Espírito mesmo intercede por nós com gemidos inexprimíveis.”
Inexprimíveis do grego “Alaletóis” que significa: gemidos profundos demais para serem expressos com palavras.

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